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ENTREVISTAS EXCLUSIVAS

Um bate-papo com alguns dos maiores nomes da MPB e outros artistas em ascensão.

HANGOUT MUSICARIA BRASIL

Em novo canal no Youtube, Bruno Negromonte apresenta em informais conversas os mais distintos temas musicais.

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quarta-feira, 6 de maio de 2020

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sexta-feira, 27 de março de 2020

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

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sábado, 27 de abril de 2019

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

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quarta-feira, 3 de abril de 2019

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

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sábado, 12 de janeiro de 2019

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Ícone da MPB apresenta show “Mano que Zuera” cantando seus grandes sucessos

JOÃO BOSCO no Teatro Rival Petrobrás


João Bosco é celebrado dentro e fora do Brasil como uma dos compositores e cantores mais notórios da música brasileira. Conquistou o mundo nos idos da década de 1970 ao firmar parceria com Aldir Blanc, com quem compôs centenas de canções, incluindo "O Bêbado e a Equilibrista", "Falso Brilhante", "Bala com Bala" e "Dois Pra Lá, Dois Pra Cá", que se tornaram clássicos da MPB na voz de eterna de Elis Regina. Agora, toda a preciosidade musical de João Bosco volta ao palco do Teatro Rival Petrobras (Cinelândia) nos dias 11 e 12 de janeiro, sexta e sábado, às 19h30, com o show “Mano que Zuera” cantando sucessos da carreira acompanhando dos músicos Guto Wirtti (baixo), Ricardo Silveira (guitarra) e Kiko Freitas (bateria).

O novo álbum de João Bosco, "Mano Que Zuera", lançado nas plataformas físicas e digitais (via MPB Discos/Som Livre), oito anos depois de "Não Vou Pro Céu, Mas Já Vivo no Chão", último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012, Bosco havia lançado o projeto "João Bosco – 40 Anos Depois", reunindo sucessos de seu repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato. Aliás, "Mano Que Zuera" recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.

Para João Bosco, na verdade, o ineditismo de uma canção está ligado às muitas possibilidades que ela tem de se reinventar.

“Eu tenho um ponto de vista um pouco diferente das pessoas que acham que música inédita é uma música que ainda não foi gravada. Acho que música inédita é aquela que um músico, um intérprete, um arranjador, transforma em outra coisa. A canção nunca se esgota da primeira vez. Há sempre a possibilidade de você procurar novos limites e eu sempre fiz isso nos meus discos”, pontua Bosco.

“Depois do projeto de 2012, agora vem o disco inédito, 'Mano Que Zuera', mas não estou há oito anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca”, finaliza. 

E reinventar é a marca das canções de João Bosco. A cada ano suas músicas ganham versões e vozes diferentes. Elas são imortais. Desde 1967 quando ele conheceu Vinicius de Moraes, que se tronou seu primeiro parceiro, nasceram "Rosa dos Ventos", "Samba do Pouso" e "O Mergulhador", entre outras canções. Depois, na década de 1970, surgiu a parceria com Aldir Blanc e novos sucessos vieram à tona como “O Mestre Sala dos Mares”, “O Bêbado e A Equilibrista”, “Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”, “Caça à Raposa”, “Falso Brilhante”, “O Rancho da Goiabada”, “De Frente Pro Crime”, “Fantasia”, “Bodas de prata”, “Latin Lover”, “O Ronco da Cuíca”, “Corsário”, são algumas delas. Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: “Bala com Bala”. A carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”.

Nos últimos meses João Bosco deu tom a uma nova safra que começou a ser conhecida com o lançamento do single "Onde Estiver", parceria com Francisco Bosco inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras quatro inéditas, incluindo a faixa título, "Fim", "Nenhum Futuro" e "Quantos Rios". Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas "Sinhá", composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão sete cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. João do Pulo, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 30 anos no álbum "Cabeça de Nego", e uma versão instrumental para Clube da Esquina n02 (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima Coisa n02, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos.

A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba "Duro na Queda", clássica representante da nobre linhagem da dupla. "Pé de Vento" inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano.

"Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá”, ressalta.

Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em "Ultra Leve", canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhou um videoclipe.

São muitas histórias, inúmeras músicas e fãs pelo mundo.




SERVIÇO:
Show: João Bosco no Teatro Rival Petrobrás
Data: 11 e 12 de janeiro (Sexta e Sábado)
Horário: 19h30
Local: Teatro Rival Petrobras
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - RJ
Abertura da casa: 18h
Ingressos -Setor A: R$ 120,00 (Inteira), R$ 60,00 (meia-entrada) | Setor B: R$ 90,00 (Inteira), R$ 70,00 (Promoção para os 100 Primeiros Pagantes), R$ 45,00 (meia-entrada)
Venda antecipada pela Eventim: http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp 
Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h
Censura: 18 anos
www.rivalpetrobras.com.br
Informações: (21) 2240-9796
Capacidade: 350 pessoas
Metrô/VLT: Estação Cinelândia
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

SÉRIE "TOM JOBIM INSTRUMENTAL" CELEBRA A OBRA DE ANTONIO CARLOS JOBIM COM QUATRO CONCERTOS GRATUITOS

Os concertos, com participação de sete grandes instrumentistas brasileiros, serão realizados na CAIXA CULTURAL São Paulo no final de semana de 24 a 27 de Janeiro, em comemoração aos 92 anos que Jobim estaria completando no dia 25.




Além das apresentações musicais, o projeto terá também dois bate-papos sobre Jobim e sua obra. No dia 25, com Fábio Caramurue Marco Bernardo, e no dia 26 com Fábio Caramuru e João Marcello Bôscoli.

Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, ou simplesmente Tom Jobim (1927-1994), é um dos maiores nomes de todos os tempos da música brasileira. Notável como compositor, pianista e arranjador, foi um dos criadores do histórico movimento bossa nova.

Para relembrar Jobim e celebrar seu 92º aniversário, a série "Tom Jobim Instrumental" presta homenagem ao compositor através de quatro concertos dedicados a interpretações instrumentais de sua obra por grandes nomes da música instrumental brasileira. Todos eles músicos de reconhecida trajetória, que transitam com autoridade pelo repertório do homenageado.

Gratuitos e com patrocínio da Caixa Econômica Federal, os concertos serão realizados nos dias 24, 25, 26 e 27 de Janeiro de 2019, na CAIXA CULTURAL São Paulo.

A direção musical da série é do pianista Fábio Caramuru.

É uma grande honra estar à frente de um projeto dedicado à lembrança do maestro soberano, reunindo artistas tão representativos da cultura brasileira, afirmaCaramuru.
Segundo ele, "homenagear Tom Jobim é algo que acontece de forma cotidiana e natural, é um prazer inigualável interpretar sua música. A obra de Jobimproporciona uma inesgotável descoberta de sonoridades, talhadas no bom gosto e no equilíbrio, com harmonias, ritmos e melodias essenciais e bastante sofisticados". 

46 obras, em versões instrumentais – Os concertos têm programas diferentes, e cada um deles será mostrado duas vezes. 

No repertório dos concertos, sempre em versões instrumentais, 46 obras de Tom Jobim, criteriosamente escolhidas entre suas mais de 300 composições. Delas, 18 são apenas de Jobim. As demais foram escritas por Jobim e receberam letras de parceiros como Vinícius de Moraes, Newton Mendonça, Aloysio de Oliveira e Chico Buarque.

Nos dias 24, quinta-feira, e 26, sábado, estará no palco o trio formado por Fábio Caramuru, piano, Camilo Carrara, violão, e Toninho Ferragutti, acordeom. No programa, releituras de temas emblemáticos de Tom Jobim, como "Chovendo na roseira", "Dindi", "Garota de Ipanema", "Desafinado", "Wave" e "Samba do avião".

Nos dias 25, sexta-feira, e 27, domingo, o quarteto formado por Marco Bernardo, piano, Léa Freire, flauta, Patrícia Ribeiro, violoncelo, e Edson Ghillardi, percussão, vai tocar, entre tantos outros, clássicos como "Olha Maria", "Gabriela", "Águas de março", "Chega de saudade" e "Retrato em Branco e Preto".

Complementando a parte musical, o legado de Tom Jobim será também tema de dois bate-papos com especialistas, que apresentarão ao público importantes informações sobre a vida e a obra de Jobim.

No dia 25, sexta-feira, Fábio Caramuru e Marco Bernardo vão conversar sobre as influências musicais de Tom Jobim e seus estilos de composição.

No dia 26, sábado, os temas do bate-papo entre Fábio Caramuru e João Marcello Bôscoli serão a vida e a obra de Tom Jobim, a convivência do maestro soberano com grandes nomes da MPB e a música de Jobim no mundo.


S E R V I Ç O

TOM JOBIM INSTRUMENTAL
24 de Janeiro, quinta-feira - 19h15
Fábio Caramuru piano
Camilo Carrara violão
Toninho Ferragutti acordeom

Água de beber / Chovendo na roseira / Quebra-pedra / A correnteza / Dindi / Two kites / Lígia / Flor do mato / Sabiá / Garota de Ipanema / Insensatez / Triste / Desafinado / Eu te amo / Corcovado / Samba de uma nota só / Wave / Luísa / Modinha / Passarim / Surfboard / Ela é carioca / Samba do avião / Boto / Choro


25 de Janeiro, sexta-feira - 19h15
Patrícia Ribeiro violoncelo
Léa Freire flauta
Marco Bernardo piano
Edson Ghillardi percussão

O Morro Não Tem Vez (Favela) / Derradeira Primavera / Na Hora do Adeus / Imagina / Olha Maria / O que Tinha de Ser / Gabriela / Borzeguim / Brigas nunca mais / Luciana / Outra vez / Águas de março / Mojave / Lamento no morro / Valsa do Porto das Caixas / Chega de saudade / Retrato em Branco e Preto / Inútil Paisagem / Foi a Noite / Eu Sei Que Vou Te Amar / Anos Dourados
Às 20h30, após a apresentação musical, bate-papo com Fábio Caramuru e Marco Bernardo: "As influências musicais de Tom Jobim e seus estilos de composição"


26 de Janeiro, sábado - 19h15
Fábio Caramuru piano
Camilo Carrara violão
Toninho Ferragutti acordeom

Água de beber / Chovendo na roseira / Quebra-pedra / A correnteza / Dindi / Two kites / Lígia / Flor do mato / Sabiá / Garota de Ipanema / Insensatez / Triste / Desafinado / Eu te amo / Corcovado / Samba de uma nota só / Wave / Luísa / Modinha / Passarim / Surfboard / Ela é carioca / Samba do avião / Boto / Choro

Às 20h30, após a apresentação musical, bate-papo com Fábio Caramuru e João Marcelo Bôscoli: "A convivência do maestro soberano com grandes nomes da MPB e a música de Jobim no mundo"



27 de Janeiro, domingo - 19h15
Patrícia Ribeiro violoncelo
Léa Freire flauta
Marco Bernardo piano
Edson Ghillardi percussão

O Morro Não Tem Vez (Favela) / Derradeira Primavera / Na Hora do Adeus / Imagina / Olha Maria / O que Tinha de Ser / Gabriela / Borzeguim / Brigas nunca mais / Luciana / Outra vez / Águas de março / Mojave / Lamento no morro / Valsa do Porto das Caixas / Chega de saudade / Retrato em Branco e Preto / Inútil Paisagem / Foi a Noite / Eu Sei Que Vou Te Amar / Anos Dourados



CAIXA CULTURAL São Paulo
Praça da Sé 111, Centro (Estação Sé do Metrô), tel. 3321-4400

Entrada franca
Os ingressos devem ser retirados, a partir das 9 horas, no dia de cada apresentação, na bilheteria da CAIXA CULTURAL. Dois ingressos por pessoa.

Nº de lugares: 80

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre para todos os públicos

Realização: Echo Promoções Artísticas

Patrocínio: Caixa Econômica Federal

domingo, 2 de dezembro de 2018

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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

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sábado, 17 de novembro de 2018

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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

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domingo, 11 de novembro de 2018

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

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sábado, 3 de novembro de 2018

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