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ENTREVISTAS EXCLUSIVAS

Um bate-papo com alguns dos maiores nomes da MPB e outros artistas em ascensão.

HANGOUT MUSICARIA BRASIL

Em novo canal no Youtube, Bruno Negromonte apresenta em informais conversas os mais distintos temas musicais.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

UMA RAINHA COMPLETA 90 ANOS

Por José Teles




“Um nome que de repente ficou conhecido e apreciado e pertence a uma bonita morena que canta e dança como ninguém : Marlene, sambista diferente que sabe sentir a nossa música popular”, a apresentação está no exemplar quarto número da Revista do Rádio, e setembro de 1948, num entrevista de duas páginas com a estrela da Rádio Nacional.

A paulista Vitória Bonaiutti De Martino, que adotou o nome artístico devido a admiração pela cantora alemã Marlene Dietrich completa hoje 90 anos., e 72 de carreira. O ápice de sua carreira deu-se nos anos 50, quando era a grande rival de Emilinha Borba na Rádio Nacional. Assim como Emilinha, Marlene também foi eleita Rainha do Rádio, na época, um título tão ou mais importante do que o de Miss Brasil.

Embora tenha sido um símbolo da era do radio, a carreira de Marlene transcendeu a esta fase romântica da música brasileira. Antes de mais nada, era boa cantora o suficiente para continuar nos palcos quando os programas de auditório já haviam se tornado coisa do passado.

Nos anos 70, quando a grande maioria dos seus contemporâneos estava esquecida, ou em fim de carreira, Marlene percorreu o país no Projeto Pixinguinha. Aliás foi a recordista em participações no projeto. Participou de cinco edições. A primeira delas em 1977, com Gonzaguinha), bateu recordes de público. Na mesma década gravou discos como É a maior (1970), um trabalho em que vai de Carmem Miranda (Uva de caminhão, Assis Valente), ao tradicional (Meu pai amarrou meus olhos), até Caetano Veloso (Tropicália).

Em 1974, o show Te pego pela palavra foi considerado um dos melhores daquele ano. O disco registro do espetáculo foi relançado este ano, pela EMI. Em 1998 lançou outro disco impecável e Estrela da vida (Leblon Records), em que canta de Brecht e Kurt Weil (Surabaya Johnny), a Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (Qui nem jiló), ela aliás lançou vários clássicos desta parceria do baião.

Aos 90 anos, Marlene ainda faz jus ao grito de guerra das fãs: “É a maior”.

PROGRAME-SE


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

PROGRAME-SE


O SOM ALTERNATIVO DO CARNAVAL DE PERNAMBUCO


Para quem pensa em fugir dos agitos do carnaval, uma boa opção é o Garanhuns Jazz Festival, um dos maiores festivais do gênero no país. O evento há seis anos na agenda oficial da cidade, está marcado para acontecer entre os dias 9 e 12 de fevereiro, em Garanhuns, a 228 km do Recife. A edição 2013 terá programação gratuita recheada de novidades para adultos e crianças, com mais de 20 shows e diversas oficinas.

Confira a programação completa do Garanhuns Jazz Festival 2013:


Palco Ronildo Maia Leite (Praça Guadalajara)

Sábado – 9 de fevereiro
Baião de 3 (PE)
Jefferson Gonçalves & Banda (RJ)
Warren Atiba Taylor (EUA) & Uptown Band (PE)
Tico Santa Cruz (Detonautas/RJ), Cida Maria (PE), Paulo Ferreira (PE), MC Rodrigo (DF) e convidados.

Domingo – 10 de fevereiro
Marcos Cabral e Banda (PE)
Sol Alac (ARG)
Tia Carrol (EUA) e Igor Prado Band (SP)
Lancaster (SP), com Nathalie Alvim (SP), Big Chico (SP) e Adriano Grineberg (SP)

Segunda-feira – 11 de fevereiro
Projeto Batuque (PE), Claudio Infante (RJ) e Douglas Las Casas (SP)
Taryn e Banda (RJ)
Delicatessem (RS)
George Israel (Kid Abelha/RJ), Rodrigo Santos (Barão Vermelho/RJ) e Leonardo Israel (RJ)

Terça-feira – 12 de fevereiro
Sergio Ferraz (PE)
Jazzpira (SP) e participação especial do grupo de percussão Meninos de São
Kenny Brown (EUA)
Kiko Loureiro (SP), Andreas Kisser (SP), Joanatan Richard (PE), Artur Menezes (CE), Kleber Dias (RJ) e convidados

O festival prepara um grande encerramento com os artistas que participaram do evento, realizando uma grande jam session.


Palco Pau Pombo (Parque Ruber Van Der Linden)

15h – Discotecagem de Vinil

16h às 17h30 - Shows com bandas locais

Sábado – 9 de fevereiro
Orlito Jazz Art Band – o grupo tem influência musical do jazz e do blues e durante o GJK apresentará o seu mais recente trabalho, o CD “Sintonia Astral” .

Domingo – 10 de fevereiro
Samba Três – o som do grupo passeia pelos antigos sambas de Noel Rosa e Cartola, pela sofisticada bossa-nova de João Gilberto, Tom Jobim e Chico Buarque e pela modernidade do jazz e do blues, tudo isso misturado ao funk, frevo e xote nordestino.

Segunda-feira – 11 de fevereiro
Nosso Jazz – a banda traz uma mistura de músicos com formação sacra tocando temas regionais, fusion e jazz.

Terça-feira – 12 de fevereiro
Os Valvulados (participação especial de Kleber Fernandes Blues) - a banda faz uma releitura de grandes sucessos da música popular brasileira, em especial dos ritmos samba-jazz, soul e black music dos anos 70.


Jazz Kids

Domingo – 10 de fevereiro
(14h30) – Oficina da gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias

Segunda-feira – 11 de fevereiro
(14h30) – Oficina de guitarra com Kiko Loureiro

Terça-feira – 12 de fevereiro
(14h30) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca


Oficinas para adultos

Domingo – 10 de fevereiro
(14h30) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca
(16h00) – Ensaio aberto de bateria e percussão com Cláudio Infante e Grupo Batuque

Segunda-feira – 11 de fevereiro
(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias

Terça-feira – 12 de fevereiro
(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias


Fonte: Diário de Pernambuco

CURIOSIDADES DA MPB

O registro em disco do frevo pernambucano chega ao seu auge em 1952, quando o sr. José Rozenblit vem inaugurar, na Estrada dos Remédios nº 855, a sua fábrica. Sob o selo Mocambo foram surgindo em discos 78 rotações por minuto os mais importantes sucessos do nosso carnaval e da música regional, chegando aquela fábrica a estabelecer escritórios no Rio de Janeiro (Avenida Rio Branco nº 14), São Paulo (Praça das Bandeira nº 40) e Porto Alegre (Rua do Riachuelo nº 1252). O primeiro disco com selo Mocambo veio surgir no carnaval de 1953. Tinha o nº 15.000, matriz nº 500, trazendo na face A o frevo-de-rua Come e dorme, de Nelson Ferreira, e na face B, o frevo-canção Boneca, com letra de Aldemar Paiva e música de José Menezes. Tendo como intérpretes o cantor Claudionor Germano, orquestra e coro sob a direção do próprio Nelson Ferreira, o primeiro disco com o novo selo veio a ser gravado nos estúdios do Rádio Club de Pernambuco, na Avenida Cruz Cabugá, em Santo Amaro, tornando-se no grande sucesso do carnaval daquele ano.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

HOMENAGEADOS DO CARNAVAL DO RECIFE

Tradicionalmente a prefeitura da cidade do Recife homenageia dois nomes da cultura nas festividades de Momo. Este ano um deles participa ativamente dessa grande festa popular.



Alcir Lacerda


Alcir nasceu em 20 de setembro de 1927, em São Lourenço da Mata, Pernambuco. Em mais de 60 anos de atuação, ele foi um dos principais fotógrafos brasileiros de sua geração, atuando com pioneirismo tanto em áreas como a foto publicidade, a foto social e o fotojornalismo quanto em fotos artísticas autorais, sobretudo de paisagens do interior e do litoral. Faleceu em outubro de 2012, às vésperas de completar 85 anos.

No final da década de 1950, Alcir criou, associado ao colega Clodomir Bezerra, a Acê Filmes, empresa que rapidamente se destacou pelos serviços prestados a diversos clientes. Além da vertente publicitária e jornalística, nos seus mais de 50 anos de existência, a ACÊ Filmes, através das lentes de Alcir Lacerda e de outros 25 fotógrafos sob seu comando, realizou o registro fotográfico de eventos sociais, particularmente de cerimônias de casamento que, em muitos casos, se desdobraram em novas uniões nas gerações seguintes.

O talento de Alcir Lacerda foi reconhecido por seus pares e pela sociedade. Em 1973, recebeu o Prêmio Revista Realidade da Editora Abril. Em 1976, o do 1º Salão de Fotografias de Pernambuco. Em 2004, por iniciativa do Governo do Estado, a exposição retrospectiva Alcir Lacerda – fotografias inaugurou, na Torre Malakoff, sala destinada a exposições fotográficas com seu nome. Ainda naquele ano, a Prefeitura da Cidade do Recife outorgou-lhe o Troféu Cultural da Cidade do Recife. No ano seguinte, novamente o meio artístico tornou público esse reconhecimento através da inclusão de suas fotos na prestigiosa Coleção Pirelli do Museu de Arte de São Paulo.





Naná Vasconcelos

Juvenal de Holanda Vasconcelos nasceu no bairro de Sítio Novo há 68 anos (02/08/1944). Sua inspiração vai de Villa-Lobos a Jimi Hendrix. Aprendeu a tocar praticamente todos os instrumentos de percussão, embora tenha se especializado no berimbau. Em 56 anos de carreira, gravou cerca de 200 discos entre autorais e participações em trabalhos de outros artistas.

Na década de 60, mudou-se para o Rio de Janeiro e começou a trabalhar com Milton Nascimento. Em 1970, o saxofonista argentino Gato Barbieri o convidou para juntar-se ao seu grupo. Ao término de uma turnê pela Europa, fixou residência em Paris por cinco anos, onde gravou o seu primeiro álbum - “Africadeus” (71). No Brasil, Naná gravou o seu segundo disco “Amazonas” (72) e começou uma parceria com o pianista e compositor Egberto Gismonti.

Em Nova York, Naná Vasconcelos gravou com nomes como B.B. King e trabalhou em trilhas de filmes de Hollywood como "Procura-se Susan Desesperadamente”. Depois, envolveu-se mais diretamente com o cenário musical brasileiro. Dirigiu festivais e projetos no País, além de gravar participações especiais em álbuns de Milton Nascimento, Caetano Veloso, Marisa Monte e Mundo Livre S/A, entre outros.

No final de 2010, Naná lançou seu último trabalho autoral, o CD “Sinfonia e Batuques”. Agora, no início de 2013, vai lançar mais um CD novo e autoral. Com raízes pernambucanas, Naná idealizou o projeto ABC das Artes Flor do Mangue, trabalho com crianças carentes.

CENOGRAFIA DO CARNAVAL DE OLINDA 2013 CELEBRA CULTURA PERNAMBUCANA

Ao todo serão 100 bonecos gigantes compondo 18 cenas em homenagem à cultura da Estado.

do NE10


Com o tema "Pernambuco Imortal, Imortal", a cenografia do Carnaval 2013 de Olinda, no Grande Recife, homenageará a cultura pernambucana. A proposta do carnavalesco Fernando Augusto é reunir em 18 cenas cerca de 100 bonecos que adornarão as ruas da cidade.

A decoração terá como pontos principais espaços como o Varadouro, a Rua Sigismundo Gonçalves e o Largo do Palácio. A previsão é de que no dia 1º de fevereiro as ruas estejam decoradas. Esta é 10ª vez que Fernando Augusto cria a cenografia de Olinda.

O prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, ressaltou que este é o melhor momento para homenagear a cultura do Estado, uma vez que o povo pernambucano está cada vez mais vaiodoso com o desenvolvimento regional.

“Faremos um grande Carnaval em Olinda este ano com a maior cenografia já criada. Os foliões podem esperar muito colorido nas ruas e criatividade na cenografia criada por Fernando Augusto. Será uma festa que vai congregar e homenagear as principais expressões do Estado”, afirma o prefeito Renildo Calheiros.

Entre os bonecos, uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Também presentes na decoração carnavalesca Lampião e Maria Bonita, carrancas, capoeiras e, claro, muitos passistas. Diversas cidades do interior estão representadas, como: Salgueiro, Triunfo, Serra Talhada, Pesqueira, Caruaru, Glória do Goitá e muitas outras.

“A cultura pernambucana é de uma riqueza sem igual. O folião e o turista que vierem brincar em Olinda verá na cenografia o mosaico cultural que compõe nossas expressões do litoral ao sertão”, comenta o secretário de Patrimônio e Cultura, Lucilo Varejão Neto.


» Confira abaixo o resumo da cenografia preparada para o Carnaval 2013 de Olinda:

Cena 1 – Dona Olinda Olanda olindamente linda apresenta: Pernambuco Imortal, Imortal!

Dona Olinda Olanda é uma personagem do Mamulengo Só Riso, criada como metáfora da própria cidade. Com seus 12 metros de altura, ela será montada na entrada de Olinda, revestindo o monumento Lions, no Varadouro, e recepcionando os foliões.

Cena 2 – Dona Santa rainha dos maracatus de Pernambuco.

Rainha negra do centenário Maracatu Elefante, aqui Dona Santa simboliza a rainha de todos os maracatus de Pernambuco. Ladeando a rainha, estão Xangô e Ogum, guardiões da cidade e guarnecem a sagrada corte africana dos maracatus. Toda a cena revestirá o Monumento da Sereia, no Varadouro.

Cena 3 – O Sertão: Vidas Secas.

A cena representa a árida paisagem do sertão pernambucano descrita por Euclides da Cunha que definiu o sertanejo como “antes de tudo, um forte”. O vaqueiro, com seu gibão e chapéu de couro, enfrenta a caatinga na luta pela sobrevivência.

Cena 4 – Em Salgueiro, a bicharada do Mestre Jaime.

Em Salgueiro, durante o carnaval, uma tradição se consolidou através da figura do Mestre Jaime, criador de um desfile de bonecos que representa diferentes tipos de bichos, existentes ou recriados, os quais fazem a alegria dos foliões sertanejos.

Cena 5 – Serra Talhada, da rendeira ao cangaço.

Nascido na cidade de Vila Bela, atual Serra Talhada, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, é uma espécie de Robin Hood do sertão. Sua mulher, Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita, foi a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros.

Cena 6 – Os caretas de Triunfo.

Com suas caras amarradas, a folia de Triunfo é marcada pelos caretas. Os brincantes desfilam trajando roupas escuras, estalando seus relhos (chicotes com ponteiras) e assustando os moradores. Hoje, os caretas são reconhecidos como patrimônio cultural de Triunfo.

Cena 7 – Ibimirim: dos toros de umburana aos santos do Sertão.

A tradição dos santos em Ibimirim teve início com a mestra Zefinha Paulino. Esculpidos em umburana, madeira nobre proveniente da caatinga, as peças podem ser consideradas obras de arte popular da melhor qualidade vendidas, hoje, para colecionadores de todo o Brasil.

Cena 8 – Pesqueira: a grande folia dos caiporas.

Caiporas são figuras do imaginário popular, seres que pregam peças em caçadores e cães. Em pesqueira, se tornaram símbolo do carnaval. A festa começa com a confecção das fantasias feitas com sacos de estopa pintados.

Cenas 9 e 10 – Mestre Vitalino: a cerâmica figurativa do Alto do Moura.

O Alto do Moura é reconhecido pela Unesco como o maior Centro de Artes Figurativas das Américas. A arte de retratar cenas do cotidiano e dos costumes do povo nordestino começou com o Mestre Vitalino e logo se perpetuou entre os outros artesãos de Caruaru.

Cena 11 – Tracunhaém: dos bolos de barro ao imaginário pernambucano.

Tracunhaém é um dos centros de excelência da cerâmica brasileira. Na década de 1940, a cerâmica ganha fama com a arte de Lídia Vieira e seus familiares. A partir daí, tem início a produção da cerâmica figurativa de santos, anjos, bichos e figuras humanas, inspirados nas imagens do cotidiano, da cultura popular e, sobretudo, da fé
religiosa.

Cena 12 – Bezerros: o universo dos mascarados e dos papangus.

O papangu nasceu de uma brincadeira de familiares dos senhores de engenhos que saiam mascarados para visitar os amigos durante o carnaval e comiam angu, comida típica do agreste pernambucano.

Cena 13 – De Glória de Goitá a Olinda: viva o mamulengo brasileiro.

Os mamulengos têm origem nos presépios mecanizados montados no Convento de São Francisco em Olinda, dali se espalhando e tendo com centro aglutinador o município de Glória do Goitá e seu entorno.

Cena 14 – Olinda: capital dos bonecos do Brasil.

A principal marca do carnaval de Olinda é a existência dos bonecos gigantes, que conduzidos pelas ruas da cidade, fazem todo o diferencial da folia e embalam milhares de foliões.

Cena 15 – Reinado e coroa: viva o Rei do Baião.

Luiz Gonzaga, considerado o pernambucano do século, também participa da festa. Em frente à Prefeitura de Olinda, um obelisco guardará a imagem do Rei do Baião. Com 12m, a estrutura revestirá o busto do Monsenhor Fabrício.

Cena 16 – Pernambucanos notáveis.

Figuras importantes da cultura pernambucana e que tiveram destaque nacional, estarão aqui homenageados num palco em frente à Praça Monsenhor Fabrício, na entrada da Ladeira 10 de Novembro. Estão representados: João Cabral de Melo Neto, Ascenso Ferreira, Chico Science, Chacrinha, Gilberto Freire, Bajado, Manoel Bandeira, Mestre Salustiano, Capiba, Paulo Freyre, Nelson Rodrigues e Janete Costa.

Cena 17 – O Sertão vai virar mar nas águas do São Francisco.

No lado esquerdo da Praça Monsenhor Fabrício, um barco velejado por um sertanejo aparece rodeado de enormes carrancas de modo a criar uma ambiência de encantamento que prenuncia o grande desvio das águas para fertilização do sertão.

Cena 18 – Alegoria pernambucana: viva o Leão do Norte.

Em toda a fachada do Palácio dos Governadores, sede da Prefeitura de Olinda será montada a mais importante intervenção da cenografia. Cobrindo a frente do prédio estarão o antigo brasão da cidade ladeado por dois leões de pé e outros dois sentados; no topo do prédio, o brasão de Pernambuco; nas laterais três capoeiristas introduzem os dois cordões de passistas em homenagem ao frevo; dois caboclos de lança gigantes guarnecem o brasão de Olinda e bandós nas cores da bandeira de Pernambuco revestem todas as sacadas do Palácio.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

UM ABRAÇAÇO (CAETANO VELOSO)

FREVO: DO ANONIMATO DAS CLASSES ABASTADAS A ELEMENTOS DE IDENTIDADE DO ESTADO


Nascido da palavra “ferver”, o frevo vem carregado de sua essência extraído de fervura, efervescência, agitação. Genuinamente pernambucana, a música surgiu no fim do século XIX, a partir de uma mistura de músicas. Há quem defenda os dobrados e bandas de polca como maiores influências. Os passos da dança também seriam resultado de outras manifestações, como dança de salão da Europa, além de passos de ballet e dos cossacos.

A dança se originou dos antigos desfiles quando era preciso que alguns capoeiristas fossem à frente do cortejo, para defender os músicos das multidões, dançando ao rítmo dos dobrados. Assim nascia o passo. Os dobrados das bandas geraram o frevo, cujo primeiro registro público do qual se tem notícia é de fevereiro de 1908, no Jornal Pequeno. Daí começaram as variações: frevo de rua, executado somente com instrumentos, o frevo-canção com introdução forte de frevo seguida de canção e frevo orquestrado, e o de bloco, cantado e tocado por orquestra de pau e corda.

“Foi, de fato, no Recife dos fins do século XIX, começos deste, que a música foi aparecendo, conduzindo a dança, ou a dança foi tomando corpo, sugerindo a música. É impossível distinguir bem: se o Frevo, que é a música, trouxe o Passo ou se o Passo, que é a dança, trouxe o Frevo. As duas coisas foram se inspirando uma na outra e completaram-se”, chegou a dizer o teatrólogo e compositor Valdemar de Oliveira.

A pesquisadora Rita de Cássia Barbosa aponta o ambiente das classes mais abastadas como berço do gênero pernambucano. O frevo tem como praticantes integrantes das camadas mais populares e, depois, se desenvolve na esteira da classe operária: várias agremiações são batizadas com desdobramento de movimentos de trabalhadores da época, como Verdureiros em greve e Cigarreiras em Greve. Os primeiros blocos - tidos inicialmente como alegoria e crítica - começam a surgir a partir dos anos 1870. Desprezado pela elite econômica do período - para quem ele sequer poderia ser considerado elemento do carnaval -, o ritmo demorou quase duas décadas para ter o primeiro registro público conhecido.

A relação com a multidão no período de momo, marcado antes por brincadeiras organizadas em festas de máscaras ou em carros, toma corpo na primeira década do século passado. A manifestação encontrava resistência em função do tratamento dispensado pela polícia, em geral violento, e por conta das brigas e confusões provocadas pelos praticantes.O clima se apaziguou quando as forças de repressão começaram a entender o frevo como uma demonstração genuína do carnaval - e o Congresso Carnavalesco Pernambucano, criado em 1911, chamou todos os segmentos envolvidos para reduzir as animosidades. Daí em diante, o frevo caminhou para se tornar elemento indispensável para entendimento, construção e reverberação da identidade cultural do estado.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

'SOU UM BRASIL QUE O BRASIL NÃO CONHECE', DIZ NANÁ VASCONCELOS

Artista conversou com G1 sobre carreira, mercado musical e desafios. Percussionista é o homenageado do carnaval recifense deste ano.

Por Luna Markman



“Um bicho estranho”, assim se define o músico Naná Vasconcelos. E não é porque esse pernambucano, homenageado do carnaval recifense, não se considera folião como boa parte dos conterrâneos. A festa de Momo, para ele, sempre foi sinônimo de trabalho e, hoje, de descanso. “É assim que muita gente me via, porque tocava coisas que ninguém tocava, penicos, caçarolas, coisas que não são usuais”, explicou o mago da percussão, que tira som até da água da piscina de casa – escute “Suíte das Águas”, do álbum “Sinfonia e Batuques”, para entender.

Hoje, aos 68 anos, ninguém mais estranha os "métodos" de Juvenal de Holanda Vasconcelos. Ele é ovacionado no mundo todo por este talento alquímico, que diz ter desenvolvido sozinho - aos 12 anos, já era músico, tocando em cabarés da cidade, com liberação do Juizado da Infância. Porém, Naná Vasconcelos ainda lamenta um fato: “eu sou um Brasil que o Brasil não conhece. As pessoas aqui me conhecem só como o cara que faz a abertura do carnaval, maracatu, essas coisas. Ninguém sabe de mim aqui”, disse o músico, em conversa com o G1, em sua confortável casa, na Zona Norte do Recife.

A crítica dele gira em torno de um trabalho que considera quase inédito no país, um concerto musical com instrumentos percussivos, no qual reina como solista absoluto, com seu inseparável berimbau. Ele carrega no pescoço, inclusive, um pingente em ouro do instrumento de corda do qual se aproximou na década de 1960 e ficou consagrado no cena musical. A apresentação é acompanhada por orquestras sinfônicas – um encontro dos extremos, o erudito e o popular.

“Eu faço [o concerto de berimbau] pelo mundo, e nunca toco aqui. Pernambuco tem essa história que todo artista pernambucano tem que sair daqui, Lenine, Cordel do Fogo Encantado, Nação Zumbi, Mestre Ambrósio. Pernambuco não sabe vender o que tem, diferente dos baianos, por exemplo. O carnaval é popular, fantástico, mas ao mesmo tempo é muito pobre, às vezes circula mais dinheiro em um camarote lá em Salvador do que em todo Carnaval do Recife, porque aqui não tem essa visão de mercado ”, critica.

Segundo Naná, esse trabalho só foi realizado porque morava fora do país – ele passou mais de 20 anos entre Paris, na França, e Nova Iorque, nos Estados Unidos, retornando ao Brasil em 1986. “Aqui, eu só acompanhava canários [cantores], porque eu toco instrumentos que não são melódicos, de certa forma, e eu criei uma coisa única, que é fazer um concerto de percussão musical. Não foi fácil, mas consegui, quebrei certas barreiras. Hoje faço isso no mundo todo, e isso o Brasil não conhece. Conhece apenas aquele mito, o cara que ganhou oito Grammys, mas eu nunca tenho a oportunidade de mostrar isso aqui”, falou.

Mas o próprio músico ameniza suas reclamações, falando que o Brasil é artisticamente rico, tem cantores, bandas e movimentos surgindo o tempo todo. “O Brasil tem tanta coisa acontecendo, para o estilo que você correr, tem dois ou três de destaque. O país é assim, com música popular e ‘pra pular’, de excelente qualidade. Foi Tom Jobim, que também vivia em Nova Iorque, que me fez entender isso de certa forma, porque ele também não era convidado para tocar aqui”, explicou.

O último Grammy de Naná foi conquistado em 2011, na categoria “Melhor Álbum de Raízes Brasileiras – Regional Nativa”. O disco que rendeu o prêmio ao músico foi “Sinfonia e Batuques”, lançado pela Azul Music, em 2010. E foram vários “canários” que tiveram a voz acompanhada pelo seu batuque, como Milton Nascimento, Geraldo Vandré, Caetano Veloso e Marisa Monte.

Ele afirma que a parceria com Egberto Gismonti foi marcante na carreira dele. O encontro rendeu um Grammy Latino, com o álbum “Dança das Cabeças". E será que o pernambucano ainda deseja trabalhar com algum artista? “Acho que não, já me meti em tantas situações, com diferentes músicos, diferentes músicas, até eletrônica. Vou de Villa Lobos a Jimi Hendrix. Toquei com B.B. King, Miles Davis, Talking Heads, Brian Eno. E eu nunca procurei trabalho, as coisas sempre foram aparecendo para mim”, comentou.


Desafios

Neste carnaval, Naná Vasconcelos vai estar em todo canto. Não apenas na abertura da festa, quando tradicionalmente rege centenas de batuqueiros de maracatus do estado. Já comanda esse espetáculo há 12 anos, no Marco Zero do Recife. "Foi um desafio fazer esse encontro, pois os maracatus são inimigos, de uma certa forma. É como colocar as baterias da Mangueira e Portela para tocarem juntas. Eles só aceitaram porque entenderam que eu representaria e defenderia eles, pois estavam desaparecendo, só participava quem morava nos bairros e morros carentes. Hoje, muitas barreiras foram quebradas e as pessoas vão até eles, não têm mais medo, e tem até mulheres tocando maracatu, que era proibido", falou.

Outro trabalho desafiante de que Naná Vasconcelos orgulha-se bastante é o desenvolvido com crianças, como Língua Mãe e ABC Muscial. O primeiro reúne crianças brasileiras, portuguesas e africanas em um espetáculo percussivo. No outro, ele introduz jovens entre 7 e 12 anos de vários países no ensino musical. “Coisas assim me interessam fazer, pois são coisas que vão ficar. Fui a Portugal, África, Brasil, peguei crianças, que nunca vão se esquecer disso. Me sinto útil assim, porque peguei o que sei fazer, a música, para dar cidadania, identidade para elas”, comentou.

O próximo desafio será o lançamento de "Quatro elementos", que terá dez músicas inéditas. A retomada da produção e lançamento do disco está previsto para logo depois do carnaval. O 'bicho estranho' está pronto para atacar mais uma vez. "Estou muito feliz com a homenagem. Eu sou chorão, não sou de esconder minhas emoções, já chorei por isso. É muito forte para mim porque já recebi tantos prêmios lá fora, mas aqui, no Recife, ainda quando estou vivo, foi uma surpresa para mim, profundamente gratificante". Além de Naná Vasconcelos, o fotógrafo pernambucano Alcir Lacerda, falecido em 2012, também é homenageado na folia da capital pernambucana, este ano.

CALENDÁRIO MUSICAL - FEVEREIRO

Dia 01 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Ernesto Nazareth, aos 70 anos (1934).
Nasce em Bananal (SP) o compositor paulista Pedro Walde Caetano, o Pedro Caetano (1911).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a instrumentista, compositora, arranjadora e cantora Eliane Corrêa Salek (1955).
Nasce em Londrina (PR) a cantora e compositora Assiria Seixas Lemos do Nascimento (1960).
Nasce Fernando Alves de Lima, o Fernando Monstrinho, integrante do grupo Raça Negra (1971)
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, violonista e compositor Carlos Didier (1954).

Dia 02 - Morre em Olinda (PE) o cantor, compositor e um dos idealizadores do movimento mangue beat em Recife Francisco de Assis França, o Chico Sciense (1997).
Nasce o cantor e compositor pernambucano Lenine (1959).
Nasce no Recife (PE) o compositor, instrumentista e regente Raul Corumila de Morais, o Raul de Morais (1891).
Nasce em Guanhães (MG)a professora e pesquisadora Geralda Magela da Purificação Longhi (1952).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e violonista Marco Aurélio Sena Marinho (1962).
Morre em Guaratinguetá (SP) o maestro, compositor e instrumentista José Catharina Gonçalves, o maestro José Catharina (1928).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Conceição Maria Gomes da Fonseca, a Ceiça (1964).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o banjista e compositor Aristides Júlio de Oliveira, o Moleque Diabo (1938).
Nasce em Niterói (RJ) o letrista, teatrólogo, poeta, pintor, caricaturista e escultor Luiz Carlos Peixoto de Castro, o Luiz Peixoto (1889).
Nasce em Paris (França) a instrumentista e pesquisadora Odette Ernest Dias (1929).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Roberto Souza Rocha, o Latino (1973).
Nasce em Recife (PE) o cantor, compositor e violonista Osvaldo Lenine Macedo Pimentel, o Lenine (1959).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Creuza Francisca dos Santos, a Creuza (2002).
Nasce em Vitória (ES) a poeta, atriz, letrista e cantora Elisa Lucinda Campos Gomes (1958).

Dia 03 - Nasce em Viçosa (MG) o instrumentista e compositor Hervê Cordovil (1914).
Morre no Rio de Janeiro (1935) o violonista e compositor Joaquim Francisco dos Santos, o Quincas Laranjeiras (1935).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Sílvio Narciso de Figueiredo Caldas, o Sílvio Caldas (1998).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Floriano da Costa Belham, o Floriano Belham (1913).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o letrista, pesquisador de MPB, ensaísta, dramaturgo, escritor e professor Frederico Augusto Liberalli de Góes, o Fred Góes (1948).
Nasce em Barra do Piraí (RJ) o baterista, produtor musical e arranjador Cesar Romero Machado, o Cesar Machado (1951).
Nasce em Recife (PE) o compositor, cantor, radialista e produtor Jadiel Guerra (1957).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, revistógrafo, jornalista, poeta e produtor radiofônico Antônio Guimarães Cabral, o Aldo Cabral (1912).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Priscila de Lucena Leão, a Prist Leão (1983).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Dalmo Martins Castello, o Dalmo Castello (1943).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Cícero Nunes Cordeiro, o Cícero Nunes (1993).
Nasce em Lisboa (Portugal) o cantor, compositor e produtor Abílio Manuel Robalo Pedro, o Abílio Manoel (1947).


Dia 04 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) p cantor e compositor Jessé Gomes da Silva Filho, o Zeca Pagodinho (1959).
Nasce Rio de Janeiro (RJ) o cantor. músico e compositor Marcelo Camelo (1978).
Nasce em Bebedouro (SP) o pianista, compositor e arranjador Hamleto Stamato Júnior, o Hamleto Stamato (1968).
Nasce em Monte Alegre (RJ) o compositor, músico e cantor José da Silva Cruz, o Zé da Cruz (1927).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e pianista Ernesto Júlio de Nazareth, o Ernesto Nazareth (1934).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista José Canuto Verçosa da Silva, o Zé Canuto (1966).
Nasce em Porto Alegre (RS) o instrumentista Flávio Corrêa (1900).
Nasce em Recife (PE) o compositor, artista plástico e professor José Michiles da Silva, o J. Michiles (1943).
Nasce em Porto Alegre (RS) o maestr, arranjador e compositor Alexandre Gnattali (1918).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o produtor musical, animador cultural e jornalista Mário Ribeiro Albano de Aratanha, o Mário de Aratanha (1945).
Morre em Taubaté (SP) o compositor Anacleto Rosas Jr. (1978)
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Joaquim Rafael Paúra, o Rafael Só (2007).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o jornalista, musicólogo e crítico Ary Vasconcelos (1926).

Dia 05 - Nasce o guitarrista e compositor paulista Edgard Scandurra (1962).
Nasce o baixista André Corrêa, integrante do grupo Skuba (1976).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o escritor e poeta Joaquim Osório Duque Estrada (1927).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Irlan Figueiredo Passos, a Lana Bittencourt (1931).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ)o musicólogo e crítico musical Sérgio Nepomuceno Alvim Correia (1931).
Nasce em Belém (PA) o pesquisador, divulgador e produtor multimídia Ruy Sergio Medina Godinho, o Ruy Godinho (1955).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e instrumentista Eduardo Lyra Krieger, o Edu Krieger (1974).

Dia 06 - Nasce em Iguarapava (SP) o cantor e compositor Jair Rodrigues de Oliveira, o Jair Rodrigues (1936).
Nasce em Patos de Minas (MG) a cantora e compositora Glaucia Nasser de Carvalho, a Glaucia Nasser (1963).
Nasce Oscar Luiz Werneck Pellon, o Oscar Bolão, integrante do grupo Coisas Nossas (1954).
Nasce Adeílson Pereira, o Chorão, integrante do grupo Os Travessos (1980).
Nasce em Natal (RN) o cantor João da Costa Neto, o Joãozinho, vocalista do Trio Irakitan (1930).
Nasce em Belém (PA) o poeta e letrista Álvaro Jorge de Sena Andrade, o Jorge Andrade (1954).
Nasce em Ganhães (MG) o violonista, compositor e arranjador Juarez Ferreira Moreira, o Juarez Moreira (1954).
Nasce em São Paulo (SP) o produtor e pesquisador musical Carlos Henrique de Abreu Savalla, o Carlos Savalla (1958).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e pianista Luiz Paulo Simas, o Luiz Simas (1948).
Nasce em Tiros (MG) o jornalista, letrista, poeta, artista plástico, produtor cultural e pesquisador Francisco de Assis Chaves Bastos, o Xico Chaves (1948).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a pastora e personalidade pública da cidade do Rio de Janeiro Eusébia Silva de Oliveira, a Dona Zica (1913).

Dia 07 - Morre em São Paulo (SP) o pianista Pedrinho Mattar (2007).
Nasce em Valença (RJ)a cantora e compositora Clementina de Jesus da Silva, a Clementina de Jesus (1907).
Nasce em Niterói (RJ) o pianista e compositor Romualdo Peixoto, o Nonô (1901).
Nasce em Jacareí (SP) o compositor, pianista e regente José Maria de Abreu (1911).
Morre em Natal (RN) o compositor, flautista, trompetista, saxofonista, violonista e clarinetista Antônio Pedro Dantas, o Tonheca Dantas (1940).
Nasce em Santos (SP) o jornalista, crítico e pesquisador da história da música popular brasileira José Ramos Tinhorão (1928).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Silvio Vieira (1970).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor e instrumentista Eduardo Gallotti Póvoa, o Eduardo Gallotti (1964).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, regente e cantor Marcos Antônio da Fonseca Portugal, o Marcos Portugal (1830).
Nasce em Surubim (PE) o maestro, compositor e instrumentista José Severino de Araújo, o Mestre Cazuzinha (1895).
Nasce em São Paulo (SP) o Compositor, cantor, ator, dramaturgo, diretor teatral e sonoplasta Álvaro Cueva de Moraes, o Álvaro Cueva (1964).
Nasce em Porto Feliz (SP) o violonista José Martins Duarte de Melo, o Melino de Piracicaba (1873).
Nasce o músico José Luiz Oliveira da Costa Maia, o Zé Luís Maia (1971).
Nasce em Ribeirão Preto (SP) a cantora e compositora Verônica Meirelles Pereira Ferriani, a Verônica Ferriani (1978).

Dia 08 - Morre o cantor e compositor Wanderley Alves dos Reis, popularmente conhecido por Wando. O artista foi vítima de uma parada cardíaca (2012).
O primeiro disco do grupo As Frenéticas vende 138 mil cópias em apenas três meses (1978).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Helim Silveira Neves, o Roberto Paiva (1921).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o Violonista, compositor, arranjador, regente, Multiinstrumentista e produtor musical Ruy Quaresma (1952).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o escritor, crítico, jornalista e ator Osmar de Araújo Frazão (1936).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Antônio do Amaral Oliveira, o Milton Amaral (1898).
Nasce em Lambari (MG) o compositor, violonista e advogado José Candido de Mello Mattos Sobrinho, o Candinho (1934).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o violonista Gabriel Muniz Improta França (1975).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Sílvio Pereira da Silva, o Silvinho da Portela (2001).

Dia 09 - Nasce em Marco de Canavezes, Portugal (Portugal) a cantora, atriz e dançarina Maria do Carmo Miranda da Cunha, popularmente conhecida por Carmen Miranda (1909).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, jornalista, locutor e instrumentista Ary de Resende Barroso, o Ary Barroso (1964).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca, da dupla Pena Branca e Xavantinho (2010).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Otávio Henrique de Oliveira, o Blecaute (1983).
Nasce em Teófilo Ottoni (MG) o compositor Vicente Fernando Vieira Ferreira, o Vicente Amar (1929).
Nasce em Santo André (SP) o cantor e ator Edson Cordeiro (1967).
Morre em Recife (PE) o compositor, regente, violinista, trompetista, flautista e arranjador Francisco Libânio Colás (1885).
Morre em Feira de Santana (BA) o compositor, violonista e regente João Manuel Dantas (1874).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista e produtor musical Hélcio Pascoal Milito, o Hélcio Milito (1931).
Nasce em Indaiatuba (SP) o compositor, clarinetista e pianista Nabor Pires Camargo (1902).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Luis Abdenago dos Reis, o Luis Reis (1980).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Luiz Henrique (1972).

Dia 10 - Nasce em Niterói (RJ) o cantor Cauby Peixoto Barros, o Cauby Peixoto (1931).
Nasce Aluísio Didier, o Luita do grupo Coisa Nossa (1956).
Nasce em Camutanga (PE) o compositor e instrumentista Getúlio Cavalcanti (1942).
Nasce no Rio de Janeiro (PE) o cantor e compositor Roberto Audi (1934).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pianista, arranjado, compositor, produtor musical e professor de música Antônio Adolfo Maurity Sabóia, Antonio Adolfo (1947).
Nasce no Recife (PE) o instrumentista e compositor Fernando da Silva Caneca Júnior, o Fernando Caneca (1964).
Nasce em Alfenas (MG) o cantor e compositor Silvio Ferreira de Brito, o Silvio Brito (1949).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pesquisador da música popular carioca e produtor musical Luiz Francisco Almeida Cunha, o Lafê Almeida (1946).
Morre em Porto Alegre (RS) o compositor, folclorista, radialista, contista, romancista Luís Carlos Barbosa Lessa, o Barbosa Lessa (2002).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, letrista, ritmista, cantor e radialista Henrique Gonçalves da Silva, o Henrique de Almeida (1917).

Dia 11 - Nasce em Niterói (RJ) o instrumentista e arranjador Sergio Santos Mendes, o Sérgio Mendes (1941).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o regente, compositor e instrumentista Romeu Silva (1893).
Morre em Pirenópolis (GO) o copista, violinista e compositor Brás Luis de Pina (1899).
Morre em São Paulo (SP) o regente, compositor, instrumentista e radialista Alberto Marino (1967).
Morre em Meia Ponte (hoje Pirenópolis) (GO) o regente e compositor Silvino Odorico Siqueira (1935).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, letrista e compositor Alfredo Albuquerque (1884).
Nasce em Jundiaí (SP) o multiinstrumentista José do Patrocínio Oliveira, o Zé Carioca (1904).
Nasce em São Paulo (SP) o músico Jether Benevides Garotti Jr., o Jether (1964).
Morre em Curitiba (PR) o cantor e compositor Palminor Rodrigues Ferreira, o Lápis (1978).
Morre Arnaldo Rosa, integrante do grupo Demônios da Garoa (2000).

Dia 12 - Nasce em Duas Barras (RJ) o cantor, escritor e compositor Martinho José Ferreira, popularmente conhecido como Martinho da Vila (1938).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Roberto Audi (1934).
Morre em Niterói (RJ) o instrumentista e compositor Levino Albano da Conceição, o Levino da Conceição (1955).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e violonista Paulo Roberto Teixeira Lopes, o Beto Cavaco, integrante do grupo Nosso canto (1952).
Nasce em Garanhuns (PE) o cantor, instrumentista, compositor José Domingos de Moraes, o Dominguinhos (1941).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, produtor e instrumentista Wanderson Jorge de Paula Martins, o Wanderson Martins (1962).
Nasce em Goiânia (GO) a cantora, folclorista, radialista e violonista Eli Camargo (1930).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Hélio Correia de Paiva, o Hélio Paiva (2011).
Nasce em Niterói (RJ) o pianista e produtor musical Alberto Luiz Farah (1948).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor, violonista e cavaquinista Américo Jacomino, o Canhoto (1889).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, arranjador, regente e instrumentista Astor Silva (1968).
Nasce em Zurique (Suíça) o instrumentista, professor e compositor Walter Smetak (1913).
Morre em São Paulo (SP) o radialista, ritmista, compositor, letrista e cantor Henrique Gonçalves da Silva, o Henrique de Almeida (1985).
Morre em Duque de Caxias (RJ) o compositor Jair Siqueira Lobo, o Jair Lobo (2003).
Nasce em Montes Claros (MG) a pianista Talitha Maria Cardoso Peres, a Talitha Peres (1953).
Nasce em Juiz de Fora (MG) o instrumentista (saxofonista e flautista) Odorico Victor do Espírito Santo, o Victor Neto (1953).
Nasce em Porto Alegre (RS) o instrumentista Aluisio Martins Veras Filho, o Aluisio Veras (1955).
Nasce em Salto (SP) o maestro, arranjador, compositor e instrumentista Odmar Amaral Gurgel, o Gaó (1909).
Nasce no Pará o instrumentista Cledivan Almeida Farias, o Chimbinha (1974).

Dia 13 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) o arranjador, regente, compositor e pianista Radamés Gnattali (1988).
Maria Bethânia estréia no espetáculo OPINIÃO, substituindo Nara Leão (1965).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o músico e compositor Romeu Seibel, o Chiquinho do Acordeom (1993).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e pianista José Francisco de Freitas (1956).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Sylvinha Chiozzo (1938).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista Rafael Lemos Junior, o Fafá Lemos do Trio Surdina Violino (1921).
Nasce em Ingazeira (PE) o cantor e compositor Antônio Monteiro dos Santos, o Alcymar Monteiro (1953).
Morre em São Paulo (SP) a cantora Vasilíki Purchio, a Neusa Maria (2011).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o médico e compositor José Marques Gomes, o Paulo Roberto (1973).
Nasce em Lisboa (Portugal) a cantora Ermenegilda Pereira, a Gilda Valença (1926).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e pesquisador Carlos Alberto Monteiro Rego, o Carlos Montes (1950).
Morre na Califórnia (EUA) o instrumentista e compositor Djalma de Andrade, o Bola Sete (1987).
Nasce em Niterói (RJ) o compositor, arranjador, diretor musical e instrumentista Alessandro Couto Cardozo (1980).

Dia 14 - Nasce em Recife (PE)o cantor e compositor Reginaldo Rodrigues Santos Rossi, o Reginaldo Rossi (1944).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Carmélia Alves Curvello, a Carmélia Alves (1923).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) músico e compositor carioca Newton Ferreira de Mendonça, o Newton Mendonça (1927).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Taiguara Chalar da Silva, o Taiguara (1996).
Nasce em Jacareí (SP) a cantora Nair de Cândia Alem, s Nair Cândia (1952).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Jacob Pick Bittencourt, o Jacob do Bandolim (1918).
Nasce em Duque de Caxias (RJ) o cantor e instrumentista André Luiz Lopes Vianna, integrante do grupo Nosso Canto (1966).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o cantor, compositor, tecladista, arranjador, produtor musical e multiinstrumentista Cláudio Faria (1969).
Nasce em Mesquita (RJ) o cantor e compositor Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró (1946).
Nasce o cantor e compositor Tupaciguara (MG) Dhione, da dupla Dhione e Helton (1973).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, compositora e instrumentista Monique Kessous (1984).
Nasce em São Paulo (SP) a produtora cultural, cantora e compositora Juliana Piccardi Kehl (1977).

Dia 15 - Nasce o compositor, clarinetista e saxofonista mineiro Abel Ferreira (1915).
Morre o cantor lírico paulista Antonio Lotti Netto (2006).
Nasce em Juquiá (SP) a cantora e compositora Edith Veiga (1939).
Morre em Pelotas (RS) o cantor e compositor José Mendes (1974).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, professor e compositor Paulo Augusto Duque Estrada Meyer, o Duque Estrada Meyer (1848)
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, jornalista, advogado, folclorista, relações públicas e escritor Claribalte Passos (1986).
Nasce em Coromandel (MG) o instrumentista e compositor Abel Ferreira (1915).

Dia 16 - Fundação do Theatro da Paz em Belém do Pará (1878).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o regente, compositor e flautista Benedito Lacerda (1958).
Nasce em Campina Grande (PB) o compositor e instrumentista Porfírio Alves da Costa, o Porfírio Costa (1913).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista Guilherme de Souza Leão Maravilhas, o Mará, do grupo Forroçacana (1973).
Morre no Recife (PE) o músico e instrumentista Esdras Mariano Rodrigues, mais conhecido por Lalão (2013).

Dia 17 - Nasce em São José do Rio Preto (SP) o instrumentista, arranjador e compositor Paulo Moura (1933).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e instrumentista Ari Alves de Souza, o Ari do Cavaco (1942).
Nasce em Ituiutaba (MG) o cantor Francisco Adão Gonçalves, o Nhôzinho do Trio da Vitória (1939).
Nasce em Catalão (GO) o cantor e compositor Amado Rodrigues Batista, o Amado Batista (1951).
Nasce em Natal (RN) o cantor e compositor Erivaldo Nascimento Galvão, o Babal (1957).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, instrumentista, pintor e ator Monsueto Campos Menezes (1973).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor e compositor Aroldo Alves Sobrinho, o Peninha (1953).
Nasce em Américo de Campos (SP) o cantor Carlos de Oliveira, o Pirajá, da dupla Piauy e Pirajá (1941).
Nasce em Ubá (MG) o cantor, violonista e ortodontista Maximino Brandão Barreto, o Max Barreto (1960).
Nasce em Petropólis (RJ) o poeta, escritor e compositor Jayme Villa Verde (1924).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e cantor Osvaldo de Gusmão Pereira, o Oswaldo G. Pereira (1968).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Beatriz Azevedo de Brito, a Marisa Barroso (1932).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, orquestrador, instrumentista e arranjador Alfredo da Rocha Vianna, o Pixinguinha (1973).
Nasce em Patos (PB) a professora e percussionista Wênia Xavier de Medeiros, a Wênia Medeiros (1978).

Dia 18 - Nasce em Recife o compositor erudito Marlos Nobre de Almeida, mais conhecido como Marlos Nobre (1939).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, arranjador, pianista, cantor e regente Vicente Paiva Ribeiro, o Vicente Paiva (1964).
Morre em unta Del Este (Uruguai) o cantor Aldimir Torres Ribeiro, o Almir Ribeiro (1958).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e instrumentista Nelson Cavaquinho, aos 74 anos (1986).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Tárcio Ricardo Guimarães, o Tárcio (1975).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor José Franco Lattari, o Franco (1952).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, guitarrista e compositor Gilson Szrajbman, o Big Gilson (1959).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Jorge Gomes Pessanha, o Jorginho Pessanha (1981).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pianista e compositor Luis Nunes Sampaio, o Careca (1886).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, letrista e compositor Boabdil Miranda Varejão, o Mirandela (1947).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o produtor musical e jornalista Luiz Antonio de Farias Mello (1955).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Anísio Silva (1989).
Morre em Nova Iguaçu (RJ) o cantor e compositor Edson Fagundes, o Dedé da Portela (2003).
Morre em Natal (RN) o compositor e instrumentista José Idelfonso Feire de Souza, o Zé Menininho (1984).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista Miguel Costa Gandelman (1983).

Dia 19 - Nasce em Patos (PB) a compositora e cantora Glória Gadelha, a Glorinha Gadelha (1947).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor José Ivo da Costa, o Zeca Ivo (1964).
Nasce em Campina Grande (PB) o compositor, instrumentista, maestro, arranjador e orquestrador Alcides Leão (1916).
Morre em Rio Tinto (PB) o cantor e compositor Luiz Wandeerley de Almeida, o Luiz Wanderley (1993).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, radialista, musicólogo, pesquisador e produtor radiofônico Henrique Foréis Domingues, o Almirante (1908).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Francisco Paula Mignone, o Francisco Mignone (1986).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o violonista Rafael Lemos Júnior, o Fafá Lemos (1921).
Nasce em Canoas (RS) o violonista, compositor e cantor José Luiz Fernandes, o Zé Caradípia (1956).
Nasce em Esplanada (BA) o letrista, poeta, escritor, publicitário, jornalista e médico José Carlos Capinan, o Capinan (1941).
Nasce em Piracicaba (SP) o compositor, arranjador e violonista Alessandro dos Santos Penezzi, o Alessandro Penezzi (1974).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Clara Sandroni (1960).
Nasce em Macapá (AP) o cantor e compositor Delson dos Anjos Moreira, o Delson Moreira (1963).

Dia 20 - Morre em Los Angeles (EUA) o cantor, compositor, produtor e narrador Aloysio de Oliveira (1995).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, compositor, produtor musical e arranjador Eduardo Souto Neto (1951).
Nasce em Buenos Aires (Argentina) o instrumentista, arranjador, cantor e produtor musical Victor Biglione (1958).
Morre em Nova York (EUA) o soprano Elsie Houston-Péret (1943).
Nasce em Meolo (Itália) o compositor e pianista Pedro Ângelo Camin (1870).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o trompetista Araquén Peixoto Barros (2008).
Morre em Santo André (SP) o músico José Catharina Gonçalves Filho, o Zezinho do Trombone (1962).
Nasce em Quixadá (CE) o instrumentista, compositor e arranjador Adriano Jorge Giffoni de Lima, o Adriano Giffoni (1959).
Nasce em Macapá (AP) o produtor e roteirista Ronaldo Caldas Pereira, o Ronaldo Pereira (1963).
Nasce em São Caetano do Sul (SP) o cantor e compositor Marcio Ribeiro, o Breno, da dupla Breno e Duran (1963).

Dia 21 - Morre em Ribeirão Preto (SP) o instrumentista e compositor Belmácio Pousa Godinho, o Godinho (1980).
Nasce em Salvador (BA) o compositor, instrumentista, diretor musical e médico Alberto José Simões de Abreu, mais conhecido por Tuzé de Abreu (1948).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o escritor, pesquisador e carnavalesco Amaury Jório (1925).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista Jefferson Gonçalves da Costa, o Jefferson Gonçalves (1970).
Morre em Serro (MG) o poeta e compositor Aureliano José Lessa (1861).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a atriz, compositora, cineasta e cantora Norma Bengell (1935).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, multinstrumentista, compositor e regente Francisco Manuel da Silva (1795).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor e aartista plástico Alexandre Manuel Thiago de Mello, o Manduka (1952).
Nasce em Salvador (BA) a cantora, compositora, poeta e letrista Rosa Emília Machado Dias, a Rosa Emília (1965).
Nasce em Franca (SP) o arranjador, instrumentista e compositor Jaime Alem (1952).
Nasce em Macapá (AP) o instrumentista Cassius Theperson Almeida da Costa, o Cassius Theperson (1975).
Nasce em São Paulo (SP) o músico Fernando Ricardo Xavier da Silveira Filho, integrante do grupo O bando de Maria (1974).

Dia 22 - Nasce em Três pontas (MG) o violeiro e cantor João Viola (1943).
Morre em Recife (PE) o cantor e compositor Luís Bandeira (1998).
Morre em São Paulo (SP) o cantor, compositor, violonista e violeiro Adauto Antonio dos Santos, o Adauto Santos (1999).
Morre em São Paulo (SP) o cantor, humorista e compositor Januário de Oliveira Chirico, o Januário de Oliveira (1963).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Sérgio Murilo Vieiros, o Sérgio Coelho (1961).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, produtor musical e compositor Fernando Clark Fontainha, o Fernando Clark (1966).
Nasce na Itália o cantor e compositor Lorenzo Giannetto, o Bruno Marnet (1922).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Nílton da Silva, o Nilton Campolino (2001).
Morre em São Paulo (SP) o instrumentista, compositor e arranjador Luis Chaves Oliveira da Paz, o Luis Chaves (2007).
Nasce em Cabo Frio (RJ) o instrumentista Marcílio Lopes, integrante do grupo Água de Moringa (1960).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, instrumentista e compositor Anescar Pereira Filho, o Anescarzinho do Salgueiro (2000).

Dia 23 - Nasce em Jaboatão dos Guararapes (PE) o cantor e compositor José Bezerra da Silva, o Bezerra da Silva (1927).
Nasce o cantor, fundador do grupo funk'n'lata e compositor Ivo Meirelles (1963).
Nasce em Vitória (ES) a cantora e atriz Sylvinha Mello (1914).
Nasce em Batatais (SP) o cantor José Venâncio do Nascimento Neto, o Venâncio do Trio da Vitória (1935).
Nasce em Belém (PA) o violonista e compositor Nelson Batista Ferreira, o Nego Nelson (1949).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora, compositora e violonista Lizette Cecato, a Lica Cecato (1956).
Morre em São Paulo (SP) a pesquisadora e folclorista Oneyda Paolielo de Alvarenga, a Oneyda Alvarenga (1984).

Dia 24 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Ester de Abreu Pereira, a Ester de Abreu (1997).
Nasce em Minas Gerais o instrumentista Antônio José da Silva (1924).
Nasce em São Pedro de Piracicaba (SP) Ângelo Russo Reale, o Ângelo Reale (1903).
Nasce em Guaranésia (MG) o instrumentista, compositor e produtor fonográfico Roberto Stanganelli (1931).
Nasce em Casa Branca (SP) o compositor e radialista Geraldo Meirelles (1926).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Paulo César de Oliveira Feital (1951).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o médico, letrista e escritor Marcelo Paiva Paes de Oliveira, o Marcelo Paes (1962).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor Cândido de Arruda Botelho, o Cândido Botelho (1907).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor e produtor Sérgio Beneli Campelo, o Tony Campelo (1936).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e ator Marcelo Vianna (1969).
Morre em Niterói (RJ) o cantor e compositor Peri Oliveira Martins, o Pery Ribeiro (2012).

Dia 25 - Morre em São Paulo (SP) o músico, escritor, pesquisador e crítico Mário Raul de Morais Andrade, o Mário de Andrade (1945).
Nasce em Itaji (BA) o cantor, compositor, instrumentista e produtor Durval Martins Souto (1954).
Nasce em Além Paraíba (MG) o cantor e compositor Antonio de Oliveira (1946).
Nasce o percussionista Ademir Rodrigues da Luz, o Rodrigão do grupo Os Travessos (1976).
Morre o cantor e compositor Roberto Roldan (1974).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o arranjador, instrumentista, compositor e professor de música Carlos Alberto Daltro Malta, o Carlos Malta (1960).
Morre em São Paulo (SP) o violonista, produtor, pesquisador e compositor Teotônio Pavão (1988).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o poeta, letrista, crítico literário, jornalista e advogado Tanussi Cardoso (1946).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pianista José Carlos Pité, o Zé Pité (1944).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Jorge de Castro (1915).
Nasce em Piracicaba (SP) o cantor, compositor e instrumentista Antônio Messias de Campos, o Toniquinho Batuqueiro (1929).
Morre em São Paulo Artur Bernardo, integrante do grupo Demônios da Garoa (1990).

Dia 26 - Nasce em São Paulo (SP) a cantora Isaura Garcia (1919).
Nasce no Recife (PE) o cantor, compositor, violonista e arranjador Armando Lôbo de Azevedo Mello Neto, o Armando Lôbo (1971).
Nasce em São Gonçalo (RJ) o cantor, compositor e instrumentista Altay Velloso da Silva, o Altay Veloso (1951).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Sueli Aparecida Mazurega, a Sula Mazurega (1963).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e apresentador Wilson Simonal de Castro, o Wilson Simonal (1939).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o violeiro, professor de música, poeta e pintor Messias dos Santos (2011)
Nasce em Esplanada (BA) a cantora Maria Creuza Silva Lima, a Maria Creuza (1944).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e escritor Marco André Feldman Schneider, o Marco Schneider (1970).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e produtor Nazareno Fortes de Brito, o Nazareno Brito (1925).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor, produtor, instrumentista e arranjador Marcelo Lessa (1958).
Nasce em Caratinga (MG) o escritor e jornalista Ruy Castro (1948).

Dia 27 - Nasce em Belém (PA) o cantor e compositor Beto Barbosa (1955).
Nasce em Aracaju (SE) o instrumentista e compositor Luiz Americano Rego, o Luiz Americano (1900).
Nasce o cantor e compositor Rodrigo Fernando do Amaral Silva, o Rodriguinho do grupo Os travessos (1976).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, instrumentista, poeta, dramaturgo, jornalista e teatrólogo Ari Kerner Veiga de Castro, o Ari Kerner (1906).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Sandra Mara Vieira da Silva, a Sandra Vieira (1964).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o trompetista e compositor Casemiro Gonçalves da Rocha, o Caseimiro Rocha (1912).
Nasce em Carnaíba das Flores (PE) o compositor e médico José de Souza Dantas Filho, o Zé Dantas (1921).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Mônica Salmaso (1971).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, instrumentista, produtor e cantor Paulo Muniz (1976).
Morre em São Paulo (SP) o músico Toninho, integrante do grupo Demônios da Garoa (2005).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Sônia de Carvalho (1914).
Nasce em Montes Claros (MG) o instrumentista e compositor Ivanildo Silva, o Marimbondo Chapéu (1981).
Morre a pianista e compositora Maria Alice Saraiva (2001).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Walter Nunes de Abreu, o Walter Alfaiate (2010).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, instrumentista e compositor Daniel Porto Carreiro Gonzaga do Nascimento, o Daniel Gonzaga (1975).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Mário Pereira, o Marinho da Muda (1987).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Paulo Roberto dos Santos, o Paulo Bi (1956).
Nasce em Machado (MG) a cantora e atriz Rosa Maria Colin, a Rosa Marya (1945).
Nasce em Barcelona (Espanha) o crítico musical Carlos Galilea Nin, o Carlos Galilea (1958).
Nasce em Pacatuba (SE) o instrumentista Antônio Alves dos Santos, o Borracha do Triângulo (1954).

Dia 28 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Teresa Cristina Macedo Gomes, a Teresa Cristina (1968).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a regente, compositora e pianista Francisca Hedwiges de Lima Neves Gonzaga, a Chiquinha Gonzaga (1935).
Nasce em Cabo Frio (RJ) o escritor e compositor Abel Ferreira da Silva, o Abel Silva (1945).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Jussara de Melo Vieira, a Rosita Gonzales (1997).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, guitarrista e compositor Paulo Zdanowski, o Paulo Zdan (1954).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, teatrólogo, pianista, regente e crítico Francisco de Assis Pacheco (1937).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, compositora e vedete Virgínia Giacone (1920).
Nasce em Campinas (SP) o radialista, compositor, jornalista e letrista Denis Brean (1920).

Dia 29 - Morre em Salvador (BA) o professor e compositor Domingos da Rocha Viana, o Domingos Moçurunga (1856).
Nasce em Botucatu (SP) o cantor, compositor e violonista Maurício Rezzani (1960).

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