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sábado, 11 de dezembro de 2010

NOEL ROSA, 100 ANOS

Por Ailton Magioli e Aluizio Freire

Avós de Noel Rosa (1919-1937), cujo centenário de nascimento é comemorado hoje, Rita de Cássia de Freitas Pacheco, Bellarmina de Medeiros e Manoel Garcia Rosa – o outro avô, Eduardo Correia de Azevedo, é fluminense de Cantagalo (RJ) –, naturais de Leopoldina, na Zona da Mata, são responsáveis pelo que um de seus biógrafos classifica de três quartos de Minas no cantor, compositor e violonista carioca.

A curta passagem de Noel por Belo Horizonte, em 1935, onde se submeteu a tratamento da tuberculose, no entanto, não teria influenciado em nada o compositor em termos de estilo. “Ele já era um artista pronto e acabado”, justifica Carlos Didier, que divide com João Máximo a autoria da esgotada e proibida pela família do músico Noel Rosa – Uma biografia, da Editora UnB, o mais completo estudo sobre o compositor.

Na capital, como descreve o biógrafo, ele mostra mais música do que faz, durante a vivência com a branda boemia belo-horizontina, se comparada à do Rio de Janeiro de então. Além da paródia do Trevo das quatro folhas (a versão de Nilo Sérgio para a canção americana I’m looking over a four leaf clover), que Noel dedicou à cidade, em duas versões – uma para ser tocada em reuniões de família, outra, devidamente apimentada, para ser mostrada na boemia –, o compositor carioca conseguiu melhorar o seu estado de saúde. Ele teria inclusive engordado sob os cuidados da tia Carmem, que morava no Bairro Floresta, Zona Leste da capital.


A agenda comemorativa ao centenário de Noel Rosa em Belo Horizonte é, portanto, mais do que justificada. Além de shows e peças de teatro, o compositor é homenageado com o blog Noel Rosa – 100 canções para o centenário (www.noelrosacentenario.wordpress.com), cuja última edição semanal, com direito a análise temática de sua obra, vai ao ar hoje. Bibliografia, artigos, comentários e vídeos relacionados constam da página, criada pelo compositor Toninho Camargos (ex-grupo Mambembe).

“Uma característica que diferencia Noel de outros compositores brasileiros de sua época é o fato de ele nunca estar fora da mídia”, destaca Toninho, lembrando que, de 1930 a 1936, Noel tinha uma média de 24 gravações/ano. “Com a morte dele, em 1937, este número caiu para 17 gravações/ano”, recorda. Em 1950, de acordo com o blogueiro, Aracy de Almeida foi responsável pelo retorno do compositor à mídia, com o lançamento de dois álbuns, com arranjos do maestro Radamés Gnatalli. “Desde então, Noel é sempre gravado”, constata.

Cotidiano
A perenidade característica da obra de Noel Rosa, que tanto atrai os intérpretes, segundo o biógrafo Carlos Didier, se deve principalmente ao foco que o compositor dava às coisas comuns. “Ele retratava o cotidiano de maneira muito simples”, elogia, salientando, ainda, o fato de a obra de Noel também estar toda focada no samba, não em gêneros atingidos pelo tempo como a marchinha. “O mais interessante disto tudo é a sensibilidade social de Noel, que, para a decepção de alguns, não tinha visão política”, repara, sem tirar méritos do compositor.

“Se o político bem-intencionado atua para que haja progresso social, então Noel passa por cima da questão política, indo direto ao social. E chega lá, então, sem ideologia. Ou seja, sua música não tem aquele arcabouço que com o tempo passa. As palavras de ordem passam”, avalia Didier, lembrando que, sensibilizado pelas pessoas deserdadas da sorte, Noel contava a história delas em sua música. O biógrafo ressalta também a abordagem bem-humorada que o compositor dá para os fatos sociais. “Não a gargalhada, mas aquele humor que exibe a coisa com a graça e com uma ponta de tristeza”, explica.


A obra de Noel Rosa se presta a todo tipo de leituras, de acordo com o também poeta Hermínio Bello de Carvalho, porque ela é atemporal. “Deixemos, pois, que cantem o Poeta da Vila da maneira que sentirem. Quem estiver incomodado, desligue o aparelho de som ou mude de canal”, recomenda Hermínio, ao comentar o lançamento do disco Noel Rosa – Tributo ao centenário, da banda carioca 1E99, que ousa reler clássicos do compositor em linguagem pop-contemporânea, com influências do rap, reggae e outros gêneros de origem estrangeira.

“A nossa primeira intenção foi resgatar o repertório para um público que nunca teve acesso a ele”, afirma o vocalista Rody, de 32 anos “Coincidentemente, o repertório escolhido (Com que roupa?, Fita amarela, Conversa de botequim, Pierrô apaixonado, Quem ri melhor, Feitiço da Vila, Palpite infeliz, Último desejo, Três apitos, Aeiou e Pastorinhas) é o mais animado de Noel, o que acaba promovendo link com a banda performática, graças a canções alegres e dançantes, que aproximam do groove dos rapazes. “Noel era um compositor à frente de seu tempo”, garante o vocalista da banda 1E99. No primeiro disco, ela prestava homenagem a Carmem Miranda.

Durante um animado bate-papo em um boteco de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, os integrantes da mesa atravessam a tarde lembrando histórias e sambas antológicos do compositor mais ilustre do bairro. Naquele espaço, tão contagiante que atrai curiosos de todas as idades, a trajetória de Noel Rosa (1910-1937), cujo centenário é comemorado neste sábado (11), é contada em versos e prosas.

Nessa reunião improvisada, uma das figuras mais encantadoras do grupo é Araken Martins Costa, 85 anos, que enche o peito de orgulho ao contar que conheceu o Poeta da Vila e que morava em frente a casa do mestre, na Teodoro da Silva, esquina com a Visconde de Abaeté.

No local, foi construído há cerca de 50 anos um prédio de oito andares, o Edifício Noel Rosa.
“Ele era notívago. Passava as noites bebendo, com os amigos, compondo seus sambas, e dormia durante o dia. A mãe dele contava que quando saía sempre deixava um bilhete avisando que ia gravar, mas virava a noite”, lembra, cheio de admiração pela atitude do boêmio, fumante inveterado, apesar da saúde frágil, e compositor que escrevia letras memoráveis em guardanapos de papel.

Com tantas histórias na ponta da língua sobre o grande ídolo do bairro, Araken passou a atrair muitos jovens interessados em conhecer a controvertida figura do homem que compôs canções inesquecíveis como “Com que roupa?”, “Palpite infeliz”, “Dama do cabaré” e “Último desejo”, entre tantos outros sucessos.

“Às vezes descia de manhã e parava na 28 de Setembro com a Rua Souza Franco para engraxar os sapatos com o Paschoal, um amigo. Vaidoso, costumava usar sapatos bicolores. Ele iniciava uma conversa, mas logo começava a cochilar na cadeira”, revela o historiador informal do compositor.


Musas
Com muita lucidez e uma memória invejável, o antigo vizinho de Noel entra na deliciosa polêmica sobre a musa inspiradora para a música "Três apitos".

À época, cogitou-se que a canção seria dedicada a uma moça de nome Clara, vizinha e conhecida da família e com quem Noel Rosa mantinha um relacionamento. A principal pista era o fato de ela trabalhar na fábrica de tecidos Confiança, em Vila Isabel, onde hoje se encontra o Supermercado Extra Boulevard.

Mas, para Araken e outros estudiosos da obra do compositor a música teria sido feita para Josefina Telles Nunes, que trabalhava numa fábrica de botões na Rua Barão de Mesquita, no Andaraí.

Há ainda outras polêmicas amorosas que envolveram o nome de Noel, apesar de casado com Lindaura Medeiros Rosa. “Ele foi apaixonado pela Ceci (Juracy Corrêa de Moraes, dançarina de cabaré), mas ela também teve um caso com Wilson Batista e namorou o Mário Lago”, conta, rindo, como quem revela um segredo de alcova.

Para ele, a melhor resposta do Poeta da Vila para o episódio é a composição "Quem ri melhor", feita para o carnaval de 1937. A musa ainda teria inspirado a canção “Pra que mentir?”.

Passeio musical
O músico Adilson Pereira, o Adilson da Vila, é outro estudioso da obra desse homem que é considerado um dos maiores nomes da música popular. E, na mesa do bar, pede a palavra. “Durante seis meses fiquei estudando o samba de Noel e a influência dessas canções na vida de quem mora em Vila Isabel. É uma riqueza que o mundo precisa conhecer”, exalta.

Com a benção de bambas como tias Surica e Doca, Seu Argemiro e Monarco, Adilson formou a Velha Guarda Musical para divulgar a obra do Poeta de Vila Isabel. Começaram a tocar em aniversários, depois acompanharam shows de Zeca Pagodinho e Marquinhos Satã.

Diante do sucesso, ganharam o mundo. Já se apresentaram na Rússia, China e países do Oriente Médio com o show “Vila canta e conta sua história”.

Mas o trabalho mais gratificante que essa turma faz é o projeto “Passeio Musical”,
que tem atraído muitos turistas. “É uma forma de trazer o público para conhecer esse bairro, berço do samba. Vamos conduzindo as pessoas pelas calçadas e tocando as músicas sobre as partituras de Noel. No passeio, que cruza a Avenida 28 de Setembro, os visitantes podem apreciar a estátua de Noel erguida em 1996. O próximo passeio será no dia 20 de janeiro.

“É uma emoção muito grande fazer parte desse universo musical tão rico. Cada momento como esse vale uma vida”, revela, emocionada, a intérprete do bloco “Mulheres da Vila”, Juju Bragança, acompanhada por Fátima Mendes, Márcia Rossi, Idália Vilaça, Maria Zilca, Jurema Mendes e Célia Mota. Quem dirige o grupo é Nádia Cursino.

Vida e obra
A paixão pela vida e obra de Noel Rosa pode ser explicada pela riqueza de suas canções, mas também pela morte prematura de um gênio da música, o cronista de uma época, como é reconhecido pelos pesquisadores.

Noel de Medeiros Rosa nasceu em 11 de dezembro de 1910, em Vila Isabel, de um parto difícil. Os dois médicos que o atendiam tiveram que usar o fórceps. O uso do instrumento teria sido a causa do afundamento do seu maxilar.

Ele é o primeiro dos dois filhos de Manuel Garcia de Medeiros Rosa e Martha Corrêa de Azevedo.
Aos 12 anos, Noel começou a estudar no Colégio São Bento. O sonho dos pais era que ele se formasse em medicina, como o avô e o tio. Chegou a entrar na universidade, mas interrompeu os estudos para enveredar pelo mundo do samba.

Compôs mais de 250 músicas, a maioria sucessos que são lembrados até hoje.
Sua maior influência musical em casa foi a avó materna, Rita, que tocava piano. Mas, com o pai e amigos, entre eles Vicente Sabonete, aprendeu a tocar bandolim.

Foi no Bando de Tangarás, grupo que formou ao lado de João de Barro, o Braguinha, Almirante, Alvinho e Henrique Brito que começou sua carreira.

Em 1934, Noel contraiu tuberculose, doença que causaria sua morte em 4 de maio de 1937. Morreu aos 26 anos, quatro meses e 23 dias deixando fãs e amigos inconsoláveis.

Em 2010, numa defesa apaixonada de Martinho da Vila, para que o centenário do compositor não passasse em branco pela escola, Noel Rosa foi homenageado no enredo da Unidos de Vila Isabel.

O livro que melhor retrata a vida e obra do Poeta da Vila é “Noel Rosa - Uma biografia”, escrito pelo jornalista João Máximo e o pesquisador e biógrafo Carlos Didier.

Noel Rosa, nasceu há exatos 100 anos, 11 de dezembro de 1910, de um parto muito difícil, que incluiu o uso de fórceps pelo médico obstetra, como medida para salvar as vidas da mãe e do bebê. Além disso, nasceu com hipoplasia(desenvolvimento limitado) da mandíbula (provavel Sindrome de Pierre-Robin) o que lhe marcou as feições por toda a vida e destacou sua fisionomia bastante particular. Criado no bairro carioca de Vila Isabel, primeiro filho do comerciante Manuel Garcia de Medeiros Rosa e da professora Martha de Medeiros Rosa, Noel era de família de classe média, tendo estudado no tradicional Colégio São Bento. Adolescente, aprendeu a tocar bandolim de ouvido e tomou gosto pela música — e pela atenção que ela lhe proporcionava. Logo, passou ao violão e cedo tornou-se figura conhecida da boemia carioca. Entrou para a Faculdade de Medicina, mas logo o projeto de estudar mostrou-se pouco atraente diante da vida de artista, em meio ao samba e noitadas regadas à cerveja. Noel foi integrante de vários grupos musicais, entre eles o Bando de Tangarás, ao lado de João de Barro (o Braguinha), Almirante, Alvinho e Henrique Brito.

Em 1929, Noel arriscou as suas primeiras composições, Minha Viola e Toada do Céu, ambas gravadas por ele mesmo. Mas foi em 1930 que o sucesso chegou, com o lançamento de Com que roupa?, um samba bem-humorado que sobreviveu décadas e hoje é um clássico do cancioneiro brasileiro. Noel revelou-se um talentoso cronista do cotidiano, com uma sequência de canções que primam pelo humor e pela veia crítica. Orestes Barbosa, exímio poeta da canção, seu parceiro em Positivismo, o considerava o “rei das letras”. Noel também foi protagonista de uma curiosa polêmica travada através de canções com seu rival Wilson Batista. Os dois compositores atacaram-se mutuamente em sambas agressivos e bem-humorados, que renderam bons frutos para a música brasileira, incluindo clássicos de Noel como Feitiço da Vila e Palpite Infeliz. Entre os intérpretes que passaram a cantar seus sambas, destacam-se Mário Reis, Francisco Alves e Aracy de Almeida.

Noel teve ao mesmo tempo várias namoradas e foi amante de muitas mulheres casadas. Casou-se em 1934 com Lindaura Medeiros Rosa, mas era apaixonado mesmo por Ceci (Juraci Correia de Araújo), a prostituta do cabaré, sua amante de longa data. Era tão apaixonado por ela, que ele escreveu e fez sucesso com a música “Dama do Cabaré”, inspirada em Ceci, que mesmo na vida fácil, era uma dama ao se vestir e ao se comportar com os homens, e o deixou totalmente enlouquecido pela sua beleza. Foram anos de caso com ela, eles se encontravam no cabaré a noite e passeavam juntos, bebiam, fumavam, andavam principalmente pelo bairro carioca da Lapa, onde se localizava o cabaré. Ele dava-lhe presentes, joias, perfumes, ela o compensava com noites inesquecíveis de amor. Noel passou os anos seguintes travando uma batalha contra a tuberculose. A vida boêmia, porém, nunca deixou de ser um atrativo irresistível para o artista, que entre viagens para cidades mais altas em função do clima mais puro, sempre voltava para o samba, à bebida e o cigarro, nas noites cariocas, cercado de muitas mulheres, a maioria, suas amantes. Mudou-se com a esposa para Belo Horizonte. Lindaura engravidou, mas sofreu um aborto, e não pôde mais ter filhos, por isso Noel não foi pai. Da capital mineira, escreveu ao seu médico, Dr. Graça Melo: “Já apresento melhoras/Pois levanto muito cedo/E deitar às nove horas/Para mim é um brinquedo/A injeção me tortura/E muito medo me mete/Mas minha temperatura/Não passa de trinta e sete/Creio que fiz muito mal/Em desprezar o cigarro/Pois não há material/Para o exame de escarro”. Trabalhou na Rádio Mineira e entrou em contato com compositores amigos da noite, como Rômulo Pais, recaindo sempre na boêmia. De volta ao Rio, jurou estar curado, mas faleceu em sua casa no bairro de Vila Isabel no ano de 1937, aos 26 anos, em consequência da doença que o perseguia desde sempre. Deixou Lindaura viúva e não foi pai de nenhum filho. Lindaura e dona Martha cuidaram dele até o fim.


A morte de Noel por alguns jornais cariocas na época (1937)

"Morreu Noel Rosa. Após alguns minutos, a cidade inteira já sabia. Noel o popular cantor e compositor dos morros da cidade que sempre se destacou pelas suas producções, deixa a vida para ir de encontro a um novo mundo.

De algum tempo para cá, Noel deixou de apparecer nos meios radiophonicos e recolheu-se a um sanatorio atacado por terrivel enfermidade. Os seus "fans" reclamaram; porém, Noel não podia attendê-los por ter necessidade de absoluto repouso.

Suas melhores producções, alías, a que lhe deu nome, foi ha alguns annos o samba "Com Que Roupa". Depois, seguiram-se outros, e ultimamente "João Ninguem", "De Babado Sim" e outros.

Encerra-se com o autor de "Pierrot Apaixonado", "Feitiço da Villa", "Palpite Infeliz" e outras composições populares, uma etapa verdadeiramente brilhante do samba de nossa terra.

Noel morreu subitamente em consequencia de um colapso cardiaco, quando na rua Theodoro da Silva n. 382, o querido compositor encontrava-se em companhia de sua progenitora; esposa e alguns amigos palestrando recostado no leito. (...)

Cerca de 23 1/2 horas, o "sambista philosopho" pediu que fosse tocada uma das suas composições, no que foi attendido promptamente. Então, cantando "De Babado Sim", Noel repentinamente deixou de viver desapparecendo da vida e deixando saudades. Porém, suas musicas não serão esquecidas e a sua memoria será tão venerada como a dos nossos maiores compositores da musica popular.

O seu enterro será realizado hoje á tarde, saindo o feretro da rua Thedoro da Silva n. 382 em Villa Isabel."
Diário da Noite, 5 de maio de 1937.


"O povo carioca perdeu hontem com a morte de Noel Rosa, um dos interpretes mais perfeitos da sua poesia.

Poeta instinctivo, observador profundo da vida das populações pauperrimas da cidade, Noel Rosa, compreendeu, logo no inicio de sua vida de homem a necessidade que havia de realçar-se a lidima poesia popular da terra, a despeito de toda a miseria que assoberbava o modo de viver das populações dos bairros mais afastados da cidade. E foi com a intenção perfeita de enquadrar no seio da musica folklorica do paiz as producções do povo da cidade, que esse menestrel moderno levou para o radio a melhor somma de suas composições, todas ellas feitas sobre motivos da vida real dos habitantes dos morros e dos longinquos suburbios do Rio.

Noel Rosa deixa uma lacuna no seio da representação da musica popular do Rio de Janeiro. Elle, unicamente elle, compreendia e satisfazia o desejo do povo no tocante a arte dos sambas e das canções populares desta terra.

O enterro de Noel Rosa realizou-se hontem, com grande accompanhamento, sendo o seu corpo sepultado no cemiterio de S. Francisco Xavier."
Diário Carioca, 6 de maio de 1937.


"Morreu Noel Rosa. A cidade chora, nesta noticia, o desapparecimento do expoente maximo do sambista carioca.

A letra era repleta de uma philosophia humana. Sentira a necessidade de ambientar a musica que vivia nos morros ao convivio da cidade. Fez letras onde o malandro e o jogo de chapinha não entravam. Traduzia a propria vida em ritmos e melodias.

É seu esse samba canção: "Naquelle tempo em que você era pobre / Eu vivia como nobre / A gastar meu vil metal / E, por minha vontade / Você foi para a cidade / Esquecendo a solidão / E a miseria daquelle barracão./ Tudo passou tão depressa, / Fiquei sem nada de meu / E esquecendo a promessa, / Você me esqueceu, / E partiu, com o primeiro que appareceu / Não querendo ser pobre como eu." Dizem que essa historia foi vivida.

O morro era para elle motivo de verdadeiras chronicas musicais. "Mangueira" é um exemplo disso.

Seu primeiro sucesso foi "Com Que Roupa". Nesse tempo, prosseguindo os estudos, elle ingressava na escola de Medicina. Em pouco tempo, porém, abandonava os estudos, dedicando-se, inteiramente, á arte que o empolgára. Venceu, em toda linha, plenamente, quer como autor quer como violonista. Costumava, constantemente, interpretar, frente ao microphone, suas producções. É enorme a sua bagagem musical.

Noel Rosa morreu, victimado por um collapso cardiaco, em sua residencia, á rua Theodoro da Silva. E - suprema ironia do destino! -"
A Noite, 5 de maio de 1937.


"A cidade, principalmente, os meios bohemios, sentiram deveras a morte de Noel Rosa, o festejado sambista e cantor de radio, em plena mocidade. Sem obter melhoras no Piauhy, Noel Rosa regressou a esta capital para succumbir entre os desvelos de soa veneranda mãe e de sua esposa. Na hora da agonia, ouvindo os acordes de uma orchestra proxima ao seu leito de dôr, mandou pedir a execução de um samba de sua autoria e logo depois expirava.

O autor de "Com Que Roupa", "Cidade Mulher", e outras canções que alcançaram sempre popularidade, era filho de Villa Izabel, tendo nascido em 1907, á rua Theodoro da Silva n. 380, filho de Manoel de Medeiros Rosa, já fallecido e de d. Martha de Medeiros Rosa. Era casado com d. Lindaura Rosa.

Na sua mesa de trabalho, no momento da morte, estava exposto que confeccionava d. Martha Rosa, a partir de 1929, contendo todas as criticas da imprensa ás composições literarias e musicaes de Noel Rosa. Mesmo aquelles contendo irreverências á pessoa do vate nelle estão collecionados, contornados de vermelho, para maior realce.

Noel, cercado de amigos e de companheiros de aventura, reconheceu a proximidade da morte e dirigindo-se a Orestes Barbosa advertiu:

- Seu amigo está acabado...

Momentos depois era fulminado por um collapso.

O enterramento do festejado cantor e compositor teve grande acompanhamento tendo sido a sepultura aberta no cemiterio de S. Francisco Xavier."
Correio da Manhã, 6 de maio de 1937.


"Noel Rosa era um de nossos mais conhecidos compositores populares. Suas musicas nunca deixavam de alcançar sucesso nas temporadas carnavalescas.

Havia mezes vinha elle soffrendo de pertinaz molestia, que lhe tirava toda a alegria.

Hontem, á noite, em frente á sua residencia, á rua Theodoro da Silva, 382, em Villa Isabel, realizava-se uma festa familiar.

Os rapazes, que compunham a orquestra, resolveram prestar uma homenagem a Noel, cantando em voz alta, o samba-desafio, de sua autoria, intitulado "De Babado Sim..."

O compositor popular, que regressára havia tres dias, de Pirahy, onde fôra mudar de ares, ao ouvir a musica, teve um estremecimento e morreu, talvez de emoção.

O seu enterro será realizado hoje á tarde, sahindo o feretro do endereço acima."
Diário de Notícias, 5 de maio de 1937.


"Á meia-noite de hontem falleceu, nesta capital, em sua residencia, á rua Theodoro da Silva, 382, o compositor de sambas e marchas, Noel Rosa.

Era uma figura sympathica das rodas radiophonicas e dos nossos musicistas mais populares.

Muitas de suas producções como "Tarzan, O Filho do Alfaiate" e "Maria Fumaça", tiveram um exito extraordinario. Mas o seu samba que mais agradou, foi, sem duvida, "Palpite Infeliz". De alguns annos para cá, não havia Carnaval completo sem musica de Noel Rosa.

Encontrava-se elle enfermo ha varias semanas e os que o conheciam nada auguravam de bom, dado o seu physico franzino. Entretanto, ainda recentemente, concedeu uma alegre entrevista a uma de nossas revistas de radio, traçando então os seus planos para o futuro. Não quiz o destino que se justificasse o seu optimismo.

O enterro sae, ás 16 horas, de hoje, do referido endereço, para o cemiterio de S. Francisco de Assis."
O Jornal, 5 de maio de 1937.


AS MANCHETES:

Morreu Cantando Noel Rosa A Figura Mais Popular Dos Nossos Compositores (Diário da Noite)

Falleceu O Compositor Noel Rosa - Era Autor De Numerosas Musicas Populares (O Jornal)

Falleceu Noel Rosa - O Conhecido Compositor Morreu Ouvindo Cantar Uma Musica De Sua Autoria (Diário de Notícias)

A Morte Prematura De Noel Rosa - Foi, Hontem, Sepultado, O Popular Cantor Do Radio (Correio da Manhã)

Morreu Noel Rosa (A Noite)

Noel Rosa - Falleceu Hontem O Maior Cantor Da Alma Carioca (Diário Carioca)




Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 01 (2000)
Faixas:
01 - Ingênua - Com Glauco Vianna (Glauco Vianna - Noel Rosa)
02 - Festa no céu - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
03 - Minha viola - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
04 - Com que roupa? - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
05 - Malandro medroso - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
06 - Meu sofrer - Com Gastão Formenti (Henrique Britto - Noel Rosa)
07 - Lataria - Com Bando de Tangarás (Almirante - João de Barro - Noel Rosa)
08 - Eu vou pra Vila - Com I. G. Loyola & Noel Rosa (Noel Rosa)
09 - Com que roupa? - Com I. G. Loyola (Part.: Noel Rosa) (Noel Rosa)
10 - Dona Aracy - Com Almirante (Noel Rosa)
11 - Nega - Com João de Barro (Lamartine Babo - Noel Rosa)
12 - A. B. surdo - Com Olga Jacobina (Part.: Lamartine Babo) (Lamartine Babo - Noel Rosa)
13 - Por esta vez passa - Com I. G. Loyola (Noel Rosa)
14 - Dona Emília - Com Almirante (Glauco Vianna - Noel Rosa)
15 - Gago apaixonado - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
16 - Bom elemento - Com Arthur Costa (Part.: Noel Rosa) (Quindinho - Noel Rosa)
17 - Sinhá Ritinha - Com Paulo Netto de Freitas (Moacyr Pinto Ferreira - Noel Rosa)
18 - Agora - Com Lucilla Noronha (Noel Rosa)
19 - Cordiais saudações - Com Noel Rosa & Orquestra Copacabana (Noel Rosa)
20 - Cordiais saudações - Com Noel Rosa & Bando de Tangarás (Noel Rosa)
21 - Mulata fuzarqueira - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
22 - Samba da boa vontade - Com Noel Rosa & João de Barro (João de Barro - Noel Rosa)
23 - Picilone - Com Noel Rosa & João de Barro (Noel Rosa)
24 - Eu agora fiquei mal - Com Canuto (Antenor Gargalhada - Noel Rosa)
25 - Esquecer e perdoar - Com Canuto (Canuto - Noel Rosa)
26 - O pulo da hora - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
27 - Vou te ripar - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
28 - Mão no remo - Com Sílvio Caldas (Ary Barroso - Noel Rosa)
29 - Por causa da hora - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
30 - Nunca... jamais - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
31 - A. E. I. O. U. - Com Lamartine Babo (Lamartine Babo - Noel Rosa)
32 - Já não posso mais - Com Almirante (Canuto - Puruca - Almirante - Noel Rosa)
33 - Só pra contrariar - Com Almirante (Manuel Ferreira - Noel Rosa)


Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 02 (2000)
Faixas:
01 - Palpite - Com Francisco Alves (Eduardo Souto - Noel Rosa)
02 - É preciso discutir - Com Francisco Alves & Mário Reis (Noel Rosa)
03 - Espera mais um ano - Com Noel Rosa & Arthur Costa (Noel Rosa)
04 - Pesado 13 - Paulo Netto de Freitas (Paródia de Noel Rosa)
05 - Gosto, mas não é muito - Com Francisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
06 - Rumba da meia-noite - Com Dina Marques & Nenéo das Neves (Henrique Vogeler - Noel Rosa)
07 - Você foi o meu azar - Com Noel Rosa & Arthur Costa (Arthur Costa - Noel Rosa)
08 - Você foi o meu azar - Com Arthur Costa & Nenéo das Neves (Arthur Costa - Noel Rosa)
09 - Mentiras de mulher - Com Noel Rosa & Arthur Costa (Noel Rosa)
10 - Felicidade - Com Noel Rosa (René Bittencourt - Noel Rosa)
11 - São coisas nossas - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
12 - Mulher indigesta - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
13 - Tenentes do diabo - Com Ildefonso Norat (Henrique Vogeler - Visconde de Bicohyba - Noel Rosa)
14 - Sem tostão - Com Arthur Costa (Arthur Costa - Noel Rosa)
15 - Que se dane - Com Leonel Faria (Jota Machado - Noel Rosa)
16 - Adeus - Com Jonjoca & Castro Barbosa (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
17 - E não brinca não (Não brinca não) - Com Almirante (Noel Rosa)
18 - Tenho um novo amor - Com Carmen Miranda (Cartola - Noel Rosa)
19 - Assim, sim! - Com Carmen Miranda (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
20 - Não me deixam comer - Com Pinto Filho (Noel Rosa)
21 - Fiquei sozinha - Com Ruth Franklin (Adauto Costa - Noel Rosa)
22 - Para me livrar do mal - Com Francisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa)
23 - Nuvem que passou - Com Francisco Alves (Noel Rosa)
24 - A razão dá-se a quem tem - Com Francisco Alves & Mário Reis (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
25 - Não faz, amor - Com Francisco Alves (Cartola - Noel Rosa)
26 - Quem dá mais - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
27 - Coração - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
28 - Uma jura que fiz - Com Mário Reis (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
29 - Mulato bamba - Com Mário Reis (Noel Rosa)
30 - Vitória - Com Sílvio Caldas (Part.: Francisco Alves) (Nonô - Noel Rosa)
31 - Não há castigo - Com Helena & João Barreto (Donga - Noel Rosa)


Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 03 (2000)
Faixas:
01 - Rir - Com Francisco Alves & Mário Reis (José Oliveira - Cartola - Noel Rosa - Francisco Alves)
02 - Escola de malandro - Com Noel Rosa & Ismael Silva (Orlando Luiz Machado - Ismael Silva - Noel Rosa)
03 - Mentir - Com Mário Reis (Noel Rosa)
04 - Prazer em conhecê-lo - Com Mário Reis (Custódio Mesquita - Noel Rosa)
05 - Quero falar com você - Com João Petra de Barros (Gradim - Noel Rosa)
06 - Até amanhã - Com João Petra de Barros (Noel Rosa)
07 - Ando cismado - Com Francisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa)
08 - É peso - Com Francisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa)
09 - Seu Jacinto - Com Noel Rosa & Ismael Silva (Noel Rosa)
10 - Quem não dança - Com Noel Rosa & Ismael Silva (Noel Rosa)
11 - Estamos esperando (Versão comercial) - Com Francisco Alves & Mário Reis
12 - Estamos esperando (Disco de prova) - Com Francisco Alves & Mário Reis
13 - Tudo que você diz - Com Francisco Alves & Mário Reis (Noel Rosa)
14 - Mas como... outra vez? - Com Francisco Alves & Mário Reis (Noel Rosa - Francisco Alves)
15 - Dona do lugar - Com Jonjoca & Castro Barbosa (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
16 - Primeiro amor - Com Francisco Alves e Mário Reis (Ernani Silva - Noel Rosa)
17 - Fita amarela - Com Francisco Alves & Mário Reis (Noel Rosa)
18 - Qual foi o mal que eu te fiz? - Com Francisco Alves (Cartola - Noel Rosa)
19 - Fui louco - Com Mário Reis (Bide - Noel Rosa)
20 - Prato fundo - Com Almirante (Braguinha - Noel Rosa)
21 - Vai haver barulho no chateaux - Com Mário Reis (Walfrido Silva - Noel Rosa)
22 - Nem com uma flor - Com João Petra de Barros (Noel Rosa - Francisco Alves)
23 - Onde está a honestidade? - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
24 - Arranjei um fraseado - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
25 - Pra esquecer - Com Francisco Alves (Noel Rosa)
26 - Quando o samba acabou - Com Mário Reis (Noel Rosa)
27 - Sei que vou perder - Com Francisco Alves (Nonô - Alfredo Lopes Quintas - Noel Rosa)
28 - Capricho de rapaz solteiro - Com Mário Reis (Noel Rosa)
29 - Contraste - Com Almirante (Noel Rosa)
30 - Sorrindo sempre - Com João Petra de Barros (Gradim - Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
31 - Isso não se faz - Com João Petra de Barros (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
32 - Deus sabe o que faz - Com Jonjoca & Castro Barbosa (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
33 - Já sei que tens um novo amor - Com Jonjoca & Castro Barbosa

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Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 04 (2000)
Faixas:
01 - Você só... mente - Com Francisco Alves & Aurora Miranda (Hélio Rosa - Noel Rosa)
02 - Feitio de coração - Com Francisco Alves & Castro Barbosa (Vadico - Noel Rosa)
03 - Eu queria um retratinho de você - Com Mário Reis (Lamartine Babo - Noel Rosa)
04 - Seja breve - Com João Petra de Barros (Noel Rosa)
05 - Vejo amanhecer - Com Noel Rosa & Ismael Silva (Noel Rosa - Francisco Alves)
06 - Vejo amanhecer - Com Mário Reis (Noel Rosa - Francisco Alves)
07 - Filosofia - Com Mário Reis (André Filho - Noel Rosa)
08 - Julieta - Com Castro Barbosa (Eratóstenes Frazão - Noel Rosa)
09 - Quem não quer sou eu - Com Franisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa)
10 - Não tem tradução - Com Francisco Alves (Noel Rosa)
11 - Nunca dei a perceber - Com Francisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
12 - Não digas - Com Francisco Alves (Ismael Silva - Noel Rosa - Francisco Alves)
13 - Positivismo - Com Noel Rosa (Noel Rosa - Orestes Barbosa)
14 - Devo esquecer - Com Noel Rosa & Léo Villar (Gilberto Martins - Noel Rosa)
15 - Esquina da vida - Com Mário Reis (Francisco de Queirós - Noel Rosa)
16 - Meu barracão - Com Mário Reis (Noel Rosa)
17 - Você, por exemplo - Com Almirante (Noel Rosa - Francisco Alves)
18 - O orvalho vem caindo - Com Almirante (Kid Pepe - Noel Rosa)
19 - O sol nasceu pra todos - Com Mário Reis (Lamartine Babo - Noel Rosa)
20 - Estrela da manhã - Com Francisco Alves & Madelou Assis (Ary Barroso - Noel Rosa)
21 - Tenho raiva de quem sabe - Com Mário Reis (Kid Pepe - Zé Pretinho - Noel Rosa)
22 - Se a sorte me ajudar - Com Aurora Miranda & João Petra de Barros (Germano Augusto - Noel Rosa)
23 - Retiro da saudade - Com Carmen Miranda & Francisco Alves (Noel Rosa - Nássara)
24 - Feitiço da Vila - Com João Petra de Barros (Vadico - Noel Rosa)
25 - Feitiço da Vila (Gravação particular) - Com Orlando Silva (Vadico - Noel Rosa)
26 - Riso de criança - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
27 - Boa viagem - Com Aurora Miranda (Ismael Silva - Noel Rosa)
28 - Linda pequena - Com João Petra de Barros (João de Barro - Noel Rosa)


Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 05 (2000)
Faixas:
01 - Triste cuíca - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa - Hervê Cordovil)
02 - Cansei de pedir - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
03 - Amor de parceria - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
04 - João ninguém - Com Noel Rosa (Noel Rosa)
05 - Conversa de botequim - Com Noel Rosa (Vadico - Noel Rosa)
06 - Não foi por amor - Com Orlando Silva (Germano Augusto Coelho - Zé Pretinho)
07 - Não resta a menor dúvida - Com Bando da Lua (Noel Rosa - Hervê Cordovil)
08 - Palpite infeliz - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
09 - Que baixo! - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa - Nássara)
10 - Pierrot apaixonado - Com Joel & Gaúcho (Heitor dos Prazeres - Noel Rosa)
11 - O que é que você fazia? - Com Carmen Miranda (Noel Rosa - Hervê Cordovil)
12 - Este meio não serve - Com Mário Reis (Donga - Noel Rosa)
13 - Menina dos meus olhos - Com Orlando Silva & Gaúcho (Lamartine Babo - Noel Rosa)
14 - É bom parar - Com Francisco Alves (Rubens Soares - Noel Rosa)
15 - De babado - Com Noel Rosa & Marília Baptista (João Mina - Noel Rosa)
16 - Cem mil-réis - Com Noel Rosa & Marília Baptista (Vadico - Noel Rosa)
17 - Pela primeira vez - Com Orlando Silva (Christóvão de Alencar - Noel Rosa)
18 - Dama do cabaré - Com Orlando Silva (Noel Rosa)
19 - Cidade mulher - Com Orlando Silva (Noel Rosa)
20 - Tarzan - Com Almirante (Vadico - Noel Rosa)
21 - Maria-fumaça - Com Almirante (Noel Rosa)
22 - Só pode ser você - Com Aracy de Almeida (Vadico - Noel Rosa)
23 - O x do problema - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
24 - Provei - Com Noel Rosa & Marília Baptista (Vadico - Noel Rosa)
25 - Você vai se quiser - Com Noel Rosa & Marília Baptista (Noel Rosa)
26 - Quem ri melhor - Com Noel Rosa & Marília Baptista (Noel Rosa)
27 - Quantos beijos - Com Noel Rosa & Marília Baptista (Vadico - Noel Rosa)
28 - Eu sei sofrer - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)


Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 06 (2000)
Faixas:
01 - O maior castigo que eu te dou - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
02 - Último desejo - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
03 - O século do progresso - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
04 - Pastorinhas - Com Sílvio Caldas (João de Barro - Noel Rosa)
05 - Rapaz folgado - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
06 - Pra que mentir? - Com Sílvio Caldas (Vadico - Noel Rosa)
07 - De qualquer maneira - Com Déo (Ary Barroso - Noel Rosa)
08 - Silêncio de um minuto (Versão mais curta) - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
09 - Pela décima vez - c/ Aracy de Almeida (Noel Rosa)
10 - Silêncio de um minuto (Versão completa) - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
11 - Três apitos - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
12 - Três apitos (Gravação particular) - Com Orlando Silva (Noel Rosa)
13 - Mais um samba popular - Com Ana Cristina (Vadico - Noel Rosa)
14 - Remorso - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
15 - Tipo zero - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
16 - Cor de cinza - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
17 - Voltaste (Pro subúrbio) - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
18 - A melhor do planeta - Com Aracy de Almeida (Almirante - Noel Rosa)
19 - Queimei teu retrato - Com Linda Rodrigues (Henrique Britto - Noel Rosa)
20 - Você é um colosso - Com Rosinha de Valença (Noel Rosa)
21 - No baile da flor-de-lis - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa)
22 - Suspiro - Com Aracy de Almeida (Noel Rosa - Orestes Barbosa)
23 - Balão apagado - Com Elizeth Cardoso (Marília Baptista - Noel Rosa)
24 - Morena sereia - Com Marília Baptista (Noel Rosa - José Maria de Abreu)
25 - João teimoso - Com Marília Baptista (Marília Baptista - Noel Rosa)
26 - Verdade duvidosa - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
27 - Para atender a pedido - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
28 - Vai para casa depressa - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
29 - Atchim! - Com Aldacir Louro (Hamilton Sbarra - Noel Rosa)
30 - Cabrocha do Rocha - Com Sílvio Caldas (Sílvio Caldas - Noel Rosa)
31 - Ao meu amigo Edgar (Carta de Noel) - Com João Nogueira (João Nogueira - Noel Rosa)
32 - Disse-me disse - Com Conjunto Coisas Nossas (Noel Rosa)


Noel Rosa - Pela Primeira Vez - Volume 07 (2000)
Faixas:
01 - Espera mais um ano (Gravação comercial) - Com Noel Rosa & Arthur Costa (Início) & Conjunto Coisas Nossas (Complemento) (Noel Rosa)
02 - Estátua da paciência - Com Conjunto Coisas Nossas (Jerônimo Cabral - Noel Rosa)
03 - Araruta - Com Conjunto Coisas Nossas (Noel Rosa - Orestes Barbosa)
04 - Na Bahia - Com Conjunto Coisas Nossas (Noel Rosa - José Maria de Abreu)
05 - Com mulher não quero mais nada - Com Conjunto Coisas Nossas (Silvio Pinto - Noel Rosa)
06 - Choro - Com Luis Otávio Braga, Henrique Cazes & Caola (Noel Rosa)
07 - Feitio de oração (Vinheta) - Com Caola & Zé Carlos (Vadico - Noel Rosa)
08 - Até amanhã (Vinheta) - Com Caola, Aluísio Didier, Zé Carlos, Oscar Bolão & Zênio (Noel Rosa)
09 - Fita amarela (Vinheta) - Com Caola & Zênio (Noel Rosa)
10 - Tudo pelo teu amor - Com Caola (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
11 - Cansei de implorar - Com Grande Othelo (Noel Rosa)
12 - Boas tenções - Com Caola (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
13 - Para o bem de todos nós - Com Grande Othelo, Marília Pera & Caola (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
14 - O Joaquim é condutor - Com Marília Pera & Grande Othelo (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
15 - Perdoa este pecador - Com Caola (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
16 - Tipo zero - Com Grande Othelo (Noel Rosa)
17 - Tudo nos une - Com Marília Pera, Grande Othelo, Caola & Oscar Bolão (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
18 - Finaleto - Com Caola, Marília Pera, Grande Othelo & Oscar Bolão (Arnold Glückmann - Noel Rosa)
19 - Saí da tua alcova - Com Henrique Cazes & Cristina Buarque (Noel Rosa)
20 - Faz três semanas... - Com Henrique Cazes (Part.: Cristina Buarque) (Paródia de Noel Rosa)
21 - Último desejo - Com Marília Baptista (Noel Rosa)
22 - Fiquei rachando lenha (Trecho) - Com Almirante (Noel Rosa - Hervê Cordovil)
23 - Feitiço da Vila (Estrofe não gravada em disco) - Com Aracy de Almeida (Vadico - Noel Rosa)
24 - Deixa de ser convencida - Com Roberto Paiva (Wilson Baptista - Noel Rosa)
25 - Vou te ripar II - Com Onéssimo Gomes (Noel Rosa)
26 - Dono do meu nariz - Com Onéssimo Gomes (Paródia de Noel Rosa)
27 - Paga-me esta noite - Com Déo (Paródia de Noel Rosa)
28 - Canção do galo capão - Com Jamelão (Paródia de Noel Rosa)
29 - Roubou, mas não leva - Com Roberto Paiva (Paródia de Noel Rosa)
30 - Foi ele - Com Maria do Carmo (Paródia de Noel Rosa)
31 - A Genoveva não sabe o que diz - Com Onéssimo Gomes (Paródia de Noel Rosa)
32 - Mardade de cabocla - Com José Souza Pinto ("Alegria") (Noel Rosa)
33 - Chuva de vento - Com Almirante (Noel Rosa)
34 - Habeas-corpus - Com Caola (Noel Rosa - Orestes Barbosa)
35 - Seu Zé - Com Caola (Paródia de Noel Rosa)
36 - Vagolino de Cassino - Com Caola (Paródia de Noel Rosa)
37 - Faz de conta que eu morri - Com Caola (Henrique Gonçales - Noel Rosa)
38 - Amar com sinceridade - Com Caola (Silvio Pinto - Noel Rosa)
39 - Não morre tão cedo - Com Vânia Bastos (Noel Rosa)
40 - Marcha da prima... Vera - Com Vânia Bastos (Noel Rosa)
41 - Belo Horizonte - Com Caola (Paródia de Noel Rosa)
42 - Condeno o teu nervoso - Com Caola (Paródia de Noel Rosa)
43 - Envio essas mal traçadas linhas - Com Ná Ozzetti (Paródia de Noel Rosa)
44 - Precaução inútil - Com Ná Ozzetti & Pedro Mourão (Paródia de Noel Rosa)
45 - Homenagem: "Noel, rosa do samba" - Com Johnny Alf (Paulo César Pinheiro - Johnny Alf)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

DUO EM PERFEITA SINTONIA!

Depois de 04 apresentações em algumas capitais do país, Caê e Gadú se despedem da mini turnê "Duo" em excelente show no teatro Guararapes.

Por Bruno Negromonte e Luna Markman



A noite prometia um inesperado (e ansioso) encontro entre, poderíamos dizer, dois extremos na linha do tempo da MPB. De um lado, Caetano Veloso, 67 anos, baiano, mais de 40 álbuns lançados e uma carreira construída de maneira indissociável à história da música e da cultura desse nosso país nos últimos 45 anos; do outro Maria Gadú, nascida em São Paulo, 24 anos recém completos, um enorme talento aser lapidado, 02 álbuns lançados e o apadrinhamento da toda-poderosa rede Globo (já que seus álbuns até então foram lançados pela Som Livre).


Com o teatro Guararapes e seus 2.405 lugares completamente tomados, o espetáculo, onde prevalece o talento, a voz e o violão, é que podemos perceber o quão magnânimos são nossos artistas, que por muitas vezes, são explorados comercialmente de maneira equivocada, e assim acabam não mostrando a verdadeira essência e a grandeza do seu talento como é o caso da Maria Gadú.

“Quando me perguntaram o que eu fazia quando tinha a idade da Gadú, eu respondi que tinha acabado de levar a Bethânia para o Rio a pedido de meu pai. Só que depois eu lembrei que a Gadú fez 24 anos semana passada e, nessa época, eu fazia assim: ‘caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento’....”. O público foi ao delírio com a história emendada com o clássico "Alegria, alegria" cantado por Caetano Veloso no meio do show de encerramento dessa miniturnê Duo.

Tal passagem mostra bem a diferença da trajetória da dupla. Caetano cantou ‘Alegria, Alegria’, de sua autoria, no Festival da Record, em 1967. Ele ficou em quarto lugar na premiação. No entanto, foi ali que o baiano de Santo Amaro da Purificação passava para o status de popstar e lançava um dos movimentos mais marcantes da música brasileira, o Tropicalismo. Já Gadú estourou com a música ‘Shimbalaiê’, composta por ela aos 10 anos de idade, na novela ‘Viver a Vida’, da TV Globo, em 2009. Com todo aparato da mídia, ainda emplacou outras canções na telinha, como ‘Linda rosa’ e ‘Ne me quitte pas’. Mas a apresentação da cantora e compositora paulistana acaba por oportunizá-la a mostrar que possui talento de sobra. E por demostrar isso, mais que 130 mil cópias vendidas do disco de platina ‘Maria Gadú’ e indicações a prêmio, ela conquistou a admiração de Caetano Veloso, que acabou rendendo essa parceria no palco.

Depois de passar por São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, foi a vez de Pernambuco conferir o show que uniu duas gerações de intérpretes e compositores. Duas pontas: uma cantora em início de carreira e um artista consagrado. A mesma ponte: a música popular brasileira.

Ao longo do show os dois executaram ‘O quereres’ e ‘Sampa’, ambas de Caetano. Depois o palco foi só dele, que escolheu canções mais intimistas, como ‘Odeio você’, ‘De noite na cama’, ‘Sozinho’ e ‘Desde que o samba é samba’. Finalizando o momento solo, cantou ‘Shimbalaiê’, da Gadú, que acompanhou ao lado do ídolo, admirada e às lágrimas.

Depois, engataram ‘Vaca Profana’ (canção onde Caetano fez referência ao refrão, dizendo achar mais complicado que as estrofes da letra em si por conta de suas variantes), ‘Rapte-me, Camaleoa’, ‘O Leãozinho’ e ‘Odara’. Esta última com todas aquelas variações vocais que Caetano gosta de fazer. ‘Trem das Onze’, de Adoniram Barbosa também entrou. Com um selinho, eles se despediram do público, que, obviamente, pediu mais. Eles voltaram com ‘Nosso Estranho Amor’, ‘Vai levando’ e ‘Menino do Rio’.

O público ainda pode esperar mais dessa dupla, que deve lançar em breve um DVD da apresentação. Sobre a experiência, Caetano resumiu bem. “Adoro fazer o show com a Gadú. Me dá a sensação de que estou vendo a história passar.”

O ECAD E A INTERNET

Mais de dez anos após o início da exploração comercial da internet, os artistas da música começam a receber este mês os primeiros caraminguás de direito autoral. O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos (Ecad), maior do País, iniciou a distribuição de R$ 1,2 milhão recolhido a empresas que utilizam música na internet. Cerca de oito mil músicos, compositores e intérpretes serão os primeiros beneficiados. Curioso que as primeiras listas que o Ecad liberou aos seus associados (mais de 400 mil) mostram um perfil de consumo bem diferente daquele das TVs, rádios e danceterias. Canções como Noites com sol, de Flávio Venturini, e Brincar de viver, de Maria Bethânia, estão entre as mais ouvidas. Tom Jobim tem quatro canções entre as dez com maior rendimento na internet. Entre as empresas que fizeram acordo com o escritório estão o Google (YouTube) e a rádio online Kboing, entre outras.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

MPB - MÚSICA EM PRETO E BRANCO

Bezerra da Silva

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

CURIOSIDADES DA MPB

Uma tarde na Philips, alguns produtores mostravam suas novidades, procuravam músicas, trocavam ideias.
Parecia uma tarde como as outras, meio trabalho e meio festa, mas depois que Jairo Pires tocou a fita de seu novo artista a sala explodiu como num gol do Brasil.
Eram duas músicas, um soul romântico, com vocais elaboradíssimos, e um divertido funk-de-macumba, com letra toda em inglês, riffs de metais à Motown, frases curtas e muitos gritos celebrando uma popular entidade da umbanda carioca, a “Cabocla Jurema”.
“Joo-rey — mah! Joo-rey-mah!”, cantava Tim Maia em inglês.
E a sala delirava, se enchia de gente vinda de outros departamentos, da promoção, da imprensa, do comercial e até da contabilidade.
A outra música, “Primavera”, era lindíssima, um soul romântico de um doidaço chamado Genival Cassiano, com suas harmonias elaboradíssimas, que faziam dele um joão-gilberto do soul.
Os vocais harmônicos e dissonantes dos Diagonais formavam uma nuvem sonora de onde emergia, como um sol, a voz grave e vibrante, puro veludo, de Tim Maia. Assim que chegou às rádios e ganhou as ruas, antes mesmo de sair daquela sala, “Primavera” era um hit instantâneo.
Todo mundo perguntava a Jairo Pires: quem era, o que fazia, onde vivia aquele monstro?
Aquilo era novidade absoluta. Até então, a música brasileira se dividia entre a MPB nacionalista, o tropicalismo e o rock internacional. Tudo muito branco e muito inglês.
Tim Maia virava o jogo, introduzia a moderna música negra americana no pop nacional, aproximava o funk do baião, trazia o soul para perto da bossa nova, abria várias portas e janelas para novas formas musicais, que não eram tropicalistas, nem emepebistas, nem rock’n’roll: eram brasileiríssimas. Eram Tim Maia.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

PRA VOCÊ (GRANELL)

sábado, 4 de dezembro de 2010

25 ANOS SEM O REI DOS DISCOS

Teixeirinha, como era popularmente conhecido, é até hoje um dos maiores nomes em vendagem do mercado fonográfico nacional mesmo tendo partido em um dia como o de hoje (04 de dezembro) a 25 anos atrás. Seu corpo está sepultado no cemitério da Santa Casa em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Por Bruno Negromonte




Seu nome era Vítor Mateus Teixeira, mais ficou popularmente conhecido no Brasil como Teixeirinha. Ficou muito conhecido também pela "alcunha" de o "Rei do Disco", isso tudo por conta dos recordes alcançados pela vendas de seus álbuns (que curiosamente, ainda continua até os dias atuais, mesmo depois de tantos anos de falecido).

Biograficamente a história de Teixeirinha foi de uma infância bastante adversa. Perdeu seus progenitores em um curto intervalo de 02 anos (quando estava com sete anos seu pai, que era carreteiro por profissão, faleceu, logo em seguida, dois anos depois, também perdeu sua mãe, em um fatídico incêndio). Os anos passaram, e em 1960 Teixeirinha alcança estrondoso êxito nas paradas de sucesso com a canção "Coração de Luto", música esta que descreve toda a sua triste infância e destaca principalmente a trágica perda de sua mãe. O lançamento dessa canção alcançou um patamar talvez não imaginado por Teixeirinha. Todo o Brasil a conheceu a música rapidamente e ele chegou a vender milhões de cópias. O sucesso foi absoluto e isso ocasionou inúmeras regravações (dentre as quais a do Caetano Veloso no álbum Tropicália) e fez com que o single de "Coração de Luto" tornasse um dos mais vendidos de toda a história fonográfica mundial. Em 1961 conheceu na cidade de Bagé (RS) a cantora Mary Terezinha, que em seguida tornou-se sua efetiva companheira e quem lhe deu 6 filhas e 3 filhos, Marisa Sirley; Liria Luisa; Victor Filho; Margareth; Elizabeth; Lisete Fátima; Márcia Bernadeth; Alexander e Liane Ledurina.

Numa soma geral, Teixeirinha alcançou records de venda de discos e se mantém até hoje (25 anos depois de sua morte) como um dos artistas brasileiro e mundial de vendagens mais expressivas. Para se ter uma ideia, até 1983 vendeu 88 milhões de cópias (Estima-se que até os dias atuais tenha ultrapassado a marca de 120 milhões de cópias em todo o mundo). Vale ressaltar que Teixeirinha também incursionou por outras manifestações da arte, chegando a atuar no cinema, contando inclusive a sua biografia no filme Coração de Luto, de 1967. Uma curiosidade sobre o músico e cineasta gaúcho é que Teixeirinha e Mazzaropi foram os maiores fenômenos populares do cinema sul-americano regional. No caso específico de Teixeirinha seus filmes chegaram a superar 1,5 milhões de espectadores, obtidos apenas nos três estados do sul do país. Isso se explica porque geralmente eram co-produzidos por distribuidores e exibidores locais, que lhes asseguravam a permanência em cartaz.

Gaúcho, Teixeirinha sempre procurou seguir a linha mais popular da música de seu estado, tornando-se um ícone do estilo até os dias atuais. Isso pode ser percebido em outra de suas canções mais famosas intitulada "Querência Amada", que traz em sua introdução uma dedicatória ao pai e acabou se tornando um hino informal ao Rio Grande do Sul.

Fica aqui então a ideia de que esse gaúcho nem sequer cogitou a possibilidade de um dia ser tão reverenciado quanto ele acabou sendo pelo povo de sua terra; será que ele imaginou que iriam fazer a ele tantas homenagens quanto as que tem sido ao longo dessa data onde lembramos os 25 anos de seu falecimento? O engraçado é que vivo Teixeirinha fazia um sucesso meio à margem do cerne central dos grandes nomes da música brasileira. Morto, transformou-se em uma figura lendária.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

DUO CAETANO E GADÚ VAI GANHAR REGISTROS EM DVD E CD

por Mauro Ferreira
Nem bem lançou seu primeiro DVD, Multishow ao Vivo, Maria Gadú já está às voltas com outro registro ao vivo. Show que une as vozes e os violões de Caetano Veloso e Gadú, Duo está sendo gravado para edição em CD e DVD ainda sem previsão de lançamento. A miniturnê nacional estreou em Salvador (BA) em 7 de novembro de 2010 e termina em Recife (PE) em 9 de dezembro. A próxima parada é o Rio de Janeiro (RJ), cidade onde Caetano e Gadú - vistos em foto de Stephan Solon, tirada no show de São Paulo (SP) - se apresentam no Citibank Hall em 5 de dezembro. Entre as músicas cantadas em duo, quase todas da lavra de Caetano, há Beleza Pura, Nosso Estranho Amor, Vaca Profana, O Quereres, Menino do Rio, Vai Levando e Sampa. A exceção é Trem das Onze, o clássico de Adoniran Barbosa (1910 - 1982).

Set-list do espetáculo:
01 - Beleza Pura (Caetano Veloso, 1979) - Caetano Veloso e Maria Gadú
02 - Bela Flor (Maria Gadú, 2009) - Maria Gadú
03 - Encontro (Maria Gadú, 2009) - Maria Gadú
04 - Tudo Diferente (André Carvalho, 2009) - Maria Gadú
05 - Dona Cila (Maria Gadú, 2009) - Maria Gadú
06 - Escudos (Maria Gadú, 2009) - Maria Gadú
07 - Altar Particular (Maria Gadú, 2009) - Maria Gadú
08 - Podres Poderes (Caetano Veloso, 1984) - Maria Gadú
09 - O Quereres (Caetano Veloso, 1984) - Caetano Veloso e Maria Gadú
10 - Sampa (Caetano Veloso, 1978) - Caetano Veloso e Maria Gadú
11 - Milagres do Povo (Caetano Veloso, 1985) - Caetano Veloso
12 - Genipapo Absoluto (Caetano Veloso, 1989) - Caetano Veloso
13 - Odeio (Caetano Veloso, 2006) - Caetano Veloso
14 - De Noite na Cama (Caetano Veloso, 1971) - Caetano Veloso
15 - Desde que o Samba É Samba (Caetano Veloso, 1993) - Caetano Veloso
16 - Sozinho (Peninha, 1996) - Caetano Veloso
17 - Alegria, Alegria (Caetano Veloso, 1967) - Caetano Veloso
18 - Shimbalaiê (Maria Gadú, 2009) - Caetano Veloso (com Maria Gadú em cena)
19 - Vaca Profana (Caetano Veloso, 1984) - Caetano Veloso e Maria Gadú
20 - Rapte-me, Camaleoa (Caetano Veloso, 1981) - Caetano Veloso e Maria Gadú
21 - Trem das Onze (Adoniran Barbosa, 1965) - Caetano Veloso e Maria Gadú
22 - O Leãozinho (Caetano Veloso, 1977) - Caetano Veloso e Maria Gadú
23 - Odara (Caetano Veloso, 1977) - Caetano Veloso e Maria Gadú

Bis:
24 - Nosso Estranho Amor (Caetano Veloso, 1980) - Caetano Veloso e Maria Gadú
25 - Vai Levando (Caetano Veloso e Chico Buarque, 1975) - Caetano Veloso e Maria Gadú
26 - Menino do Rio (Caetano Veloso, 1979) - Caetano Veloso e Maria Gadú

50 ANOS A MIL, A AUTOBIOGRAFIA DO LOBÃO

Por Mauro Ferreira

Em certo dia do primeiro semestre de 1999, ao tentar mostrar para um ex-empresário o repertório do que viria a ser seu primeiro disco independente, A Vida É Doce (1999), Lobão ouviu do executivo a sugestão de abortar esse repertório (considerado "de vanguarda" pelo empresário), regravar Me Chama e capitalizar o sucesso que ele havia obtido nos anos 80. Deprimido com a sentença de morte ao cancioneiro no qual depositava tanta esperança, Lobão tomou um porre, engoliu um vidro de calmantes, cortou os pulsos e tentou se atirar da varanda do apartamento. Foi salvo da morte por sua mulher e fiel escudeira, Regina Lopes, acordando numa clínica de hospital com a recomendação de que deveria permanecer com um enfermeiro ao seu lado nos próximos meses. A passagem turbulenta - a rigor, mais uma dentre tantas vivenciadas pelo artista ao longo de sua vida - é contada pelo próprio Lobão na sua recém-lançada autobiografia, 50 Anos a Mil. Escrito na primeira pessoa, com auxílio do jornalista Claudio Tognolli (responsável pela detalhista pesquisa que reconstitui o enfoque da obra e da vida de Lobão pela mídia), o livro expõe o jorro sincero e espontâneo da memória de um artista controvertido. Sem maquiar os fatos, inclusive os imbróglios familiares com a mãe superprotetora e autodestrutiva, Lobão reconta sua vida em ordem cronológica em narrativa envolvente. O tom é informal, quase como se estivesse na mesa de um bar, reavivando os momentos marcantes da trajetória de um garoto retraído que, como ele mesmo sentencia na abertura do livro, tinha tudo para se tornar um bundão. Mas Lobão virou o jogo na adolescência, tomou as rédeas da própria vida e iniciou trajetória emblemática na música brasileira. E agora conta os lances principais do jogo de sua vida em autobiografia que não se preocupa com o rigor das datas, mas com a importância dos fatos em si. Notícia que abalou Lobão, a morte de Cássia Eller (1962 - 2001), por exemplo, é situada no final de 2002 quando, na realidade, a cantora saiu de cena em dezembro do ano anterior. São erros comuns e desculpáveis quando uma narrativa é ditada pelo fluxo nem sempre lógico da memória. Mas está tudo lá em 50 Anos a Mil: a relação tensa com a mãe, os desajustes colegiais na adolescência, a descoberta do sexo, a iniciação nas drogas e o envolvimento redentor com a música. E haja história! Afinal, Lobão passou pelo Vímana - o grupo dos anos 70 que teve também Ritchie (que se tornaria um amigo fiel nas horas difíceis) e Lulu Santos em sua formação - e pela Blitz antes de se lançar em carreira solo em 1982 - o ano do estouro da Blitz - com Cena de Cinema, álbum que Lobão acredita ter sido clonado pelos Paralamas do Sucesso em seu disco de estreia, Cinema Mudo (1983). Herbert Vianna - desafeto notório de Lobão ao longo dos anos 80 - não é poupado das acusações de plágio, mas é tratado com carinho e respeito num relato que fica impressionante quando Lobão revive os tempos passados na prisão. Mesmo que estes fatos já tenham sido expostos pela mídia em entrevistas concedidas pelo próprio Lobão, a narrativa do inferno vivido na prisão ainda soa impactante. Por ser livro autobiográfico, escrito sob ótica sempre pessoal, 50 Anos a Mil não expõe as contradições de Lobão. A decisão do artista de gravar um Acústico MTV em 2006, por exemplo, é pretexto para ataques à mídia, que detectou no lançamento no disco - em abril de 2007 - o comportamento contraditório de um artista que vinhando afiando suas garras contra o formato da MTV e contra o modelo empresarial das gravadoras multinacionais (Lobão se acertou com a Sony Music para gravar o acústico). Mas isso não tira o mérito e o interesse da narrativa de 50 Anos a Mil. Lobão sempre foi um artista que se expôs com sinceridade - e com as contradições inerentes a todo ser humano - e sua autobiografia parece estar em fina sintonia com a verdade dos fatos ditados pela memória do artista. Seu livro é bom e essencial.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

DIA NACIONAL DO SAMBA

Por Bruno Negromonte e Paulo Eduardo Neves

O samba é um dos ritmos mais conceituados tanto no Brasil quanto no exterior, é sem dúvida alguma uma das referências rítmicas do Brasil mundo afora. E como patrimônio nosso, e um dos ritmos musicais mais cultuados em toda a história de nossa cultura, o samba teve o seu Dia Nacional instituído em 1963 e marcado com comemorações em praça pública desde 1972.

E alguém aqui, leitor frequente do Musicaria Brasil ou não, saberia dizer o porquê do Dia Nacional do Samba cai em dois de dezembro? Não, não é a data de nascimento de Tia Ciata. Também não é quando gravaram "Pelo Telefone". Muito menos quando Ismael Silva e os bambas do Estácio fundaram a Deixa Falar. O Dia Nacional do Samba surgiu por iniciativa de um vereador baiano, Luis Monteiro da Costa, para homenagear Ary Barroso. Ary já tinha composto seu sucesso "Na Baixa do Sapateiro", mas nunca havia posto os pés na Bahia. Esta foi a data que ele visitou Salvador pela primeira vez. Engraçado, não? A festa foi se espalhando pelo Brasil e virou uma comemoração nacional.

Atualmente duas cidades costumam comemorar o Dia do Samba, Salvador e Rio de Janeiro. Sob a batuta do músico Edil Pacheco, Salvador sempre tem promovido grandes shows no Pelourinho com os ótimos e injustamente desconhecidos sambistas locais. Gente como Riachão, Ederaldo Gentil, Nelson Rufino, Roque Ferreira, Walter Queiroz, o próprio Edil, e o falecido Batatinha, recebendo convidados mais famosos, como Paulinho da Viola, Elza Soares, Beth Carvalho e Dona Ivone Lara.

No Rio a divertidíssima festa fica por conta do Pagode do Trem. A idéia do samba surgiu quando moradores de Oswaldo Cruz resolveram criar um movimento para revitalizar o bairro, era o "Acorda, Oswaldo Cruz". No Dia do Samba o pessoal se reúne na Central do Brasil, lota um trem e vai tocando e cantando até Oswaldo Cruz, lá formam-se trocentas rodas de samba. Depois que começou, descobriu-se que já havia sido criado décadas antes por uma das mais importantes figuras do bairro, Paulo da Portela. Naquela época o samba era perseguido pela polícia. Os sambistas faziam suas reuniões e promoviam animadas rodas dentro dos vagões do trem. Hoje o Pagode do Trem faz parte do calendário oficial da cidade e tem estado cada ano mais cheio.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

CALENDÁRIO MUSICAL - DEZEMBRO

Dia 01 - Nasce em Serraria (PB) o cantor e compositor paraibano Valdemar Farias, popularmente conhecido por Roberto Luna (1929).
O flautista Patápio Silva é contemplado com a medalha de ouro do Instituto Nacional de Música, prêmio até então nunca conferido a um negro (1901).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Otto Henrique Trepte - Casquinha, integrante da Velha Guarda da Portela, parceiro de Candeia, autor de vários sambas de sucesso como: "Recado", "Sinal Aberto", "Preta Aloirada" (1922).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Vasilíki Purchio, popularmente conhecida por Neusa Maria (1928).
Nasce em Duque de Caxias (RJ) o instrumentista João Bosco Cândido da Costa (1967).
Nasce em Ribeirão Preto (SP) a cantora e a compositora Bia Mestrinér (1956).
Nasce em Vitória de Santo Antão (PE) o compositor Nestor de Holanda Cavalcanti Neto (1921).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Antônio de Pádua Vieira da Costa (1996).
Nasce em Serra Talhada (PE) o cantor Gonzaga Leal.

Dia 02 - Dia Nacional do Samba.
Nasce em Belo Horizonte (MG) o cantor, instrumentista e compositor Antônio Maurício Horta de Melo, o Toninho Horta (1948).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Oswaldo Nunes (1930).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o letrista, jornalista e poeta Francisco de Paula Brito (1809).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o letrista José da Rocha Piedade (1978).
Nasce em Jaboticabal (SP) a cantora e atriz Conceição Joana da Fonseca Gomes, a Nhá Barbina (1915).
Nasce em Bom Jardim (PE) o instrumentista e compositor Levino Ferreira da Silva, o Levino Ferreira (1890).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o ator, cantor e compositor Luís Claudio Ferreira da Costa, o Lucca Ferreira (1969).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Otávio Coelho Fialho, o Tavinho Fialho (1960).
Nasce em Santo André (SP) o compositor, arranjador e multi-instrumentista Leonardo Rugero Peres, o Léo Rugero (1971).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor, professor , arranjador e instrumentista Marcos Borelli (1965).
Nasce em Guaxupé (MG) a cantora Márcia Soraia Tauil Braga Zamarian, a Márcia Tauil (1968).
Morre no Recife (PE) o instrumentista, arranjador, compositor, produtor musical e professor de música Willians Costa Pereira (2007).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o arranjador e instrumentista Eloi Vicente Quartarone Teixeira, o Eloi Vicente (1948).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o arranjador, escritor, compositor e instrumentista Henrique Leal Cazes, o Henrique Cazes (1959).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor José da Rocha Piedade.
Nasce em Boêmia (República Tcheca) o empresário e responsável pelo início da história da música popular brasileira gravada Frederico Figner (1866).

Dia 03 - Nasce em São Paulo, o guitarrista integrante do grupo Titãs Marcelo Fromer (1961).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o músico e compositor Wagner de Aguiar Cardoso, o Wagner Aguiar (1963).
Nasce no Rio de Janeiro o regente, arranjador, compositor e trompetista Francisco Duarte, o maestro Chiquinho (1907).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Luís Carlos Paraná (1970).
Nasce em Salvador(BA) o cantor, compositor, regente e instrumentista Antônio Carlos dos Santos Pereira, o Tom da Bahia (1947).
Nasce em Porto Alegre (RS) o compositor Otávio Dutra (1884).
Nasce no Rio de Janeiro o cantor, compositor e ator Sérvulo Augusto Vieira Gonçalves, o Sérvulo Augusto (1955).
Nasce no Rio de Janeiro o cantor David Trompowsky, o David de Castro (1937).
Nasce em Recife (PE) o compositor, letrista e regente Sofonias Galvão Dornelas Pessoa (1870).
Nasce no Rio de Janeiro o baterista Cláudio Infante Vieira, o Cláudio Infante (1963).
Nasce no Rio de Janeiro a cantora Araci Cortes Costa de Almeida, a Araci Costa (1932).
Nasce em Cruzeiro (SP) a cantora Maria Ignez Senne Costa, a Maricene Costa (1938).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o arranjador, pianista e compositor Cristovão da Silva Bastos Filho, o Cristovão Bastos (1946).
Nasce no Rio de Janeiro o jornalista e crítico musical Arthur Henrique Motta Dapieve (1963).
Nasce em Itaúna (MG) o cantor, compositor e instrumentista José Roberto Corrêa Ribeiro, o Zebeto Corrêa (1960).

Dia 04 - Morre em Porto Alegre (RS) o músico, cantor e compositor gaúcho Vítor Mateus Teixeira, mais conhecido como Teixeirinha (1985).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Paulo Barbosa (1955).
Morre em Porto Alegre (RS) o cantor e compositor Leovegildo José de Freitas, mais conhecido por Gildo de Freitas (1982).
Nasce em Porto Alegre (RS) o cantor, compositor e violonista Jorge Moacir da Silva, o Bedeu (1946).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora, compositora e instrumentista Mayra Corrêa Aygadoux, popularmente conhecida por Maria Gadú (1986).
Nasce em Niterói (RJ) o instrumentista Júlio César Silva Erthal (1976).
Nasce em Caxambú (MG) a cantora e compositora Maria Aparecida Martins, a Aparecida (1939).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o músico, compositor e cantor Claudio Alves Latini (1955).

Dia 05 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, pianista e compositora Ângela Maria Diniz Gonçalves, mais conhecida como Ângela Rô Rô (1949).
Nasce no Espírito Santo do Pinhal (SP) o cantor Otávio Henrique de Oliveira - o Blecaute (1919).
Nasce no Carmo (RJ) o compositor, músico, cantor e arranjador Egberto Gismonti Amin, considerado um virtuoso da música instrumental popular, destacando-se pela sua capacidade de experimentação (1947).
Morre em São Paulo (SP) o cantor, ator e compositor Jaime Fomm Garcia Redondo, o Jaime Redondo (1952).
Nasce em Colatina (ES) o instrumentista e compositor Carlos Câncio Poyares (1928).
Morre em São Paulo (SP) o compositor e maestro Afonso Martinez Grau (1963).
Nasce em Monte Alto (SP) o cantor e compositor Antônio Campanha, o Campanha da dupla Campanha e Cuiabano (1925).
Morre em São Paulo (SP) a cantora Helena Pinto de Carvalho (1937).
Nasce em Niterói (RJ) o cantor Orlando José Correia, o Orlando Correia (1928).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e luthier Eduardo Thiago Brito (1964).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista e arranjador Gilberto Gagliardi (1922).
Nasce em Petrópolis (RJ) o cantor e compositor Silvio Lima, o Silvinho (1931).
Nasce em Montes Claros (MG) a pesquisadora e professora de musicologia Martha Tupinamba de Ulhôa (1953).
Nasce em Monte do Carmo (TO) o produtor, cantor e compositor Geraldo Antonio de Carvalho, o Rick (1966).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista Otávio Meirelles de Magalhães Castro, o Otávio Castro (1980).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Cleide Alves da Silva, a Cleide Alves (1946).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista e arranjador Henrique Band Ferreira (1972).
Nasce em Massy Palaiseau (França) o saxofonista Idriss Boudrioua (1958).
Nasce em Sorocaba (SP) o cantor Sólon Hanser Sales, o Sólon Sales (1923).
Nasce em Santo Amaro da Purificação (BA) o cantor Manuel Pedro dos Santos, o Baiano (1870).
Nasce na França o cantor, compositor, arranjador e instrumentista Alain Pierre Ribeiro de Magalhães (1954).

Dia 06 - Nasce o cantor carioca Emílio Santiago (1946).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Jorge de Oliveira Veiga, Jorge Veiga (1910).
Morre de acidente vascular cerebral, em São Luís (MA), aos 63 anos, o compositor João Batista do Vale - João do Vale (1996).
Nasce em Avaí (SP) o instrumentista Omar Izaq (1933).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Emílio Vitalino Santiago, o Emílio Santiago (1946).
Nasce em Santo Antônio de Jesus (BA) o folclorista e musicólogo Renato Almeida (1895).
Nasce em Varginha (MG) a pesquisadora e folclorista Oneyda Paolielo de Alvarenga (1911).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, compositora e pesquisadora Glorinha Caldas (1937).
Nasce em São Paulo o instrumentista Rodolfo Cardoso de Oliveira (1955).
Nasce em São Bernardo do Campo (SP) a cantora Ana Paula Ribeiro Lopes, a Ana Paula Lopes (1979).
Nasce em São Paulo (SP) o cartunista, cantor e compositor Francisco Paulo Hespanha Caruso, o Chico Caruso (1949).

Dia 07 - Clementina de Jesus, a "Mãe Quelé", aos 63 anos pisa o palco pela primeira vez como cantora profissional, no Teatro Jovem, primeiro show da série de espetáculos "Menestrel" sob a direção de Hermínio Bello de Carvalho (1964).
Nasce em Cachoeira (BA) o compositor e instrumentista José de Souza Aragão, o Cazuzinha (1819).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, teatrólogo, compositor e jornalista Rubem dos Santos, o Rubem Confete (1936).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, instrumentista e compositor Rodrigo Maranhão (1979).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Heitor Avena de Castro (1919).
Nasce em Belém (PA) o cantor, compositor, arranjador e instrumentista Ismael de Araújo Silva Netto, o Ismael Netto (1925).
Nasce no Rio de Janeiro o produtor musical, instrumentista e arranjador Haroldo Goldfarb (1956).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Rosemeire Pereira Gonçalves, a Rosemary (1945).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o regente, arranjador e compositor Rogério Duprat (1932).
Nasce em Criciúma (SC) o cantor e compositor Marlon Fabrício de Oliveira, o Marlon da dupla Marlon e Maicon (1977).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, produtor, arranjador e instrumentista Francisco Saraiva da Silva, o Chico Saraiva (1973).
Morre em Belém (PA) o compositor, regente e instrumentista Manoel Luís de Paiva, o Maneco Paiva (1920).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Carlos Artur da Rocha, o Carlinhos Sideral (1931).
Nasce em Teófilo Otoni (MG) o cantor e compositor Sérgio Moreira (1954).

Dia 08 - Nasce no Rio de Janeiro a cantora Alaíde Costa Silveira - Alaíde Costa (1933).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Lenita Bruno (1926).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o trompetista, compositor e regente Paulino Sacramento (1880).
Morre no no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, produtor musical, escritor e professor Dalton Vogeler Gomes (2008).
Nasce em Olinda (PE) o violonista e compositor Joaquim Francisco dos Santos, o Quincas Laranjeiras (1873).
Nasce em Botelhos (MG) o cantor, compositor e humorista João Ferreira de Melo, o Barnabé (1932).
Nasce em Currais Novos (RN) a cantora e compositora Maria de Fátima Melo do Nascimento, a Fátima Mello (1954).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor, arranjador e instrumentista Francisco Pinheiro Christino Netto, o Chico Pinheiro (1974).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, teatrólogo e jornalista João de Wilton (ou da Silva) Morgado, o João da gente (1882).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Marilza da Conceição Aparecida, a Mariúza (1943).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositor Luiza Conceição Dionizio (1963).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o pianista, violinista, compositor e professor Augusto Teixeira Vasseur (1969).
Morre em Nova York (EUA) o compositor, arranjador e instrumentista Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, o Tom Jobim (1994).

Dia 09 - Nasce em Rodeiros (MG) o cantor e compositor José Geraldo Juste, popularmente conhecido por Zé Geraldo (1944).
Morre em São Paulo (SP) a cantora Alzirinha Camargo (1982).
Morre no Recife (PE) o compositor, instrumentista, pianista e regente Nelson Heráclico Alves Ferreira, o Nelson Ferreira (1976).
Nasce em São João da Boa Vista (SP) o cantor Aldimir Torres Ribeiro, popularmente conhecido por Almir Ribeiro (1958).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Francisco da Silva Fárrea Júnior, o Paquito (1915).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista José Ribamar Pereira da Silva, o Ribamar (1919).
Nasce em Salvador (BA) o cantor e compositor Ciro Mendes de Aguiar, o Ciro Aguiar (1942).
Nasce em São Paulo (SP)o regente, arranjador, pianista, vibrafonista, compositor, disc-jóquei, tele-ator, cantor Erlon Chaves (1933).


Dia 10 - Nasce no Rio de janeiro (RJ) a cantora, violonista e compositora Cássia Rejane Eller, popularmente conhecida por Cássia Eller (1962).
Nasce no Carmo (RJ) o arranjador, instrumentista, produtor musical, compositor Egberto Amin Gismonti, o Egberto Gismonti (1947).
Morre em Fortaleza (CE) o cantor e compositor Ermenegildo Evangelista de Souza, o Catulo de Paula (1984).
Nasce em Xapuri (AC) a cantora, compositora e atriz Maria de Nazaré Pereira, a Nazaré Pereira (1940).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Alzira Camargo (1915).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Álvaro Luis Waehneldt Socci, o Álvaro Socci (1969).
Nasce em Londres (Inglaterra) a pianista Patricia de Almeida Ferreira Lopes, a Patricia Lopes (1967).
Nasce em São Paulo (SP) a cavaquinista, compositor e cantor Mário Sérgio Brochado, o Mário Sérgio (1958).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o letrista e jornalista David Nasser (1980).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Antônio Almeida (1985).


Dia 11 - Nasce em 1910 o sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil Noel de Medeiros Rosa, popularmente conhecido por Noel Rosa.
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o músico, compositor e caricaturista Antônio Gabriel Nássara, o Nássara (1996).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o violonista e compositor Henrique Brito (1935).
Nasce em Ilhéus (BA) o cantor e compositor José Bezerra (1929).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor Augusto César Nastari Brunetti, o César Brunetti (1948).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pianista, arranjador, cantor e compositor Flávio Pantoja Leite (1952).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Eduardo del Águila Caribé, o Dudu Caribé (1970).
Nasce em Campo do Meio (MG) o cantor e compositor Luiz de Castro (1936).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a instrumentista e compositora Carlota Marques (1957).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o ator e cantor Mário Gomes (1952).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o baterista Ivan Miguel Conti Maranhão, o Mamão (1946).
Nasce o instrumentista e compositor José Roberto Bertrami.
Nasce em Niterói (RJ) o instrumentista e compositor José Alexandre Malheiros Filho, o Alex Malheiros (1946).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o arranjador, instrumentista e compositor Marcelo de Miranda Brandão, o Marcelo Paganini (1964).


Dia 12 - Nasce em Três Pontas (MG) o arranjador, compositor, instrumentista, maestro e diretor musical Wagner Tiso Veiga, o Wagner Tiso (1945).
Nasce no Rio de Janeiro, o cantor e compositor Wilson Moreira Serra - o Wilson Moreira, autor entre outros tantos sucessos de: "Gostoso Veneno", "Okolofé", "Candongueiro", "Coisa da Antiga" (1936).
Nasce em Leopoldina (MG), o cantor e compositor Osvaldo Alves Pereira - Noca da Portela, autor de inúmeros sucessos como: "Portela na Avenida", "É preciso muito amor", "Vendaval da vida", "Virada", "Mil Réis" (1932).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Marcio Montarroyos (2007).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora e compositora Maria Cristina Ozzetti, a Ná Ozzetti (1958).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Milton de Oliveira (1986).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e trombonista Cândido Pereira da Silva, o Candinho Trombone (1960).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Amado Régis (1976).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista João Pereira Filho, o Pereira Filho (1986).
Nasce no no Rio de Janeiro (RJ) o radialista, jornalista e compositor Santos Garcia Dias, o Santos Garcia (1914).
Nasce em Paraíba do Sul (RJ) o cantor e compositor Rui Maurity de Paula Afonso, o Ruy Maurity (1949).


Dia 13 - Nasce em Exu (PE), o cantor, compositor e acordeonista Luiz Gonzaga do Nascimento, o Luiz Gonzaga (1912).
Morre em São Luis (MA) o jornalista e compositor João Batista Lopes Bogea (2004).
Nasce em Guarani (PE) o produtor musical José Silas Xavier (1939).
Nasce em Ipojuca (PE) o cantor, compositor e instrumentista Fernando Manoel Correia, o Nando Cordel (1953).
Nasce em Montes Claros (MG) o violeiro, cantor e compositor José Dias Nunes, o Tião Carreiro (1934).
Nasce em Jaguarão (RS)o instrumentista, gaitista e compositor Eduardo Nadruz, o Edu da Gaita (1916).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o cantor, compositor e multi-instrumentista Edson Vander da Costa Batista, o Eduardo Costa (1979).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor e cantor Manuel Mindlin Lafer, o Manu Lafer (1971).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor José Luis Pinto Júnior, o Luis Sacopã (1941).
Nasce em Paratini (SP) o cantor, radialista, folclorista e contista Luís Carlos Barbosa Lessa, o Barbosa Lessa (1929).
Nasce em Nova Iguaçu o cantor e compositor Roberto de Barros Lara, o Roberto Lara (1957).
Nasce em João Pessoa (PB) a escritora, cantora, instrumentista e compositora Catarina Maria de França Carneiro (1947).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o crítico, musicólogo e jornalista Lúcio do Nascimento Rangel, o Lúcio Rangel (1979).

Dia 14 - Morre em João Pessoa (PB) o multi-istrumentista, arranjador e compositor Severino Dias de Oliveira, o Sivuca (2006).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, pianista, violoncelista e professor Homero Dornelas (1901).
Morre no Recife (PE) o compositor, instrumentista, trombonista, clarinetista e flautista Félix Lins de Albuquerque, o Felinho (1980).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Neide Hor-Meyll Fraga, a Neide Fraga (1987).
Nasce em Valença (RJ) o compositor, pianista, regente, professor Agnelo Gonçalves Viana França, o Agnelo França (1875).
Morre em Altos (PI) o compositor, cantor, violonista, poeta e militar Anfrísio Rosendo Máximo (1966).
Nasce em Ibuguaçu (CE) a crítica musical, jornalista e produtora e diretora de shows Diana Aragão Martins (1948).

Dia 15 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Francisco de Paula Brito, popularmente por Paula Brito (1861).
Morre em São Paulo o compositor, regente e professor Elias Álvares Lobo (1901).
Nasce no Recife (PE) o violonista e compositor Osias Canuto Lopes Alves, o Osias Canuto (1963).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Adalgisa Maria Nogueira Machado, a Gisa Nogueira (1938).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o compositor, cantor, congadeiro, pesquisador, violonista e ator Maurício Tizumba (1957).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o compositor, instrumentista e arranjador Aécio Flávio do Rêgo, o Aécio Flávio (1940).

Dia 16 - Nasce em Salvador o compositor e regente Miguel dos Anjos de Sant'Ana Torre, popularmente conhecido por Miguel Torres (1937).
Morre o compositor paulista Teddy Vieira (1965).
Nasce em Salvador (BA) o compositor, oficleidista, regente, professor Miguel dos Anjos de Sant'Ana Torres (1837).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Valdemar de Abreu, o Dunga (1907).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Marcus Vinícius Lessa (1957).
Morre em Itapetininga (SP) o compositor Teddy Vieira de Azevedo, o Teddy Vieira (1965).

Dia 17 - Nasce em Natal (RN) o cantor e compositor Gilliard Cordeiro Marinho, popularmente conhecido por Gilliard (1956).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Neide Hor-Meyll Fraga, a Neide Fraga (1924).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor José Luis Segneri Oliveira, o Zé José Luis Oliveira (1957).
Nasceu em Vitória (ES) o cantor e compositor Carlos Alberto Albuquerque de Oliveira, o Alberto Gino (1941).
Morre em Maricá (RJ) a cantora Sylvia Telles (1966).
Nasce em São Paulo (SP) o violonista Antonio Carlos Barbosa Lima, o Carlos Barbosa-Lima (1944).
Nasce no Rio de Janeiro o percussionista Armando de Souza Marçal, o Marçalzinho (1956).
Nasce em Visconde do Rio Branco (MG) o instrumentista e compositor Célio Balona Passos, o Célio Balona (1938).
Nasce em Santos (SP) o compositor, arranjador e produtor musical, professor e pesquisador Alexandre Birkett Silvino (1963).
Nasce o cantor e compositor Marcio André de Lima Ribeiro, o Márcio Local (1976).
Nasce em Vitória (ES) o cantor e compositor Carlos Alberto Albuquerque de Oliveira, o Alberto Gino (1941).

Dia 18 - Morre no Rio de janeiro (RJ)o compositor Francisco Manuel da Silva, compositor da melodia do Hino Nascional Brasileiro (1865).
Nasce no Rio de Janeiro o cantor, compositor e instrumentista Osmar Leite, o Osmar do breque (1954).
Nasce no Rio de Janeiro o compositor Edison Ferreira, o Efson (1944).
Nasce no Rio de Janeiro o instrumentista Sergio Krakowski Costa Rego (1979).
Nasce em Niterói (RJ) o baterista Márcio Villa Bahia, o Márcio Bahia (1958).
Morre no Rio de janeiro (RJ)o compositor Silvestre Davi da Silva, o Cabana (1986).
Nasce em Taubaté (SP) o instrumentista e compositor José Idelmiro Cupido, o Zé Cupido (1936).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor e compositor Ronaldo Lupovici, o Ronaldo Lupo (1913).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Francisco de Queirós Mattoso, o Francisco Mattoso (1941).
Nasceu em Cajazeiras (PB) o poeta, cantor, folclorista, compositor e escritor Alfredo Ricardo do Nascimento (1908).

Dia 19 - Nasce o compositor baiano Luis Carlos Capinam (1941).
Nasce no bairro de São Cristóvão (RJ), o compositor e violonista Manuel da Conceição Chantre - Mão de vaca (1930).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, compositor e arranjador Robson Jorge (1993).
Nasce em Cuiabá (MT) o poeta Manoel Venceslau Leite de Barros, o Manoel de Barros (1916).
Nasce em Governador Valadares (MG) o cantor e compositor Adiel Marzano, da dupla Adiel Marzano e Gelson Reis (1959).
Nasce em Tiradentes (MG) o compositor e instrumentista Fausto Assunção (1892).
Nasce em Natal (RN) a cantora Roberta Varella Sá, a Roberta Sá (1980).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Sonia Maria Melo Lemos, a Sonia Lemos (1943).
Nasce em Niterói (RJ) a cantora Rita de Cassia Peixoto, a Ryta de Cássia (1954).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, compositor, arranjador e produtor João Alfredo de Castilho Neto, o João Castilho (1970).
Morre no Recife (PE)o compositor Edgar Monteiro Ferreira, o Edgar Ferreira (1995).
Nasce em Bebedouro (SP) a cantora Luiza Trevisan, popularmente conhecida por Cinderela (1930).
Nasce em Taubaté (SP) o maestro, instrumentista, trombonista, orquestrador e líder de orquestra Ivan Paulo da Silva, o Maestro Carioca (1910).
Nasce em Minas Gerais o cantor e compositor Gelson Antonio dos Reis, o Gelson Reis (1963).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o violonista e compositor Manuel da Conceição Chantre, o Manuel da Conceição (1930).
Morre no Recife (PE) o cantor e compositor Sebastião Odilon Lopes de Albuquerque, o Sebastião Lopes (1974).

Dia 20 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Reinold Correia de Oliveira, mais conhecido como Nuno Roland (1975).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, letrista, cantor e produtor Antonio Pinto Ferreira, o Toninho Lemos (1947).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a atriz e cantora Abgail Maia (1981).
Nasce em Salvador (BA) o escritor, pesquisador de MPB, jornalista, historiador, crítico e radialista Ricardo Cravo Albin (1940)
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, arranjador e compositor Roberto Gnattali (1948).
Nasce em Macaparana (PE) o compositor, ator e radialista Rosil de Assis Cavalcanti, o Rosil Cavalcanti (1915).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e ator Dorival Silva, mais conhecido por Chocolate (1923).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, arranjador, compositor e produtor musical Guilherme Silva Brício (1955).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Ari Monteiro (1905).

Dia 21 - Nasce o cantor, compositor e intérprete baiano Elomar (1937).
Nasce em Mataripe Candeias (BA) o compositor Geraldo Pita Santos (1952).
Morre no Recife (PE) o regente, compositor, instrumentista Nelson Heráclico Alves Ferreira, o Nelson Ferreira (1976).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Oswaldo dos Santos, o Alvaiade (1913).
Nasce o compositor,cantor e violonista Rodrigo Londero (1976).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, violonista e compositor Sílvio da Silva Júnior (1947).
Nasce em Vitória da Conquista (BA) o compositor, instrumentista e cantor Elomar Figueira Melo, o Elomar (1937).
Nasce em Santo Antônio de Pádua (RJ) o instrumentista e compositor Altamiro Aquino Carrilho (1924).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, jongueiro e percussionista Darcy Monteiro, o Darcy do Jongo (2001).

Dia 22 - Morre o cantor, compositor e radialista brasileiro Henrique Foréis Domingues, popularmente conhecido por Almirante. Seu codinome na Era de Ouro do Rádio era: "a mais alta patente do Rádio" (1980).
Morre no Rio de Janeiro a cantora Aurora Miranda da Cunha, a Aurora Miranda (2005).
Morre em Los Angeles (EUA) o Multiinstrumentista José do Patrocínio Oliveira, o Zé Carioca (1987).
Nasce em Porto Alegre (RS) o cantor e compositor Luiz Marenco (1964).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pianista e compositor José Ferreira Torres, o J. Ferreira Torres (1874).
Morre em Juiz de Fora (MG) o compositor, instrumentista e cantor Armando Toschi (1996).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, jornalista, radialista e pesquisador de MPB Fernando de Castro Lobo, o Fernando Lobo (1996).
Nasce em São Luis Gonzaga (RS) o instrumentista e cantor Xirú Missioneiro (1965).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o regente, arranjador, instrumentista e compositor Orlando Silveira de Oliveira Silva, o Orlando Silveira (1993).
Nasceu em Natal (RN) a compositora e professora de piano Cândida Maria de Araújo Bezerra, a Candinha Bezerra (1943).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Klécius Pennafort Caldas, o Klécius Caldas (2002).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista Don Edward (1916).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista Edgard Cavalcanti, o Barriquinha (1916).


Dia 23 - Nasce em Itapetiningda (SP)o compositor Teddy Vieira de Azevedo (1922).
Nasce em Goiana (PE) o arranjador, instrumentista e regente José Ursicino da Silva (1935).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, pandeirista, ator, cineasta, empresário, jornalista, e publicitário Oswaldo de Moraes Eboli, popularmente conhecido por Vadeco (2002).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Paulo Bob (1930).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora e compositora Maria Christina Buarque de Holanda, a Cristina Buarque (1950).
Nasce em Cajurú (SP) o maestro, compositor e instrumentista Aloysio Figueiredo Cerqueira (1919).
Nasce em Umuarama (PR) o cantor Aparecido José Vieira, o Rodiney da dupla Rodiney e Rodivan (1970).
Nasce em Paquetá (RJ) o compositor, jornalista e empresário René Bittencourt Costa (1910).
Morre em São Paulo (SP) o jornalista, radialista, crítico musical, pesquisador e produtor de eventos Antonio Helcio Spessoto, o Toninho Spessoto (2010).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o violonista João Paulo Baptista Rabello de Faria, o João Rabello (1981).

Dia 24 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Olivia Maria Lustosa Byington, a Olivia Byington (1958).
Nasce em Augusto Severo (RN) o cantor e compositor Claudionor Batista de Oliveira, o Dozinho (1927).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Dora Freitas Lopes, a Dora Lopes (1983).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, regente, compositor, arranjador Eduardo Morelenbaum (1960).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, roteirista, diretor artístico, produtor, cantor e ator Carlos Alberto Ferreira Braga, o Braguinha (2006).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Djalma Mafra (1974).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor e instrumentista Cláudio Lopes dos Santos, o Cláudio Camunguelo (2007).
Nasce em Natal (RN) o cantor e compositor Carlos Adriano Peres Tavares, o Adriano Peres (1972).

Dia 25 - Nasce em Salvador (BA) a cantora Simone Bittencourt de Oliveira, popularmente conhecida por Simone (1949).
Nasce em Montes Claros (MG) a cantora e compositora Aline Mendonça Luz, a Aline (1946).
Nasce em Cuiabá (MT) a cantora, compositora e instrumentista Lucia Helena Carvalho e Silva, a Lucina (1950).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) opoeta e compositor Hermes Floro Bartolomeu Martins de Araújo, o Hermes Fontes (1930).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a professora, pesquisadora, regente e escritora Ermelinda Azevedo Paz Zanini (1949).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o produtor musical Augusto César Nogueira de Carvalho, o Guti Carvalho (1952).
Nasce em Fortaleza (CE)o jornalista e radialista Jonas Vieira (1934).
Nasce no Recife (PE) o cantor, compositor e apresentador Luís Bandeira (1923).

Dia 26 - No ano de 1933 a rádio FM é patenteada.
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cronista e escritor Armando de Azevedo Santos,o olho de vidro (1978).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o instrumentista, arranjador e compositor Helvius Vilela Borges, popularmente conhecido por Helvius Vilela (1941).
Morre em Roma (Itália) o compositor Carlos Guinle (1956).
Nasce em Torres (RS) o cantor, compositor, teatrólogo e escritor Elonir Natal da Rosa, o Lony Rosa (1944).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o jornalista e crítico musical Tom Cardoso (1972).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista Norival Carlos Teixeira, popularmente conhecido por Valzinho (1914).
Nasce em Santos (SP) o produtor musical Armando Soares Pittigiliani (1934).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor, instrumentista e compositor Eduardo Letti, o Edu Letti (1974).
Nasce em São Luís Gonzaga (RS) o cantor, compositor, instrumentista e folclorista Noel Guarani (1941).
Nasce em Curitiba (PR) o arranjador, instrumentista e compositor Sérgio Justen de Oliveira, o Sérgio Justen (1973).

Dia 27 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o arquiteto, compositor, instrumentista, cantor e produtor musical Maurício Tapajós (1943).
Nasce em Lorena (SP) o professor, regente e multinstrumentista João Evangelista (1889).
Nasce em Montreal (Canadá) o instrumentista e compositor Jean Pierre Zanella (1957).
Nasce em Cambará (PR) a cantora e compositora Gerli Araújo Goldfarb, a Gerli Goldfarb (1950).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o poeta, ensaísta, compositor e escritor Antonio Carlos Ferreira de Brito, popularmente conhecido por Cacaso (1987).
Morre em São Paulo (SP) o maestro Spartaco Rossi (1993).
Nasce em São Luís (MA) o maestro, compositor, regente e letrista Alfredo Gentil Verdi de Carvalho, o Verdi de Carvalho (1885).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o teatrólogo, compositor, cantor e poeta João Cândido Ferreira, mais conhecido por De Chocolat (1956).
Nasce em Santa Cruz do Rio Pardo (SP) o compositor, cantor, violonista, arranjador e produtor musical Vasco Ramos de Britto (1951).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Leonel Neves de Faria (1935).
Nasce em Itamaracá (PE) o cantor e compositor Romildo Souza Bastos (1941).

Dia 28 - Nasce em Maceió (AL) o baterista, percussionista e vocalista Teófilo Pereira Lima, popularmente conhecido por Téo Lima (1948).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, pianista, violoncelista e professor Homero Dornelas (1990).
Nasce em São Paulo (SP) o músico, sonoplasta e professor de música Alexandre Branco Weffort (1962).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o publicitário, cantor, compositor e produtor musical Thomas Marco Roth, o Thomas Roth (1951).
Nasce em Goiânia (GO) a cantora Wanessa Godói Camargo Buaiz, a Wanessa Camargo (1982).
Nasce no México o musicólogo, instrumentista e professor Carlos Eduardo Azevedo e Souza, O Carlos Eduardo Castilho (1969).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o gaitista e compositor Manoel Xisto, popularmente conhecido por Fred Williams (1926).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Waldemar Castellar de Franceschi, o Nenete da dupla sertaneja Nenete e Dorinho (1988).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o produtor, cantor e compositor Eduardo de Toledo Guimarães, o Eduardo Toledo (1964).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pesquisador, escritor, professor, poeta e letrista Luis Fernando Barciela Vieira (1945).
Nasce em São Francisco de Assis (RS) o poeta, compositor, cronista e pesquisador Salvador Ferrando Lamberty (1947).

Dia 29 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, instrumentista e compositora Cássia Rejane Eller por parada cardiorrespiratória, possivelmente decorrente de estresse. A hipótese de overdose como causa da morte, apontada inicialmente, foi descartada pelos laudos periciais do Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro (2001).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e arquiteta Maria Clara de Salles Redig de Campos, a Clara Redig (1943).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e violonista Eduardo Braga (1963).
Nasce em Campos dos Gaoytacazes (RJ) o pesquisador, jornalista e escritor Lauro Gomes de Araujo (1940).
Nasce em Belém (PA) o cantor e compositor David Miguel (1926).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Rubens Bastos, mais conhecido no meio musical como Rubinho Bastos (1945).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Maximiliano Carvalho de Bulhões, o Max Bulhões (1903).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pesquisador de música popular brasileira e e nsaísta Frederico de Oliveira Coelho (1974).
Nasce em Salvador (BA) o cantor, compositor, ator, produtor e apresentador radiofônico Aluísio Ferreira Gomes, o Canarinho (1927).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor e radialista Paulo Tapajós Gomes, popularmente conhecido como Paulinho Tapajós (1990).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Aline Calixto (1980).

Dia 30 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, produtor, compositor e narrador Aloysio de Oliveira (1914).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, instrumentista e regente José Resende de Almeida, o J. Resende (1945).
Nasce em Natal (RN) o folclorista e escritor Luís da Câmara Cascudo (1898).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, violonista, jornalista, poetisa, rádio atriz e autora de rádio novelas Jesy de Oliveira Barbosa (1987).
Nasce em Americana (SP) Jonas Virgolino Dantas, integrante do grupo O bando de Maria (1983).
Morre em Guararema (SP) o compositor João Batista da Silva, o João Pacífico (1998).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e poeta Paulo Emílio da Costa Leite, o Paulo Emílio (1990).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Ciro Moura de Sousa, o Ciro de Souza (1911).
Morre em Belo Horizonte (MG) o instrumentista Renato Rodrigues, mais conhecido no meio musical como Renato Andrade (2005).

Dia 31 - Nasce em São Paulo (SP) a cantora, instrumentista e compositora Rita Lee Jones (1947).
Nasce no Morro da Serrinha, Madureira (RJ). Darcy Monteiro, músico profissional, compositor, percussionista, ritmista, jongueiro, criador do Grupo Bassam, nome artístico do Jongo da Serrinha (1932).
Fundação no Morro do Borel, Tijuca (RJ), do G.R.E.S. Unidos da Tijuca. Cores: azul-pavão, vermelho e ouro (1931).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, jongueiro e percussionista Darcy Monteiro, o Darcy do Jongo (2001).
Morre no Recife o compositor e instrumentista Lourenço Fonseca Barbosa, musicalmente conhecido por Capiba (1997).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Mário da Silveira Meirelles Reis, o Mário Reis (1907).
Nasce Celso Suckow, popularmente conhecido por Bi Cosmo (1966).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista André Ciraudo Fraga Solha, o André Fraga (1975).
Morre em Olinda (PE) o compositor, pianista, regente e professor Euclides Fonseca (1929).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, arranjador e compositor João Carlos Muniz Rebouças (1957).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a pianista e compositora Carolina Cardoso de Menezes Cavalcanti (1999).
Nasce em Serra Negra (SP) a cantora, compositora e multi-instrumentista Maria Fernanda Dutra Clemente, conhecida musicalmente por Fernanda Porto (1965).
Nasce em Naviraí (MS) o cantor e compositor Vinícius Fernando Karlinke, da dupla João Bosco e Vinícius (1980).
Morre a cantora Antônia Maria Pavão, a Meire Pavão (2008).
Nasce no Rio de Janeiro o flautista Artur Menezes dos Santos, o Artur Virou Bode (1887).
Nasce em Jaguariaiva (PR) o cantor, compositor e palhaço Waldemar Seyssel, popularmente conhecido por palhaço Arrelia (1905).
Nasce em Mossoró (RN) o poeta e compositor Marcos Antônio de Queiroz Lucena, o Marcos Lucena (1959).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, produtor musical, educador e compositor Marcelo Salazar (1953).

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