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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

REEDIÇÃO DE SHOWS HISTÓRICOS DE ElIS REGINA TRAZEM MATERIAL INÉDITO

Por Marcus Preto


O baú de Elis Regina não tem fundo. Para marcar os 30 anos da morte da cantora, em 19 de janeiro, dois de seus álbuns ganham reedições ampliadas, com mais do que o dobro das faixas que havia nas versões originais em LP.

Gravado ao vivo em abril de 1978, no teatro Ginástico (Rio), "Transversal do Tempo" registra o show do álbum "Elis" (1977) --o da canção "Romaria". Foi lançado no mesmo ano em LP simples, incluindo apenas 12 canções.

A nova versão, organizada pelo pesquisador Rodrigo Faour e mixada por João Marcello Bôscoli, filho mais velho de Elis, traz o roteiro completo do espetáculo, em dois atos, somando 25 números.

Estarão lá temas inéditos na voz dela, como "Amor à Natureza" (Paulinho da Viola), "Esta Tarde Vi Llover" (do mexicano Armando Manzanero), "Maravilha" (parceria obscura da dupla Francis Hime e Chico Buarque) e "Gente" (Caetano Veloso). Deve chegar às lojas no segundo semestre em CD duplo.

Também gravado ao vivo, "Montreux Jazz Festival" registra a participação da cantora no festival suíço, em 1979. Elis fez dois shows naquele dia. Um à tarde, em que fez uma ótima performance, e outro à noite, já cansada.

Lançado meses depois de sua morte, o LP de 1982 trazia só nove faixas, retiradas quase sempre da matinê.

Marcelo Fróes, pesquisador responsável pela nova edição, reuniu todos os números apresentados por Elis naquele dia. Serão dois CDs --um com a apresentação da tarde, outro com a da noite.

Ainda que algumas canções se repitam nos dois discos, é interessante ouvir Elis variando entre seu "bom momento" e seu "mau momento". E ouvir versões nunca antes lançadas de "Triste" (Tom Jobim) e "Corrida de Jangada" (Edu Lobo e Capinan).

Em sua versão completa, o disco de Montreux ganhou outro nome: "Um Dia".

Fróes lembra que as duas apresentações de Montreux foram registradas também em imagem. E já trabalha a ideia de, em breve, lançar a versão completa em DVD.

Em 19 de janeiro de 1992, quando se completavam dez anos de morte de Elis, reportagens sobre a efeméride lançavam a pergunta: como o Brasil pôde se esquecer tão rapidamente daquela que tantas vezes foi considerada sua maior cantora?

Duas décadas se passaram, e o quadro se reverteu. Ao lado de Gal Costa e Nara Leão, Elis é, de novo, a cantora que mais influencia novas gerações de vozes femininas.

Muito dessa volta se deve à aparição, há uma década, de Maria Rita. A filha apresentou a mãe à juventude que ainda não a conhecia.

"Não conheço outro caso assim: um gênio vocal gerar uma filha que seja reconhecidamente uma das cantoras mais importantes de sua geração", diz João Marcello Bôscoli. "Nenhum plano de marketing seria capaz de promovê-las de maneira tão intensa e verdadeira."

E Maria Rita, agora, trabalha nessa promoção diretamente. Em 17 de março, data em que Elis completaria 67 anos de vida, a filha sobe ao palco do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, para estrear temporada em que interpretará o repertório da mãe.

O show, que segue depois para Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio e Recife, em datas ainda não confirmadas, faz parte do projeto "Viva Elis", encabeçado por Bôscoli, que inclui ainda uma exposição itinerante.

A abertura está marcada para o dia 14 de abril, no Centro Cultural São Paulo, e vai reunir fotos da cantora, imagens de entrevistas, cenas de shows e especiais de TV, ingressos e pôsteres, objetos pessoais, roupas, documentos e, é claro, sua música.

A Universal Music prepara uma caixa com a discografia de Elis na gravadora. Além dos álbuns de carreira, lançados entre 1965 e 1979, há ainda três CDs com material raro ou inédito (leia acima).

Mas ainda há muito material inédito de Elis no baú.

"A partir de nossa pesquisa de imagens, pretendemos lançar os especiais de TV gravados em Portugal, Alemanha e França", diz Bôscoli.

Marcelo Fróes enumera mais possibilidades: "Já ouvi shows dela com a orquestra de Erlon Chaves, em 1970, e conheço pelo menos duas apresentações com Tom Jobim, em 1974, além de programas de rádio com o grupo de Luiz Loy, nos anos 1960".

Parece certo: os próximos anos prometem uma Elis inesquecível.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

35 ANOS SEM MAYSA

Representante do mais legítimo estilo dor de cotovelo, a cantora e compositora Maysa tinha voz e personalidade marcantes. Dramática, intensa, apaixonada, transgressora. Num poema, feito para ela, o poeta Manoel Bandeira diz: seus olhos são como dois oceanos não pacíficos. Seus discos eram campeões de venda. Morreu, aos 41 anos, em um acidente na ponte Rio-Niterói.

Por Vanderlan Nader


Segundo alguns afirmam, Maysa nasceu na capital paulista, numa tradicional família do estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro. Outras , porém, afirmam que seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.

Maysa era neta do barão de Monjardim, que foi presidente da província do Espírito Santo por cinco vezes. Estudou no tradicional colégio paulistano Assunção e no Sacré-Cœur de Marie, em São Paulo. As férias eram passadas em Vitória, onde reencontrava os tios e primos.

Casou-se aos dezessete anos com o empresário André Matarazzo, dezessete anos mais velho, amigo de seus pais, e membro do ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo, de cuja união nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de cinema e telenovelas.



Desquitou-se do marido em 1957, pois ele se opôs à carreira musical. Maysa teve vários relacionamentos amorosos, entre eles, com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto, o maestro Julio Medaglia, entre vários outros. Ao assumir o relacionamento com Miguel Azanza em 1963, Maysa estabeleceu residência na Espanha onde morou durante anos com o marido e o filho. Só retornou definitivamente ao Brasil em 1969.

Na década de 70, Maysa se aventuraria pelo mundo das telenovelas e do teatro participando de produções como O Cafona, Bel-Ami e o espetáculo Woyzeck de George Büchner. Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores nomes da música popular brasileira.


Últimos Momentos

Vivendo isolada na casa de praia em Maricá, desde 1972, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa de praia em Maricá, enquanto dirigia a “Brasília azul” em alta velocidade, no dia 22 de Janeiro de 1977, por volta das 5 horas da tarde, na Ponte Rio-Niterói. O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente. Porém, a conclusão dos laudos periciais mostrou que no momento do acidente ela estava completamente sóbria, não havia resquícios de álcool em seu organismo.
Em uma de suas últimas anotações, registrou:
"Hoje é novembro de 1976, sou viúva, tenho 40 anos, 20 de carreira e sou uma mulher só. O que dirá o futuro?"

HERIVELTO MARTINS, 100 ANOS

2012 é comemorado o centenário de um dos artista que protagonizou uma das brigas amorosas mais rentáveis para a música popular brasileira de todos os tempos.


Nascido no distrito de Rodeio, em Engenheiro Paulo de Frontin, Herivelto Martins, aos três anos de idade, já se apresentava de casaca, declamando versos em eventos organizados por seu pai.

Agente ferroviário apaixonado pelo teatro, Felix Bueno Martins empenhava a maior parte de seu ganho, para manter as atividades ligadas às artes, e a paixão contaminou, desde cedo, seu filho Herivelto, irmão de Hedelacy, Hedenir e Holdira, os quatro filhos que tivera com a mulher, Carlota de Oliveira. Aos cinco anos, Herivelto morava com a família, em Barra do Piraí, onde o pai fundou a Sociedade Dramática Dançante Carnavalesca Florescente de Barra do Piraí, misto de clube e teatro. E lá se ia quase todo o dinheiro do salário, obrigando D. Carlota a costurar para fora e a fazer doces. Não ficou nisso, o Seu Félix. Organizou as Pastorinhas de Barra do Piraí, com as quais Herivelto saía no Natal, de Papai Noel.

As atividades artísticas do pai motivaram o pequeno Herivelto a criar o seu próprio grupo teatral, com seus irmãos Hedelacy, Hedenir e Holdira e algumas meninos da vizinhança. Aos 9 anos de idade, compôs a paródia Quero Uma Mulher Bem Nua (Quiero una mujer desnuda) e o samba Nunca Mais, que não foi gravado.



Aos 10 anos aprendeu música na Sociedade Musical União dos Artistas, de Barra do Piraí, onde tocou bombardino, pistom, e caixa, até a idade de 19 anos, mas apresentava preferência pelo violão e cavaquinho, que já "arranhava". Entre 1922 e 1931, participou como músico da banda da Sociedade Musical União dos Artistas de Barra do Piraí.

Os problemas financeiros eram constantes, assim como as discussões domésticas. Herivelto e seus irmãos ajudavam, vendendo os doces que sua mãe fazia. A família acabou falindo e perdendo a casa, para pagamento de dívidas da Sociedade fundada por "Seu" Félix. Aos 12 anos de idade, Herivelto foi ser caixeiro em uma loja de móveis, emprego que o pai lhe arranjou.

Em 1925, com apenas 13 anos, Herivelto conheceu os artistas circenses Zeca Lima e Colosso, que passavam pela cidade, e com eles formou um trio e seguiu para Juparanã, onde apresentaram um grandioso espetáculo. Durante um ano, o trio apresentou-se pelo interior do Rio de Janeiro, até que, procurados pela Polícia, Colosso e Zeca Lima foram presos em Vassouras e o delegado mandou Herivelto para casa.

Em 1930, com a promoção de "Seu" Félix, a família foi morar no Brás, a Rua Saião Lobato, em São Paulo e se empregou em um botequim, onde ganhou o apelido de Carioca.

Após mais uma discussão com o pai, aos 18 anos de idade e com apenas 1 conto e 200 réis no bolso, Herivelto partiu para o Rio de Janeiro, com o desejo de tentar uma carreira artística. Ele passou a dividir o aluguel de um pequeno quarto com seu irmão, Hedelacy, e mais seis rapazes, quatro deles mortos na Revolução de 32. Para sobreviver, teve de vender o relógio Roskoff "Estrada de Ferro", presente de seu padrinho.



No Rio de Janeiro, Herivelto foi palhaço de circo, vendedor, ajudante de contabilidade e, aos sábados, fazia barbas na barbearia onde o irmão Hedelacy trabalhava. Com o dinheiro da gorjeta, garantia o "Feijão à Camões" (prato fundo com feijão preto e uma colher de arroz no meio), do Bar de "Seu" Machado", da semana.

Foi no Bar de "Seu" Machado que Herivelto recebeu o convite de "Seu" Licínio, para gerenciar sua barbearia no Morro de São Carlos. Era sua oportunidade de conhecer os grandes sambistas que ali moravam. Foi no São Carlos onde Herivelto conheceu o compositor José Luís da Costa - Príncipe Pretinho - que lhe apresentou a J.B. de Carvalho, do Conjunto Tupi, amigo do dono da gravadora RCA Victor.

Em 1932, Herivelto Martins, através de uma parceria com J.B. de Carvalho, conseguiu lançar, pela RCA Victor, sua composição Da Cor do Meu Violão, homenagem a uma namorada que teve no bairro do Carvão, em Barra do Piraí, que seu pai insistia em dizer que era escura demais para ele. A marchinha fez grande sucesso no carnaval daquele ano, o que levou Herivelto a integrar o coro do Conjunto Tupi como ritmista. Ele inovou ao fazer breques durante as gravações, quando isso não era permitido, e por essa e outras iniciativas, Mister Evans, diretor geral da RCA Victor, o promoveu a diretor do coro.

Em 1933, Herivelto teve mais duas músicas gravadas: O Terço do Zé Faustino, com Euclides J. Moreira, pelo Conjunto Tupi, e O Enterro da Filomena, pelo Conjunto RCA.


Em uma época em que o samba ainda não havia descido o morro e ganhado a cidade, Herivelto criou várias músicas para homenagear a Estação Primeira de Mangueira, entre elas: Saudosa Mangueira e Lá em Mangueira.

Em 1986, Herivelto Martins foi homenageado pela escola de samba Unidos da Ponte, com o enredo Tá na hora do samba, que fala mais alto, que fala primeiro, o homenageado participou do desfile.


A Dupla Preto e Branco

Em 1932, Herivelto Martins conheceu Francisco Sena, seu colega no Conjunto Tupi, e com ele começou a ensaiar algumas canções, entre as quais a música Preto e Branco. No ano seguinte, o Teatro Odeon estava em busca de um grupo que pudesse se apresentar nos intervalos das sessões. O Conjunto Tupi se apresentou e não foi aprovado. A convite de Vicente Marzulo, Herivelto e Francisco fizeram o teste, em dueto, chamando a atenção de todos. Foram contratados. o nome da Dupla, O Preto e O Branco, foi dado por Marzulo. Herivelto passou a compor para a dupla.

Em 1934, Herivelto gravou, com Francisco Sena, o primeiro disco da Dupla Preto e Branco, lançado pela Odeon, contendo os sambas Quatro Horas, com Sena, e Preto e Branco, de sua autoria. Compôs, em parceria com Francisco Sena, as marchas A Vida é Boa, gravada por Carlos Galhardo e Vamos Soltar Balão, gravada pela Dupla. Gravou, ainda, Como é Belo, de Gastão Viana e Pereira Filho.



Em 1935, a Dupla Preto e Branco gravou as marchas Bronzeada, de Moisés Friedman e Pedro Paraguassu, Passado, presente, futuro, de sua autoria, Um pouquinho só e Bela morena, ambas de Príncipe Pretinho, e fez algumas apresentações na Rádio Tupi do Rio de Janeiro, mas o sucesso foi interrompido com a morte de Francisco Sena.

Herivelto passou a atuar sozinho, até ser contratado pelo Teatro Pátria, de Pascoal Segreto, no Largo da Cancela, em São Cristóvão, onde criou o palhaço caipira Zé Catinga, que fez muito sucesso, principalmente com as crianças. No ano seguinte, um amigo de infância de Herivelto lhe apresentou seu irmão, o cantor e compositor Nilo Chagas, com quem formou a nova Dupla Preto e Branco, por ter gostado da voz de Nilo.

Em 1937, a Dupla Preto e Branco gravou, junto com Dalva de Oliveira, o batuque Itaquari e a marcha Ceci e Peri, ambas do Príncipe Pretinho. O disco foi um sucesso, rendendo várias apresentações nas Rádios. Foi César Ladeira, em seu programa na Rádio Mayrink Veiga, que pela primeira vez anunciou o Trio de Ouro.


Os Casamentos

No início da década de 30, Herivelto conheceu Maria Aparecida Pereira de Mello, sua primeira mulher, com quem teve os filhos Hélcio Pereira Martins e Hélio Pereira Martins. A convivência durou, aproximadamente, cinco anos. Separaram-se por Maria não aguentar mais as bebedeiras e traições de Herivelto.

Em 1935, no Cine Pátria, Herivelto conheceu Dalva de Oliveira e passaram a cantar em dueto. Iniciaram um namoro e, no ano seguinte, iniciaram uma convivência conjugal, oficializada em 1939 num ritual de umbanda, que gerou os filhos Pery Ribeiro e Ubiratan de Oliveira Martins. A União durou até 1947, quando as constantes brigas e traições da parte dele deram fim ao casamento. Mesmo casado, passava as noites fora de casa, bêbado e com prostitutas.

Em 1949, após a separação oficial do casal e o final da primeira formação do Trio de Ouro, Herivelto e Dalva iniciaram uma discussão, inclusive através das composições que gravaram, bastante explorada pelos jornais e revistas da época. Depois de uma pequena turne na Venezuela, Herivelto sai de casa, logo depois, tira de Dalva a guarda dos filhos, e os manda para um internato. Passa a publicar em todos os jornais que Dalva é prostituta e promove orgias dentro de casa, o que a levou a fazer as canções "de guerra" um para o outro.

Em 1946, Herivelto passou a namorar a Aeromoça Lurdes Nura Torelly, uma mulher desquitada que tem um filho do 1º casamento. Ela é rica e é prima do Barão de Itararé, e em 1952, passaram a viver juntos, tendo oficializado a união em 1978. Herivelto e Lurdes geraram os filhos: Fernando José (já falecido), a atriz Yaçanã Martins e Herivelto Filho, além dele criar o filho de Lurdes como seu. O casamento durou 44 anos, até a morte de Lurdes, em 1990.


Discografia
Herivelto com o Trio de Ouro (1942) Odeon 78
Ave Maria no morro (1943) Odeon 78
Laurindo (1944) Odeon 78
Odete/Bom dia Avenida (1944) Odeon 78
Jubileu de prata (1956) Continental LP
Um compositor em 2 tempos (1956) Copacabana LP
O Famoso Trio de Ouro (1969) Imperial LP
Trio de Ouro [S/D] Camden LP
Trio de Ouro e os seus sucessos [S/D] RCA Victor LP
Trio de Ouro [S/D] Revivendo CD
Jubileu de Herivelto [S/D] Copacabana LP
Carnaval de Herivelto [S/D] Mocambo LP

Composições
A Bahia te espera (Herivelto Martins / Chianca Garcia)
A baiana sambou (Herivelto Martins / Ciro Monteiro)
A dança do funiculi (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
A família do Aparício (Herivelto Martins / Roberto Roberti)
A guerra acaba amanhã (Herivelto Martins / Grande Otelo)
A Lapa (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
A Maria me controla (Herivelto Martins / Roberto Roberti)
A mesma história (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
A porta estandarte
A rua onde tu moras (Herivelto Martins / David Nasser)
A tristeza (Herivelto Martins / Heitor dos Prazeres)
A última homenagem (Herivelto Martins / Blecaute)
A vida é boa (Herivelto Martins / Assis Valente e Francisco Sena)
Acorda, escola de samba (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Acorde, Estela (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Adeus (Herivelto Martins / Jararaca)
Adeus (Herivelto Martins / Mário Rossi)
Adeus, Mangueira (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Adeus, mocidade (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Agüenta o galho (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Ai, morena (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Aladim (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Amarga confissão (Herivelto Martins / David Nasser)
Amélia na Praça Onze (Herivelto Martins / Cícero Nunes)
Amigo
Amor próprio
Amuleto (Herivelto Martins / Klécius Caldas)
Andorinha (Herivelto Martins / Haroldo Barbosa)
Anjo negro
Ao Deus dará (Herivelto Martins / José Messias)
Apita quem roda (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Apogeu (Herivelto Martins / Cícero Nunes)
Apoio moral (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Apoteose do samba
Aqui se faz, aqui se paga (Herivelto Martins / Nelson Gonçalves)
Às três da manhã
Até a volta (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Atiraste uma pedra (Herivelto Martins / David Nasser)
Aula de música (Herivelto Martins / Haroldo Barbosa)
Ave Maria no Morro
Bafo de boca (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Baiana falsificada
Barraco de tábua (Herivelto Martins / Vitor Simon)
Batuque no morro (Herivelto Martins / Humberto Porto e Ozon)
Beija-me a boca
Berço do rei
Boêmio (Herivelto Martins / David Nasser)
Bom-dia (Herivelto Martins / Aldo Cabral)
Bom-dia, Avenida (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Bonita
Branca de neve (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Brasília
Brinquedo do destino (Herivelto Martins / Aldo Cabral)
Cabaré no morro
Cabelos brancos (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Cabrocha bamba
Cabrocha boa (Herivelto Martins / Ciro de Souza)
Cachopa (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Caixinha do Ademar (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Calado, venci (Herivelto Martins / Ataúlfo Alves)
Caminhemos
Caminho certo (Herivelto Martins / David Nasser)
Camisola do dia (Herivelto Martins / David Nasser)
Canaviais (Herivelto Martins / Orestes Barbosa)
Canto livre
Capela de São José (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Carlos Gardel (Herivelto Martins / David Nasser)
Carmen (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Caroá (Herivelto Martins / Darci de Oliveira)
Céu é sempre céu
Chora, pierrô (Herivelto Martins / Ciro Monteiro)
Cicatrizes (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Cidade velha (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Claudionor se queimou (Herivelto Martins / José Messias)
Como a favela mudou (Herivelto Martins / Rogério Nascimento)
Como eu chorei (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Consciência (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Consulta seu travesseiro (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Controlando essa mulher (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Covarde (Herivelto Martins / Dunga)
Culpe-me
Da cor do meu violão (Herivelto Martins / J. B. de Carvalho)
Dança do coça-coça (Herivelto Martins / José Messias)
Depois da separação
Desculpa de ocasião (Herivelto Martins / Darci de Oliveira)
Desde de que o mundo é mundo (Herivelto Martins / David Nasser e Nelson Gonçalves)
Desperte, Dodô (Herivelto Martins / Heitor dos Prazeres)
Deus te abençoe, papai (Herivelto Martins / David Nasser)
Doce lar…
Dois corações (Herivelto Martins / Valdemar Gomes)
Duas lágrimas (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Duro nega
É de verdade (Herivelto Martins / Bonfíglio de Oliveira)
E o tempo passou (Herivelto Martins / David Nasser)
E o vento levou (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
É quase certo (Herivelto Martins / David Nasser)
É tarde (Herivelto Martins / Darci de Oliveira)
É triste a gente querer (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Edredom vermelho
Ela
Ela (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Ela foi embora (Herivelto Martins / Ciro Monteiro)
Ela me beijou (Herivelto Martins / Artur Costa)
Enfermeira (Herivelto Martins / David Nasser)
Enfrenta o trabalho (Herivelto Martins / Bob Silva)
Esperança do Brasil (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Estação da Luz (Herivelto Martins / David Nasser)
Estou triste com você (Herivelto Martins / Darci de Oliveira)
Estrela d'alva (Herivelto Martins / Castro Barbosa)
Estrelas na lama (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Eu dei bom-dia
Eu queri um adeus (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Fala, Claudionor (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Falso amigo (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Faz-se aqui, sabe-se lá (Herivelto Martins / Roberto Roberti)
Felicidade
Fidelidade
Fracassei (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Francisco Alves (Herivelto Martins / David Nasser)
Gaúcho velho (Herivelto Martins / Pedro de Almeida)
Goma de gomá
História cabocla (Herivelto Martins / José Messias)
História do pierrô (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
História infantil
Hoje quem paga sou eu (Herivelto Martins / David Nasser)
Incerteza (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Isaura (Herivelto Martins / Roberto Roberti)
Janela indiscreta
Japonesinha
João, João (Herivelto Martins / David Nasser)
Jurei (Herivelto Martins / José Messias)
Jurei, jurei (Herivelto Martins / Leduvi de Pina)
Lá em Magueira (Herivelto Martins / Heitor dos Prazeres)
Lágrima
Laurindo
Lençol de linho (Herivelto Martins / David Nasser)
Leviana (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Liberdade (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Linda romana (Herivelto Martins / Blecaute)
Linha reta
Louca (Herivelto Martins / José Messias)
Madrugada (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Madrugada (Herivelto Martins / Evaldo Rui)
Mais uma estrela (Herivelto Martins / Bonfíglio de Oliveira)
Mais uma história de amor (Herivelto Martins / Humberto Porto)
Mais uma lágrima (Herivelto Martins / Klécius Caldas)
Malaguenha (Herivelto Martins / Haroldo Barbosa)
Mamãe (Herivelto Martins / David Nasser)
Mangueira, não! (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Mania de malandro
Marcha do trouxa (Herivelto Martins / Adelino Moreira e Nélson Gonçalves)
Marginal (Herivelto Martins / Pedro de Almeida)
Maria do Socorro (Herivelto Martins / Blecaute)
Maria louca (Herivelto Martins / David Nasser)
Maria sapeca (Herivelto Martins / Sebastião Rodrigues)
Me deixa em paz (Herivelto Martins / Jovelino Marques da Costa)
Melhorou, hein? (Herivelto Martins / José Messias)
Meu mundo
Meu país verdadeiro (Herivelto Martins / Pinto Filho)
Meu rádio e meu mulato
Meu último reinado (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Mexicanita (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Mil mulheres (Herivelto Martins / Ciro Monteiro)
Minueto (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Momentos de tristeza (Herivelto Martins / Popeye do Pandeiro)
Morro de Santa Tereza
Morro de Santo Antônio (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Mulher parece bonde (Herivelto Martins / José Messias)
Na Bahia (Herivelto Martins / Humberto Porto)
Nada (Herivelto Martins / Mário Rossi)
Não é horário (Herivelto Martins / J. Costa)
Não era adeus (Herivelto Martins / Cícero Nunes)
Não fiquei louco (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Não matei
Não me conheço mais
Não, não (Herivelto Martins / Haroldo Barbosa)
Não posso nem comigo (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Não te esqueças (Herivelto Martins / David Nasser e Ari Elis)
Não tem mais jeito (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Não volto atrás
Natal (Herivelto Martins / Rogério Nascimento)
Nega fulô (Herivelto Martins / Chianca de Garcia)
Nega manhosa
Negro artilheiro (Herivelto Martins / Sinval Silva)
Negro telefone (Herivelto Martins / David Nasser)
Nem a Deus (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Nem no sétimo dia (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Nem o chope (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Hná Marema
Ninguém sofreu (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
No meu colchão (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
No picadeiro da vida (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Noite de fogueira
Noite de insônia (Herivelto Martins / David Nasser)
Noite enluarada (Herivelto Martins / Heitor dos Prazeres Filho)
Noite vazia
Nossa separação (Herivelto Martins / Heitor dos Prazeres)
Nossas vidas
Nova Copacabana (Herivelto Martins / David Nasser)
O enterro de Filomena
O fantasma dos apuros (Herivelto Martins / Aldo Cabral)
O maior samba do mundo (Herivelto Martins / David Nasser)
O preço da glória (Herivelto Martins / David Nasser)
O terço do Zé Faustino (Herivelto Martins / Euclides José Moreira)
Obê
Obrigado, excelência
Obrigado, general (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Obrigado, Maria (Herivelto Martins / Mário Rossi)
Odete (Herivelto Martins / Dunga)
Olhos verdes (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Olinda (Herivelto Martins / Heitor dos Prazeres)
Opinião de mulher (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Ouro Preto (Herivelto Martins / David Nasser)
Outra vez (Herivelto Martins / David Nasser)
Palacete do Catete (Herivelto Martins / Ciro de Sousa)
Palhaço (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Palhaço (Herivelto Martins / David Nasser)
Palmeira triste
Papagaio candidato (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Papai e mamãe (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Papai Noel esqueceu (Herivelto Martins / David Nasser)
Pára de gritar
Partida precipitada (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Passado, presente, futuro (Herivelto Martins / Francisco Sena)
Passarinho (Herivelto Martins / David Nasser)
Pau-pereira
Pedindo a São João (Herivelto Martins / Darci de Oliveira)
Pensando em ti (Herivelto Martins / David Nasser)
Perdoar (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Piano velho (Herivelto Martins / David Nasser)
Pixaim (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Plac-plac
Por que você não vai? (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Porta afora (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Portugal perdoa sempe
Pra esquecer
Praça Onze (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Prece de paz (Herivelto Martins / David Nasser)
Preto e branco
Primeiro mal
Prometeu me ajudar (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Quando a idade chegar (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Quando amanhece (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Quando o tempo passar (Herivelto Martins / David Nasser)
Quarto vazio
Quase
Quase louco (Herivelto Martins / Dunga)
Quatro horas (Herivelto Martins / Francisco Sena)
Que fazer? (Herivelto Martins / Mário Rossi)
Que rei sou eu? (Herivelto Martins / Valdemar Assunção)
Quem dá cartaz? (Herivelto Martins / David Nasser)
Quem dera
Quem lava o morro (Herivelto Martins / Leduvi de Pina)
Quem manda na minha vida (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Quem vem descendo? (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Quero esquecer (Herivelto Martins / Evaldo Rui)
Rancho da serra (Herivelto Martins / Blecaute)
Recusa
Redoma de vidro (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Rei da vila
Rei sem coroa (Herivelto Martins / Valdemar Assunção)
Revanche (Herivelto Martins / Ari Elis)
Revanche
Ritmo do coração (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Salve a viúva (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Samaritana (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Samba manifesto
Santo Antônio, São Pedro, São João (Herivelto Martins / Bide)
São os olhos dela
Saudosa cachopa (Herivelto Martins / Raul Sampaio)
Saudosa Mangueira
Se a saudade falasse
Se a vida não melhorar (Herivelto Martins / Príncipe Pretinho)
Se adormeço (Herivelto Martins / David Nasser)
Se é pecado
Se é por falta de adeus
Se ela sente saudade (Herivelto Martins / Valdemar Gomes)
Se eu fosse como era antigamente
Se o morro não descer (Herivelto Martins / Darci de Oliveira)
Secretária (Herivelto Martins / David Nasser)
Segredo (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Sem ela
Senhor do Bonfim
Serenata à Virgem Maria (Herivelto Martins / David Nasser)
Sereno (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Seu condutor (Herivelto Martins / Alvarenga e Ranchinho)
Seu coração é seu mestre
Seu endereço
Tá faltando mulher (Herivelto Martins / Blecaute)
Tamborim (Herivelto Martins / J. Soares)
Tango do cretino
Tarde de setembro (Herivelto Martins / David Nasser)
Tecedeira (Herivelto Martins / David Nasser)
Telefone lá pra casa (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Teu erro (Herivelto Martins / Artur Costa)
Teu exemplo (Herivelto Martins / David Nasser)
Teu fracasso
Timoneiro (Herivelto Martins / Humberto Porto)
Tirolês
Todas iguais
Tormento (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Torna (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Toureiro valente (Herivelto Martins / Paulo Medeiros)
Trabalha, mulher (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Trabalhou, trabalhou (Herivelto Martins / José Messias)
Traje a rigor (Herivelto Martins / J. Costa)
Transformação
Três de julho (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Treze de ouro (Herivelto Martins / Marino Pinto)
Tua partida
Tudo é samba (Herivelto Martins / Fernando Lobo)
Última festa (Herivelto Martins / Zeca Ivo)
Um caboclo abandonado (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Uruguaia
Vai
Vaidosa (Herivelto Martins / Artur Morais)
Valsinha dos namorados (Herivelto Martins / David Nasser)
Vamos dançar, Maria
Vamos soltar balão (Herivelto Martins / Francisco Sena)
Vele por mim
Velho descarado
Vencida (Herivelto Martins / A. Bruni)
Venderam o morro
Verbo amar (Herivelto Martins / Nélson Gonçalves)
Vermelho vinte e sete (Herivelto Martins / David Nasser)
Vida vazia (Herivelto Martins / Grande Otelo)
Vinte anos depois (Herivelto Martins / David Nasser)
Vou guardar meu pandeiro
Vou votar em Madureira (Herivelto Martins / Benedito Lacerda)
Vou-me embora pra Goiás (Herivelto Martins / Rubens Silva)
Zé do morro
Ingrid Mikaelly

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

ORLANDO MORAIS, 50 ANOS

Hoje praticamente radicado na França, Orlando Morais colhe os frutos do sucesso na Europa.

Por Bruno Negromonte

Orlando nasceu em um estado que da década de 80 em diante começou exportar para o resto do Brasil alguns das principais vozes do sucesso radiofônicos do Brasil, porém por volta dos 17 anos de idade, mudou-se de Goiânia (GO) para o Rio de Janeiro, com o propósito de estudar Direito na Faculdade Cândido Mendes e acabou matriculando-se também no curso de Artes Cênicas. Nesse mesmo período, participou de um concurso no Conservatório de Música, classificando-se em primeiro lugar, tendo sido premiado com um violão. Em seguida, trancou a matrícula na faculdade para dedicar-se a música.

Cerca de três anos depois, por volta de 1982, viajou para a Europa, onde trabalhou como pianista no Hotel Vermar, em Portugal, durante dois anos, e no bar Le Tribulum, na França, durante mais dois anos. De volta ao Brasil, montou a banda Cavalo de Tróia, com a qual se apresentou durante dois anos no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Goiânia.

Em 1988, casou-se com a atriz Glória Pires. Em 1990, gravou seu primeiro disco, "Orlando Moraes", contendo suas composições "Certo país" (c/ Toni Costa), "Divinamente nua a lua" (c/ Caetano Veloso), tema da novela "Pantanal" (Rede Manchete), "O futuro" (c/ Toni Costa e João Rebouças), "Oriental" e "Portuga", ambas com Cazuza, "No trânsito" (c/ Cecelo), "Cruzando raios" (c/ Toni Costa), tema da novela "Mico Preto" (Rede Globo), e "Noite asiática" (c/ Carlos Fucks), além de "Transas de amor" (Marina Lima e Antônio Cícero) e "Mãe" (Caetano Veloso). A faixa "Portuga" lhe valeu o Prêmio Sharp, na categoria Pop-Rock.



Em 1991, lançou o CD "A rota do indivíduo", registrando suas músicas "Grunir", "Marujo de estrada" e "Limpar", todas com Toni Costa, "Logrador" e "Dita", ambas com Antônio Cícero, "A cara do Rio" (c/ Ronaldo Bastos), "Judeu", "Vento e lareira" (c/ Roberto Frejat), "Outra esfera" (c/ Ronaldo Barcelos) e a canção-título (c/ Djavan), além de "Se você pensa" (Erasmo Carlos e Roberto Carlos). O disco teve faixas incluídas nas trilhas sonoras das novelas "O dono do mundo" (Rede Globo), "Vamp" (Rede Globo) e "Ana Raio e Zé Trovão" (Rede Manchete) e recebeu indicação para o Prêmio Sharp.

Em 1993, gravou o CD "Ímpar", contendo suas composições "Cidadão" e "Ninguém", ambas com Toni Costa, "Ímpar" e "Antônia", ambas com Celso Fonseca, "Sonora" (c/ Arthur Maia), "Implosões", "Futebol", "Curvas e retas" (c/ Silvia Patrícia), "Máquina zero", "Lamparina" e "Figura" (c/ Dajvan), essa última incluída na trilha sonora da novela "Mulheres de Areia" (Rede Globo). Por esse disco, foi contemplado com o Prêmio FM, concedido aos artistas mais executados nas emissoras de rádio do país. Em 1994, compôs os temas musicais dos personagens da minissérie "Memorial de Maria Moura" (Rede Globo).

Em 1995, gravou o CD "Abismo Zen", registrando suas canções "Costura", "A montanha e a chuva", "Libera", "Cavaco", "TV, rádio e jornal", "O circo" (c/ Antônio Cícero), "Amolador", "O que vem a ser felicidade", "Agora", "Abismo zen", "Silêncio", "Lagoa humana" (c/ Dominguinhos) e "Desavença". O disco contou com a participação de Gilberto Gil, Robertinho do Recife e Dominguinhos, entre outros artistas, e recebeu indicação para o Prêmio Sharp, com a toada "O que vem a ser felicidade", tema da novela "O Rei do Gado" (Rede Globo). Ainda em 1995, apresentou-se nas cidades de Havana e Varadero, em Cuba.




Em 1996, fez temporada de dois meses de shows no Hipódromo Up, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, o CD "Abismo Zen" foi lançado em Paris, pelo selo Totem Records, e teve indicação para participar do concurso "Decouverts 96" da RFI (Rádio França Internacional), conquistando o 5º lugar entre os quatorze finalistas para o Prêmio Media-Adami.

Em 1997, gravou o CD "Agora", contendo três composições inéditas, "Tan-tan", "Gamela" (c/ Lenine) e "Negro céu" (c/ Jean Pierre), e regravações de "Futebol", "Judeu", "Cruzando raios" (c/ Toni Costa), "A montanha e a chuva", "Oriental" (c/ Cazuza), "Divinamente nua, a lua" (c/ Caetano Veloso), "Portuga" (c/ Cazuza), "A rota do indivíduo" (c/ Djavan), "Uma vida só" (c/ Ana Maria), "Agora", "Libera" e "O que vem a ser felicidade", além de "O amor" (Caetano Veloso e Ney Costa Santos). O disco, que teve participação de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Elza Soares, Lenine, do baterista Manu Katche e do africano Geoffrey Oryema, também foi lançado na França, pelo selo Totem Records. A faixa "Cruzando Raios" foi tema de abertura da novela "Anjo Mau" (Rede Globo). Nesse mesmo ano, classificou-se em terceiro lugar no concurso Decouverts 97 da RFI. Ainda em 1997, foi contemplado com o Prêmio Qualidade Brasil.

Em 1998, fez uma turnê européia com o show "Agora" e mudou-se com a família para Los Angeles, onde compôs a trilha sonora do filme "Doña Barbara", a convite da diretora americana Betty Kaplan. Já em 1999, lançou o CD "Sete Vidas", no qual privilegiou seu lado de intérprete, homenageando seus compositores favoritos com a gravação de "Esotérico" e "Se eu quiser falar com Deus", ambas de Gilberto Gil, "Firmamento" (versão de Toni Garrido, Lazão, Da Gama e Bino para música de Henry Lawes e Winston Foster), "Terra" (Caetano Veloso), "Certas coisas" (Lulu Santos e Nelson Motta), "Faltando um pedaço" (Djavan), "Só se for a dois" (Cazuza), "Na primeira manhã" (Alceu Valença), "Lindo lago do amor" (Gonzaguinha), "Sal da Terra" (Beto Guedes e Ronaldo Bastos) e "Negro amor" (versão de Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti para música de Bob Dylan), e incluindo no repertório as canções "7 Vidas" e "Hoje", ambas de sua autoria.

Em 2001, lançou o CD "Na paz" com uma apresentação ao vivo nos estúdios da Rádio MPB FM, no Rio de Janeiro, registrando suas canções "Love Friends", "Poderoso Chefão, a Canção", "Ana", "Tanto céu", "Quase", "Resistência", "Naufrágio", "Passou", "Cuba" (c/ Ricardo Leão), "Areia firme" (c/ Cléo Pires), "Dama voz", "Poderoso Chefão, a Canção II" e a faixa-título. Nesse mesmo ano, fez turnê de shows pelo país e gravou, na África do Sul, um video-clip da música "Na paz". Ainda em 2001, participou do programa "Tons do Brasil" (CNT), que se tornou especial de final de ano da emissora.

Entre 2002 e 2003, apresentou-se no Festival Internacional de Cinema (FICA), realizado em Goiânia. Nesse mesmo ano, fez show no Castelo de Caras, em Brissac (França). Ainda em 2002, recebeu seu primeiro Disco de Ouro, pela vendagem do CD "Na paz" e viajou para Paris, onde participou do show de lançamento do CD "Au millieu de la nuit", do cantor francês Gérard Darmon, que gravou uma versão de sua música "A montanha e a chuva". Nesse mesmo ano, lançou o CD "Tudo certo", contendo suas composições "Doidinha minha", "Menina linda", "Lado a lado", "Dinheiro", "Um amor assim" (c/ Ricardo Leão), "Vem não vem", "Tudo certo", "Neguinha", "Nem vem que não tem, "Garimpeiro", "Grito de Tupã", "Dois + dois são + ou - seis" e "Argentinaria". O disco contou com o apoio de uma banda formada por Ricardo Leão e Sacha Âmback (teclados), Ramiro Mussotto (percussão), Dunga (baixo), e Billy Brandão (guitarra).



Hoje Orlando celebra o fato de ter atingido um grau jamais alçado por outro brasileiro na França. A canção Où estu?, gravada em parceria com o francês Patrick Bruel (52), tornou-se a mais vendida na loja virtual iTunes no país, transformando o brasileiro em um fenômeno por lá. Radicado há quase quatro anos em Paris, ele cumpre uma extensa agenda de trabalhos na Europa, onde tem participado de festivais e divide o projeto Rivière Noire com os artistas franceses Pascal Danae e Jean Lamoot e Bako Dagnon, do Mali, no qual mistura ritmos e sons – o CD e DVD serão lançados ano que vem.

O êxito no continente, no entanto, não faz com que o músico esqueça os fãs brasileiros. O cantor, que vive na ponte aérea, vem abrindo seus caminhos profissionais e vê com entusiasmo a experiência de apresentar o programa Lá, gravado na Cidade Luz e exibido semanalmente no Canal Brasil. Na atração, ele recebe intérpretes de diferentes nacionalidades, com destaque para um time de franceses de todas as gerações. Orlando também foi o primeiro artista nacional a receber um visto “Competência e Talento” do governo francês.



Discografia Completa - Orlando Morais

Orlando Morais (1990)
Faixas:
01 - Certo País
02 - Divinamente Nua a Lua
03 - O Futuro
04 - Transas de Amor
05 - Oriental (com Bebel Gilberto)
06 - Portuga
07 - Mãe
08 - No Trânsito
09 - Cruzando Raios
10 - Noite Asiática


A Rota do Indivíduo (1991)
Faixas:
01 - Judeu
02 - Grunir
03 - Logrador
04 - A Cara do Rio
05 - Marujo de Estrada
06 - A Rota Indíviduo
07 - Vento e Lareira
08 - Dita
09 - Limpar
10 - Outra Esfera
11 - Se Você Pensa (Participações Especiais: João Penca e Seus Miquinhos
Amestrados e Erasmo Carlos)
12 - Divinamente Nua à Lua
13 - Portuga
14 - Cruzando Raios
15 - Oriental


Ímpar (1993)
Faixas:
01 - Cidadão
02 - Sonora
03 - Implosões
04 - Futebol
05 - Curvas e retas
06 - Figura
07 - Ninguém
08 - ímpar
09 - Máquina zero
10 - Lamparina
11 - Antonia


Abismo Zen (1995)
Faixas:
01 - Costura
02 - A montanha e a chuva
03 - Libera
04 - Cavaco
05 - TV, rádio e jornal
06 - O circo
07 - Amolador
08 - O que vem a ser felicidade
09 - Agora
10 - O abismo zen
11 - Silêncio
12 - Lagoa humana
13 - Desavença


Agora (1997)
Faixas:
01 - Futebol
02 - Judeu
03 - Cruzando Raios
04 - A Montanha E a Chuva
05 - Oriental
06 - Tan-Tan
07 - Divinamente Nua, A Lua
08 - Portuga
09 - O Amor
10 - A Rota Do Indivíduo
11 - Gamela
12 - Agora
13 - Uma Só Vida
14 - Negro Céu
15 - Libera
16 - O Que Vem a Ser Felicidade


Sete Vidas (1998)
Faixas:
01 - 7 Vidas
02 - Hoje
03 - Esoterico
04 - Firmamento
05 - Terra
06 - Certas Coisas
07 - Faltando Um Pedaco
08 - So Se for a Dois
09 - Na Primeira Manha
10 - Lindo Lago Do Amor
11 - O Sal Da Terra
12 - Se Eu Quiser Falar Com Deus
13 - Negro Amor


Na Paz (2001)
Faixas:
01 - Na Paz
02 - Love Friends
03 - Poderoso Chefão, a canção
04 - Ana
05 - Tanto Céu
06 - Quase
07 - Resistência
08 - Naufrágio
09 - Passou
10 - Cuba
11 - Areia Firme
12 - Dama Voz
13 - Poderoso Chefão, Canção II


Tudo Certo (2003)
Faixas:
01 - Doidinha Minha
02 - Menina Linda
03 - Lado a Lado
04 - Dinheiro
05 - Um Amor Assim
06 - Vem Não Vem
07 - Tudo Certo
08 - Neguinha
09 - Não Vem Que Não Tem
10 - Garinpeiro
11 - Grito de Tupã
12 - Dois + Dois Sãp + ou – Seis
13 - Argentinaria


Tempo Bom (2005)
Faixas:
01 - Tempo Bom
02 - Tanto Faz
03 - Diferenca
04 - Cleo
05 - Calado
06 - Bento
07 - Esqueca
08 - Lampiao
09 - Sertão
10 - Goiânia
11 - Em Nome Do Amor
12 - Paciência
13 - Até Quem Sabe
14 - Amor De Carnaval


Sete Vidas (DVD) (2011)
Faixas:
01 - 7 Vidas
02 - Hoje
03 - Negro gato
04 - Cidadão
05 - Esotérico
06 - Firmamento
07 - Faltando um pedaço
08 - Cruzando raios
09 - A rota do indivíduo
10 - Logrador
11 - Judeu
12 - Se eu quiser falar com Deus
13 - Só se for a dois
14 - Divinamente nua a lua
15 - Terra
16 - Certas coisas
17 - O sal da terra
18 - Na primeira manhã
19 - Negro amor
20 - A montanha e a chuva
21 - O que vem a ser felicidade

Fontes:

MEMÓRIA MUSICAL BRASILEIRA

Djavan / Luz (1982)

Por Marlos Degani


Gravado em Los Angeles e produzido por Ronnie Foster, Luz, quinto disco de Djavan, completa 30 anos ao longo de 2012 e representa uma enxurrada de canções que marcaram a carreira do cantor/compositor e também da música brasileira. Luz é composto de dez canções e simplesmente oito sucessos: Pétala, Açaí, Sina, Esfinge, Capim, Luz, Nobreza e Samurai. É a musicalidade de Djavan adicionada à tecnologia que Gil já utilizara em Realce, lançado em 1979, com orquestração de primeiro mundo e tecnologia de ponta.

Luz é um disco sofisticado e mais África, digamos assim, do que o Realce. Como sempre defendeu o nosso Roberto Lara, Djavan é todo musical e nada poético. De fato, a maioria das letras dele é ininteligível: Açaí, zum de besouro um imã... Mas, por outro lado, a pegada rítmica, o suingue e riqueza melódica são de arrepiar. Tanto é que Djavan é um dos artistas brasileiros mais gravados no exterior.

Samurai conta com a participação de Stevie Wonder na harmônica. Wonder dispensa maiores apresentações. Trata-se de um dos maiores músicos do mundo. E fez de Samurai uma música do planeta.

Luz é um disco divino. São poucos assim. Pouquíssimos, aliás. Há discos especiais e magníficos pelo conceito original de composição e podem ser considerados indispensáveis; Luz é indispensável musicalmente e tem um quê de simplicidade não simplória que arrebata os mais carrascos críticos. Amo Nobreza, amo Samurai, amo Sina, amo Esfinge, amo Pétala, enfim, amo Luz, o disco.

Faixas:
01 - Samurai (Djavan) (Participação especial: Stevie Wonder) (4:44)
02 - Luz (Djavan) (4:08)
03 - Nobreza (Djavan) (2:31)
04 - Capim (Djavan) (4:19)
05 - Sina (Djavan) (5:32)
06 - Pétala (Djavan) (4:46)
07 - Banho De Rio (Djavan) (4:35)
08 - Açaí (Djavan) (4:37)
09 - Esfinge (Djavan) (4:20)
10 - Minha Irmã (Djavan) (2:07)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

FECHADO HÁ 15 MESES E NAS TREVAS, CANECÃO PROCURA NOVA LUZ

Por Luiz Fernando Vianna


Só há três focos de luz no Canecão: dois sobre o palco e um à esquerda de quem entra naquela que, até ser fechada, em outubro de 2010, era a mais famosa casa de shows do país. O desligamento quase completo da energia é necessário, pois as infiltrações tornam o espaço vulnerável a curtos-circuitos - como já aconteceu. Chuvas fortes provocaram a queda de telhas, molharam o célebre salão e vêm derrubando o revestimento acústico de polipropileno, origem do forte cheiro de mofo.

A visita da reportagem na última quinta-feira foi o primeiro passeio da imprensa por todos os escombros do Canecão: centenas de cadeiras sobre as mesas, palco e camarins vazios, poeira farta e quatro pontos de acúmulo de água, dos quais um, no sistema de refrigeração, é um foco de dengue comprovado pela Vigilância Sanitária na terça-feira passada.

Proprietária do terreno, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conseguiu reavê-lo em 2010, após longa briga judicial com o empresário Mario Priolli, que fundou o Canecão em 1967 e era inquilino da instituição. Mas ainda não superou dois empecilhos à reabertura: os problemas judiciais de Priolli e as divergências internas quanto a como geri-la.

Quando a Justiça determinou a reintegração de posse, o empresário paulistano, neto de italianos, foi embora e deixou para trás mesas, cadeiras, o sistema de ar-condicionado e outros bens (depauperados, mas bens). Eles foram penhorados como garantia, já que são muitas as dívidas de Priolli. Enquanto as pendengas não forem resolvidas, a UFRJ não pode usar os equipamentos nem se desfazer deles.

Para não assistir à casa cair, a universidade começará na terça-feira a orçar uma obra emergencial que, ao menos, reforce a cobertura, diminua o assumido (pela direção de gestão patrimonial e pela subprefeitura do campus da Praia Vermelha) risco de incêndio e torne utilizável o anexo, batizado de Canequinho.


Projeto de gestão partilhada

Paralelamente, outra batalha será travada no Conselho Universitário, o fórum de 50 integrantes (afora os suplentes) pelo qual passa toda decisão importante. A reitoria pretende propor uma gestão partilhada: de segunda a quinta-feira, a área seria destinada a atividades da universidade, artísticas (Escola de Música, Escola de Belas Artes etc.) ou acadêmicas, abertas ao público ou não; de sexta a domingo, programação de shows, na linha tradicional do Canecão.

- É um modelo que comporta as expectativas internas e externas; os interesses da comunidade acadêmica e da sociedade - diz o reitor, Carlos Levi.

O problema é: quem será o responsável pela programação de sexta a domingo? Quando Levi assumiu, em 30 de junho passado, seu antecessor, Aloísio Teixeira, tivera várias reuniões para debater o assunto, inclusive duas amplas. Na primeira, em fevereiro, conversou com gente da área de música como a presidente do Museu da Imagem e do Som, Rosa Maria Araújo, o pesquisador Sérgio Cabral, o empresário José Fortes, o cantor Jorge Vercillo e uma das donas da gravadora Biscoito Fino, Kati Almeida Braga. Apontou-se para a criação de uma fundação ou Organização Social que buscasse recursos privados e permitisse uma gestão empresarial nos fins de semana.

No segundo encontro, em abril, no próprio Canecão, e com a presença de mais representantes da universidade, a proposta sofreu críticas porque, após ser reconquistado, o espaço estaria sendo novamente cedido à iniciativa privada. Simbolizando a falta de avanços, as mesas e cadeiras da reunião estão na mesma posição até hoje.

- A gente fica vendo aquelas faixas e pichações raivosas ("O Canecão é nosso", "Não à privatização"), e parece que as pessoas estão nos anos 1960. Enquanto isso, a cidade perde um espaço dessa importância, que vira foco de dengue - lamenta um dos interlocutores da reitoria, Vinicius França, empresário de Chico Buarque, que sempre fez seus shows no Canecão e precisou se mudar neste ano para o Vivo Rio.

- Aquele ponto é tão bom que até uma coisa assim (ter a casa apenas três dias por semana) é estudável - diz o empresário Ricardo Amaral, que, ao lado do sócio Alexandre Accioly, conversou com o antigo reitor.

A Associação dos Docentes da UFRJ (Adufrj), cuja diretoria tem filiados a partidos como PCB, PSTU e PSOL, é contra a parceria com setores privados e pede um "projeto cultural para a cidade com cara própria, inovadora", segundo seu presidente, Mauro Iasi. Mas muitos professores, como representantes de Letras, da Casa da Ciência e da Editora da UFRJ, aprovam a entrada de recursos externos, embora a gestão deva ser pública.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ - cujo leque partidário inclui PT, PDT e PSB - está afinado com a Adufrj e diz que basta "vontade política" para dinheiro federal ser injetado no Canecão.

Dentre os alunos, o GLOBO ouviu representantes do Diretório Central dos Estudantes e da Associação de Pós-Graduandos. Há quem considere saudável a abertura nos fins de semana para eventos comerciais, mas todos defendem controle público, para que eventuais receitas externas fiquem na UFRJ.

Para tentar vencer as resistências no Conselho Universitário, o reitor acredita que a melhor solução seja não abrir mão do controle. Segundo Levi, abrir um edital de ocupação para avaliar projetos poderia ser uma forma relativamente ágil de implantar programações sem que elas fiquem à mercê de desejos empresariais. Ainda assim, a Procuradoria Geral da República precisará aprovar o modelo.


Prefeitura como alternativa

Uma opção de parceria entre entes públicos, admitida como possível pelo reitor, seria com a Prefeitura do Rio. O prefeito Eduardo Paes tem pedido à UFRJ a reabertura para breve da casa de shows, por causa da falta que faz à cidade e já pensando nas opções culturais para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016. Na próxima quarta-feira, o pesquisador musical Ricardo Cravo Albin, um dos líderes do movimento de tombamento cultural do Canecão (ocorrido em 7 de outubro de 1999 por iniciativa do então deputado estadual Sérgio Cabral Filho), se encontrará com o prefeito pedindo essa parceria.

No ano passado, a UFRJ contratou o produtor Adonis Karan (ex-TV Tupi, TV Globo e organizador de festivais como o MPB Shell) para realizar um levantamento de preços e um estudo de programação - com atividades universitárias de segunda a quinta - visando à reabertura. Chegou a acertar com Maria Bethânia um show em março, mas não há como saber quando haverá condições de o público voltar a entrar no Canecão.

Aliás, como a marca pertence a Priolli, Karan sugeriu como novo nome Solar das Artes, alusão ao Solar da Fossa, que existia onde hoje é o shopping Rio Sul e no qual moraram Caetano Veloso, Paulinho da Viola e diversos artistas.

A HISTÓRIA MUSICAL DO RÁDIO NO BRASIL

Por Bruno Negromonte


Hoje trago ao público do Musicaria Brasil uma coluna criada exclusivamente para trazer ao conhecimento de curiosos e saudosistas as canções de maiores sucessos de décadas atrás que era executadas por aquele, que por muitos anos, era sem dúvida um dos principais eletrodoméstico doBrasil, papel substituído gradativamente a partir da década de 50 com a introdução da TV nos lares brasileiros. Há oitenta anos atrás, em 1932, as cem canções que faziam sucesso nas ondas radiofônicas nacional era as seguintes:

001 - O Teu Cabelo Não Nega - Castro Barbosa & O Grupo da Velha Guarda
002 - Maringá - Gastão Formenti
003 - Para Me Livrar do Mal - Francisco Alves
004 - Andorinha Preta - Breno Ferreira
005 - A.E.I.O.U. - Lamartine Babo
006 - Noite Cheia de Estrelas - Vicente Celestino
007 - Mulher Indigesta - Noel Rosa & Os Sete Diabos
008 - Uma Jura Que Fiz - Mário Reis
009 - Samba de Fato - Patrício Teixeira
010 - São Coisas Nossas (Coisas Nossas) - Noel Rosa
011 - Gosto, Mas Não é Muito - Francisco Alves
012 - Pierrô - Jorge Fernandes
013 - Mulher de Malandro - Francisco Alves
014 - Adeus - Jonjoca & Castro Barbosa
015 - Siboney - Alfredo Brito & His Siboney Orchestra
016 - Tem Francesa no Morro - Aracy Côrtes
017 - Frô do Ipê - Sylvio Vieira
018 - Dancing In The Dark - Fred Waring's Pennsylvanians
019 - All Of Me - Louis Armstrong
020 - Prazer em Conhecê-lo - Mário Reis
021 - A Ventura de Um Beijo - Jorge Fernandes
022 - Loura Ou Morena? - Irmãos Tapajós
023 - Dentinho de Ouro - Aracy Côrtes
024 - Tenho Um Novo Amor - Carmen Miranda
025 - Como Eu Te Amei - Trio T.B.T.
026 - Meu Brasil - Vicente Celestino
027 - Dinah - Bing Crosby & The Mills Brothers
028 - A Sertaneja - Jayme Vogeler
029 - Star Dust - Isham Jones
030 - Flamengo - Bonfiglio de Oliveira
031 - Dancing In The Dark - Bing Crosby
032 - Se Eu Fora Rei - Silvio Caldas
033 - Não Há Castigo - Helena & João Barreto
034 - Mentiras de Mulher - Noel Rosa & Arthur Costa
035 - Melhor Amor - Albenzio Perrone
036 - Puxa Puxa o Cordão - Trio T.B.T.
037 - Que é Que...? - Aracy Côrtes
038 - You're Driving Me Crazy - Guy Lombardo
039 - Mulato de Qualidade - Carmen Miranda
040 - Até Amanhã - João Petra de Barros
041 - Good Night, Sweetheart - Wayne King
042 - Fica no Mocó - Conjunto Tupy
043 - Azul e Branco - Jonjoca
044 - Fiquei Sozinha - Ruth Franklin
045 - Mulato Bamba - Mário Reis
046 - Canção de Amor Cubano - Alda Verona
047 - Olhos Passionais - Moacyr Bueno Rocha
048 - Ai Que Dor - Trio T.B.T.
049 - Os Pintinhos no Terreiro - Orquestra Colbaz
050 - Tiger Rag - The Mills Brothers
051 - Sai Fumaça - Ildefonso Norat
052 - A Valsa do Meu Amor - Sylvio Salema
053 - Please - Bing Crosby
054 - Quando Me Lembro - Carmen Miranda
055 - Queixas - Jesy Barbosa
056 - Gegê - Jayme Vogeler
057 - O Luar da Minha Terra - Bidú Sayão
058 - Canção da Felicidade - Bidú Sayão
059 - Amargura - Jayme Vogeler
060 - A Última Estrofe - Fernando Castro Barbosa
061 - Ao Romper da Madrugada - Trio T.B.T.
062 - Amanheça o Dia - Sonia Burlamaqui
063 - Foi Sem Querer - Conjunto Tupy
064 - Na Serra da Mantiqueira - Gastão Formenti
065 - Conselho de Um Santo - Trio T.B.T.
066 - All Of Me - Paul Whiteman
067 - Cuban Love Song - Jacques Renard
068 - Isto é Xodó - Carmen Miranda
069 - Emociona-me - Cesar Pereira Braga
070 - Boa Noite, Querida - Castro Barbosa
071 - Sonhei Que Era Feliz - Carmen Miranda
072 - Nosso Amor Veio D'Um Sonho - Carmen Miranda
073 - Too Late - Kate Smith
074 - Cabocla Serrana - Vicente Celestino
075 - Viva o Meu Brasil - Elisa Coelho
076 - Eu Tenho Um Beijo Para Sua Boca - Jorge Fernandes
077 - Querer Bem - Jorge Fernandes
078 - Sugar Blues - Clyde McCoy
079 - Só Dando Com Uma Pedra Nela - Mário Reis & Lamartine Babo
080 - Não Me Toques - Orquestra Regional Columbia
081 - Palmeira Triste - Elisa Coelho
082 - Papai Noel - Alda Verona
083 - Rumba da Meia-Noite - Dina Marques & Neneo das Neves
084 - Para Amar e Não Sofrer - Trio T.B.T.
085 - Dor - Jorge Fernandes
086 - Já Não Posso Mais - Almirante
087 - Porque Jamais a Possui - Moacyr B. Rocha
088 - Bamboleô - Carmen Miranda
089 - Guarde a Última Valsa Para Mim - Harry Muraim
090 - Cuban Love Song - Paul Whiteman
091 - É Mentira, Oi - Silvio Caldas
092 - Perdão Meu Bem - Francisco Alves & Mário Reis
093 - Sem Tostão - Arthur Costa
094 - Cabide de Molambo - Patrício Teixeira
095 - Meu Mulato - Ita Caiuby
096 - Que Se Dane - Leonel Faria
097 - Tenho Saudade - Elisa Coelho
098 - Por Causa de Você - Carmen Miranda
099 - Time On My Hands (You In My Arms) - Smith Ballew
100 - Good Night, Sweetheart - Russ Columbo

ARTO LINDSAY ASSINA PRODUÇÃO MUSICAL DO 2º DISCO DA ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA

Por Aline Feitosa


O 2º disco da Orquestra Contemporânea de Olinda será produzido por Arto Lindsay (www.artolindsay.com). O guitarrista e produtor musical chega ao Recife no próximo dia 09.01. As gravações estão agendadas para o Fábrica Estúdios, (Várzea, PE) até o dia 19.
O convite da Orquestra a Arto surgiu em novembro do ano passado. Ele ouviu as músicas, todas de autoria da Orquestra e disse o sim logo no primeiro momento.

Nascido na Virgínia (EUA), Arto morou no Recife e Garanhuns no começo dos anos 1970. A Orquestra Contemporânea de Olinda será a primeira banda pernambucana produzida por Arto.

Arto Lindsay modernizou a produção de disco no Brasil, começando com Estrangeiro, de Caetano Veloso, em 1989, e Circuladô, de 1991. Também assina a produção de três dos elogiados trabalhos solo de Marisa Monte, Mais (1991), Verde anil amarelo cor-de-rosa e carvão (1994), e Barulhinho bom (1996). Produziu ainda com Marisa Monte, em dueto com David Byrne, Waters of march (Águas de março, de Tom Jobim), para o projeto Red hot and Rio, em 1996.

No primeiro álbum homônimo, distribuído pela Som Livre (2008), a Orquestra Contemporânea de Olinda conquistou elogios da crítica nacional e mundial e foi indicada ao Grammy Latino e ao Prêmio da Música Brasileira.

O 2º disco tem incentivo do Funcultura e Lei Rouanet.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CURIOSIDADES DA MPB

Certa vez, o genial cantor, compositor e um dos fundadores da bossa-nova Johnny alf, apresentava-em uma boate paulista quando um dos frequentadores já bêbado começa a ofendê-lo. Johnny a princípio não se abalou e continuou a sua apresentação ao ponto das ofensas tornarem-se cada vez maiores e constantes.
Uma certa hora, Vinícius de Moraes que ali estava para assistir a apresentação do amigo não contente com o tratamento dado ao amigo levanta-se e berra no espaço indignadamente:
- Vamos embora daqui que São Paulo é túmulo do samba!


TOM JOBIM RECEBERÁ PRÊMIO PÓSTUMO POR CARREIRA NO GRAMMY 2012

Músico será o primeiro brasileiro a ganhar homenagem da Academia. Diana Ross e Allman Brothers Band também estão na lista.

Por G1


O músico brasileiro Tom Jobim e mais seis importantes nomes da música, entre eles Diana Ross e Gil Scott-Heron, serão homenageados na cerimônia do Grammy 2012, recebendo um prêmio por suas carreiras. Será a primeira vez que um artista brasileiro vai receber a homenagem. A 54ª edição do evento acontece no dia 12 de fevereiro de 2012, nos Estados Unidos.

Além de Jobim, Ross e Scott-Heron, o grupo de rock sulista Allman Brothers Band, a banda The Memphis Horns - ala de instrumentos de sopro que tocava nos discos da gravadora Stax - e os músicos de country Glen Campbell e George Jones também serão homenageados.

A Academia da Gravação costuma homenagear a cada edição um grupo de artistas por sua contribuição ao mundo da música. Entre os nomes que já receberam o prêmio estão Frank Sinatra, Duke Ellington, Rolling Stones, Paul McCartney, John Coltrane, David Bowie e Johnny Cash. Na edição de 2011, Julie Andrews, Dolly Parton e a banda Ramones estiveram entre os homenageados.

"ESTAÇÃO DO SOM" SEGUE AO LONGO DE TODO O MÊS DE JANEIRO EM JOÃO PESSOA

O projeto cultural “Estação do Som”, da Prefeitura de João Pessoa, capital da Paraíba recebeu o cantor Luiz Melodia, como grande atração na abertura do projeto que está sendo desenvolvido nas duas das principais áreas de maior fluxo de turistas: na orla marítima e o centro histórico, desde a última sexta-feira, dia 6. A apresentação do cantor aconteceu no Ponto de Cem Réis. A abertura do evento foi realizada pela cantora Rinah, no palco instalado em uma área que pode receber cerca de 10 mil pessoas.

O projeto “Estação do Som” segue até o dia 28 deste mês, sempre mesclando grandes estrelas da Música Popular Brasileira (MPB) com artistas locais. Ao longo deste final de semana deu-se início ao projeto 2011, no último dia 7, o projeto se deslocou para a praia de Tambaú. A abertura fica por conta do grupo local Pé de Coco; e em seguida tem a apresentação da banda Monobloco. Durante o mês de janeiro estão confirmadas as presenças de Lenine, Marcelo Camelo, Ivan Lins, Jorge Aragão, Lulu Santos e Frejat.

O evento é promovido pela Prefeitura de João Pessoa, através da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope). As atrações paraibanas foram selecionadas através de edital público. Confira as atrações selecionadas e as datas das apresentações:

Sexta-feira, 06 Ponto de Cem Réis: Rinah e Luiz Melodia

Sábado, 07 – Busto de Tamandaré: Pé de Coco e Monobloco

Sexta-feira, 13 – Ponto de Cem Réis: Réis: Junior Cordeiro e Lenine

Sábado, 14 – Busto de Tamandaré: Banda Omelete e Jorge Aragão

Sexta-feira, 20 – Ponto de Cem Réis: Wister e Marcelo Camelo

Sábado, 21 – Busto de Tamandaré: Glaucia Lima e Lulu Santos

Sexta-feira, 27 – Ponto de Cem Réis: Eleonora Falcone e Ivan Lins

Sábado, 28 – Busto de Tamandaré: Zé Viola e Frejat


domingo, 8 de janeiro de 2012

MPB - MÚSICA EM PRETO E BRANCO

Clarissa Mombelli

DIAMANTE VERDADEIRO (BIA SION)

CALENDÁRIO MUSICAL - JANEIRO

Dia 01 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e ator Eduardo Gabor Dusek (1958).
Nasce em Niterói, (RJ), o músico e compositor José Paulo Silva (1892).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) Marcos de Souza Nunes, o Marquinho PQD (1959).
Nasce em Apodi (RN) o cantor e compositor Antonio Olinto Filho, popularmente conhecido por Olindo Potiguar (1957).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o letrista e jornalista David Nasser (1980).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora e compositora Miriam Angela Lavecchia, a Miriam Batucada (1947).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, cantor e compositor Ernâni Alvarenga, o Alvarenga (1992).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, violonista e cantor Francisco Libório Feitosa, o Chico Feitosa (1935).
Nasce em Cachoeirra do Sul (RS) o compositor Miguel Antônio Bicca (1941).

Dia 02 - Fundação em São Paulo (SP), da Irmandade do Rosário dos Homens Pretos (1711).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o produtor musical e vice-presidente de A&R da Universal Music Max Pierre de Almeida, o Max Pierre (1948).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o violonista e compositor Dilermando dos Santos Reis (1977).
Nasce em Belém (PA) o compositor, flautista e regente Ernesto Dias (1857).
Nasce em Tucuruí (PA) o instrumentista, cantor e arranjador Floriano Saraiva dos Santos (1967).
Nasce em Santiago (SC) o cantor, compositor, radialista e jornalista José Ataídes Sarturi, o Nenito Sarturi (1957).
Nasce em Promissão (SP) o cantor, compositor, radialista e sanfoneiro José Béttio, O Zé Bettio (1926).
Nasce em Maragogipe (BA) o instrumentista, regente e compositor José Pereira Rebouças (1789).
Nasce em Pinhais (PR) o compositor, regente e pesquisador Sérgio Luiz Deslandes de Souza (1964).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o violonista Ricardo Luiz Filipo (1960).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o radialista, jornalista, crítico musical e pianista Jorge Roberto Martins (1942).
Nasce em Pinhais (PR) o violonista, compositor, regente e pesquisador musical Sérgio Luiz Deslandes de Souza (1964).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, instrumentista e compositor João Pedro Quental Ferreira, o Pedro Quental (1972).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e percussionista Nílton Luiz Ferreira, o Dom Mita (2002).
Nasce em Assis (SP) a instrumentista e cantora Joyce Candido da Costa, a Joyce Candido (1983).

Dia 03 - Morre o cantor gaúcho Alcides Gerardi, aos 59 anos. (1978)
Nasce o compositor e cantor carioca Guilherme De Brito. (1922)
Fundação no Rio de Janeiro, da Federação Brasileira das Escolas de Samba - FBES. (1947)
Nasce em Dois Córregos (SP) o cantor e compositor Olegário José Godoy, o Sorocabinha (1895).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ)o compositor, cantor, pintor e escultor Guilherme de Brito Bollhorst (1922).
Nasce em Nova Iguaçu o poeta, letrista, intérprete e jornalista Lais Sá do Amaral Junior (1954).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Luciene Habib Franco Freitas Câmara, a Luciene Franco (1939).
Morre em Porto Alegre (RS) o instrumentista, arranjador, compositor e produtor musical Geraldo Flach (2011).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o produtor musical Aramis Santoro de Barros, o Aramis Barros (1948).
Morre em Salvador (BA) o cantor e compositor Oscar da Penha, o Batatinha (1997).
Nasce em Brasília (DF) o instrumentista Sérgio Morais (1978).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor João Alcides Gerardi, o Alcides Gerardi (1978).
Morre em São Paulo (SP) o instrumentista José Carlos Ferraresi, o Robertinho do Acordeom (2006).
Nasce em Niterói (RJ) o cantor e compositor Inácio Rios dos Santos (1985).

Dia 04 - Realiza-se em Brasília (DF), o I Encontro das Religiosas da Assunção Negra (1991).
Nasce em Cândido Mota (SP) o cantor, compositor e humorista Valdemar Moreira, o Compadre Moreira (1933).
Nasce na Bahia o percussionista Marco Lobo (1964).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, vedete e atriz Daisy Paiva Ribeiro (1938).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e escritor Augusto Martins dos Santos (1969).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor, compositor e instrumentista Elói Guelfi, o Ruivão (1976).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor, compositor e ator Domingos Zeminian, o Ruy Rey (1915)

Dia 05 - Nasce em Iguatú (CE) o compositor e médico Humberto Teixeira, parceiro de vários sucessos do pernambucano Luiz Gonzaga (1915).
Nasce em Trajano de Moraes (RJ) a cantora e compositora Carmen Costa. (1920)
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Roque Ricciardi, o Paraguassu (1976).
Morre no no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e instrumentista Lauro Maia Teles, popularmente conhecido por Lauro Maia (1950).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Geraldo Filme de Sousa, o Geraldo Filme (1995).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, pandeirista, ator, cineasta, empresário, jornalista e publicitário Oswaldo de Moraes Eboli, o Vadeco (1912).
Nasce em Salvador (BA) o compositor, cantor, maestro e músico Carlos Coqueijo Torreão da Costa, o Carlos Coqueijo (1924).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o produtor e dançarino José Carlos Penafiel Machado, o Carlos Machado (1992).
Nasce em Jaboticabal (SP)o maestro, compositor e Regente Aristides Zacarias (1911).
Nasce em Americana (SP) o cantor e compositor Wanderson Roberto, o Wander da dupla Tony e Wander (1973).
Nasce em Porto Alegre (RS) o cantor e compositor Luiz Ricardo Miranda Lacerda, o Neno Miranda (1980).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Elisa Bondim Addor (1982).

Dia 06 - Nasceu em São Paulo (SP) o cantor e compositor Walter Rosciano Franco, o Walter Franco (1945).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor José Gonçalves, o Zé da dupla Zé e Zilda (1908).
Nasce em Meia Ponte (hoje Pirenópolis) (GO) o regente e compositor Silvino Odorico Siqueira (1856).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Laudir Soares de Oliveira, o Laudir de Oliveira (1940).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Ciro Moura de Sousa, o Ciro de Souza (1995).
Nasce no Recife (PE) o compositor, pianista, regente, professor Euclides Fonseca (1854).
Morre em Niterói (RJ) o baterista e compositor Valfrido Pereira da Silva, o Valfrido Silva (1972).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Ronald Cordovil, o Ronnie Cord (1986).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista Yves Finzetto (1983).

Dia 07 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Luiz Carlos dos Santos, o Luís Melodia (1951).
Nasce em Ibirataia (BA) a cantora, compositora e arranjadora Cinara de Sá Leite Faria, a Cynara (1945).
Morre em São Paulo (SP) o diretor artístico Paulo Rocco (1995).
Morre em São Paulo (SP)o compositor, pianista, regente e professor Emílio Eutiquiano Correia do Lago, o Emílio do Lago(1871).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) O compositor, instrumentista e cantor Carlos Alberto Valle Pingarilho, o Pingarilho (1940).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista Manuel Ferreira (1913).
Nasce em Santos (SP) o jornalista e escritor Osvaldo Martins de Oliveira Filho (1940).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Virgílio de Oliveira Castilho, o Armando Percival (1886).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor, jongueiro, calangueiro, improvisador, versador e mestre do partido-alto Olivério Ferreira, o Xangô da Mangueira (2009).
Nasce em Belém (PA) o compositor Francis Gomes Vale, o Francis Vale (1945).

Dia 08 - Morre a cantora e compositora carioca Aracy Cortes (1985).
Morre em Salvador o instrumentista, regente e compositor José Pereira Rebouças (1843).
Nasce em Juiz de Fora (MG) o cantor e compositor José Almada Moreira, o Zezé do Pandeiro (1944).
Nasce em Guaratinguetá (SP) o instrumentista, arranjador e compositor José Catharina Gonçalves Filho, o Zezinho do Trombone (1908).
Morre em Salvador (BA) a cantora e percussionista Edith Oliveira Nogueira, a Edith do Prato (2009).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o baterista, compositor e percussionista Luciano Perrone (1908).
Nasce no Recife o cantor e instrumentista Jorge José Carneiro de Lira, o Jorge Du Peixe do grupo Nação Zumbi (1967).
Nasce em São Paulo (SP)o crítico musical e pesquisador Carlos Calado (1956).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Dermeval Miranda Maciel, o Roberto Ribeiro (1996).
Nasce em Rio Verde (GO) o compositor Antonio Bueno da Silva, o Antonio Bueno (1953).
Nasce em Itu (SP) o compositor, teatrólogo, pianista, regente e crítico Francisco de Assis Pacheco (1865).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor, radialista e jornalista Armando de Lima Reis, popularmente conhecido por Cristóvão de Alencar (1910).
Nasce em Duque de Caxias (RJ) o cantor, instrumentista e compositor Ubirajara Silva de Souza, o Bira da Vila (1963).
Morre em São Paulo (SP) o cantor e instrumentista Ângelo Russo Reale, o Ângelo Reale (1994).
Nasce em Muriaé (MG) o compositor e pianista Alcyr Pires Vermelho (1906).
Nasce em Uberlândia (MG) o cantor e compositor Alexandre Pires (1976).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e instrumentista Vanderlei da Silva Alves, o Leco Alves (1998).

Dia 09 - Nasce em Buenópolis (MG) o compositor, arranjador e instrumentista Valmir Antônio de Oliveira, o Valmyr de Oliveira (1960).
Nasce em São Paulo (SP) a compositora Isolda Bourdot, a Isolda (1957).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Edmon Sebastião Silva Costa, Edmon Costa (1964).
Morre em Porto Alegre (RS) o cantor, compositor e violonista Alcides Gonçalves (1987).
Nasce em Monte Santo (MG) o cantor e compositor Romeu Januário de Matos, o Milionário da dupla Milionário e José Rico (1940).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Adaltro Magalhães Gavião, o Adalto Magalha (1945).
Nasce em Belém (PA) o percussionista, compositor e instrumentista Alexandre Meira Conde, o Alexandre Magnus (1971).
Morre no Recife (PE) o compositor e instrumentista Levino Ferreira da Silva, o Levino Ferreira (1970).
Nasce em Lucélia (SP) o instrumentista José Carlos Ferraresi, o Robertinho do Acordeom (1939).
Nasce em Serrote Agudo (PE) o cantor e radialista Carlos Ramiro Andrade de Araújo, o Carlos Ramiro (1938).

Dia 10 - Nasce em Belo Horizonte (BH) o cantor, instrumentista e compositor Salomão Borges Filho, o Lô Borges (1952).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Marisa Vertullo Brandão, a Marisa Gata Mansa (2003).
Nasce no Rio de Janeiro o humorista, radialista, produtor, revistógrafo e compositor Lamartine de Azeredo Babo, o Lamartine Babo (1904).
Nasce em Nova Friburgo (RJ) o cantor, carnavalesco e museólogo Clóvis Bornay (1916).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Ferjalla Rizkalla, popularmente conhecido por Deo (1914).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e violonista Mário Pinheiro (1923).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o poeta e letrista Bernardo Torres de Vilhena, o Bernardo Vilhena (1949).
Nasce em São Vicente (SP) o cantor Mauricy Moura (1926).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor e compositor Paulo Alexandre Nogueira Salgado Martins, o Salgadinho (1974).
Nasce em Minas Gerais o instrumentista, compositor, arranjador, professor de informática na música Luciano Alves Pereira, o Luciano Alves (1956).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, instrumentista e compositora Beatriz Campello Paes Leme, a Bia Paes Leme (1959).
Nasce em Salvador (BA) o bailarino, teatrólogo, jornalista, compositor e letrista Antônio Lopes de Amorim Diniz, o Duque (1884).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Erasmo Silva (1985).

Dia 11 - Nasce em Jatobá (PE) o cantor, instrumentista e compositor Geraldo Azevedo de Amorim, o Geraldo Azevedo (1945).
Nasce em Itapira (SP) o cantor e compositor Henrique Felipe da Costa, o Henricão (1908).
Nasce em Coromandel (MG) o cantor, compositor e radialista Gerson Coutinho da Silva, o Goiá (1935).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Virgílio de Oliveira Castilho, o Armando Percival (1969).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor João Petra de Barros (1948).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Augusto Calheiros (1956).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cronista e radialista Sérgio Marcus Rangel Porto, o Sérgio Porto (1923).
Nasce em Campos (RJ) o instrumentista Rogério Bicudo (1957).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o poeta, jornalista, ator e letrista Pedro Assumpção de Brito, o Pedro Landim (1971).
Nasce em Palmares (PE) o poeta, letrista, repentista, pandeirista e compositor Flavio do Nascimento (1944).
Morre em Minas Gerais o violonista, compositor e poeta Mozart Bicalho (1986).

Dia 12 - Nasce em São Paulo (SP) o cantor, produtor, instrumentista e compositor José Fernando Gomes dos Reis, o Nando Reis (1963).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, pandeirista e compositor João Machado Gomes, o João da Baiana (1974).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista e artista plástico Ivo Perelman (1961).
Morre em Olinda (PE) a compositora, pianista e professora Argentina Barbosa Viana Maciel (1970).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, guitarrista, poeta, cineasta e ator Rodrigo Bittencourt Ramos, o Rodrigo Bittencourt (1977).
Nasce em Arcoverde (PE) o radialista Elias Lourenço (1939).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, produtor musical, escritor, e professor Dalton Vogeler Gomes, o Dalton Vogeler (2008).
Nasce no Recife (PE) a cirandeira, compositora e cantora de ciranda, coco e maracatu Maria Madalena, a Lia de Itamaracá (1944).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, advogado e jornalista Ivo Pereira dos Santos (1925).
Morre nos Estados Unidos o compositor, cantor e instrumentista Luiz Floriano Bonfá. o Luiz Bonfá (2001).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, ritmista e cantor Arnaud Canegal (1915).

Dia 13 - Morre o compositor e músico clássico Paulista Mozart Camargo Guarnieri, ou simplesmente Camargo Guarnieri. (1993)
Morre em São Paulo (SP) o cantor e compositor Arnaldo Pescuma (1968).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, produtor e diretor musical Genilson dos Santos, o Mombaça (1960).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, instrumentista, diretor Musical, diretor cênico, autor, ator e tradutor Carlos Henrique de Sorocaba Botkay (1951).
Nasce em São Borja (RS) o poeta e compositor José Hilário Ajalla Retamoso, o Hilário Retamoso (1940).
Nasce em Salvador (BA) Valdemar Ferreira Valente Júnior, o Valente Júnior (1958).
Nasce em Porto Alegre (RS) o compositor, advogado, professor, cronista e político José Alberto Fogaça de Medeiros, o Fogaça (1947).
Nasce em São Borja (RS) o poeta e compositor Telmo de Lima Freitas (1933).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o letrista, poeta e compositor Sergio Roberto Ferreira Varela, o Sérgio Natureza (1947).
Nasce em Florianópolis (SC) o músico e compositor Eduardo José Nunes Ribeiro, o Edu Ribeiro (1975).


Dia 14 - Última apresentação da banda brasiliense Legião Urbana (1995).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, radialista e locutor Hermelindo César Matos de Alencar, o César de Alencar (1990).
Nasce em São Paulo (SP) o arranjador, instrumentista, regente e compositor Nelson Luís Ayres de Almeida Freitas, o Nelson Ayres (1947).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora, instrumentista, compositora, atriz, professora de percepção musical, história da música e canto e Regente de corais Telma Ferreira Costa (1962).
Nasce em Salvador (BA) o cantor e compositor Washington Luís da Silva Santos, o Compadre Washington do grupo É o Tchan (1962).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, arranjador, produtor musical e professor Marcos Leal Leite, o Marcos Leite (2002).
Nasce em São Luiz do Paraitinga (SP) o músico, violonista e professor de canto coral Elpídio dos Santos (1909).
Nasce em Bento Gonçalves (RS) o cantor e compositor Luis Vinícius Brum da Silva, o Vinícius Brum (1959).
Nasce em Macarani (BA) o cantor e compositor Edigar Evangelista dos Anjos, o Edigar Mão Branca (1959).
Nasce em Avaré (SP) a cantora e compositora Lucila Aparecida Piedade Novaes, a Lucila Novaes (1968).
Nasce em Santo André (SP) o instrumentista Jorge Luiz Pescara, o Jorge Pescara (1966).
Nasce em Vitória (ES) o ator, diretor de shows, pintor, produtor cultural e letrista Américo Wilson Leão de Freitas, o Erico de Freitas (1939).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, instrumentista e cantor Maurício Castro da Costa, o Muri Costa (1955).
Nasce no Recife (PE) a cantora e compositora Judite Monteiro Coimbra, a Lolita Rios (1922).

Dia 15 - Dia mundial do Compositor.
Nasce em São Paulo (SP) o violonista, compositor e cantor José Marcos Oliva, o Marcus Oliva (1964).
Nasce em Exú (PE) o cantor, compositor e instrumentista José Januário Gonzaga do Nascimento, o Zé Gonzaga (1915).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor, cantor, ventríloquo e comediante João Baptista de Oliveira Júnior, o Baptista Júnior (1894).
Morre em Recife (PE) o violonista e compositor Manoel Bezerra Lima, o Manoel Lima (1945).
Nasce em Cerro Corá (RN) o compositor, poeta, violeiro e cantor José Praxédes Barreto (1916).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o apresentador, jornalista, compositor Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti, o Flávio Cavalcanti (1923).
Nasce em São Paulo (SP) o trompetista Dorival Auriani, o Buda (1929).
Nasce em Campina Grande (PB) o instrumentista, cantor e compositor Lourival Caetano de Oliveira, o Lourival (1947).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Leonel Neves de Faria, o Leonel Faria (1908).
Nasce em Mossoró (RN) o cantor e compositor João Batista de Almeida Lopes, o João Mossoró (1947).

Dia 16 - Morre o cantor e compositor baiano Gordurinha. (1969)
Morre aos 80 anos de idade, no bairro de Jacarepaguá (RJ), o cantor e compositor Aniceto Silva Júnior, Aniceto. (1993)
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e radialista Waldeck Artur Macedo, o Gordurinha (1969).
Morre no Rio de Janeiro (RJ)o regente, arranjador, pianista, professor, compositor Leo Peracchi (1993).
Morre em Sorocaba (SP) o cantor, compositor e violeiro Ochelcis Aguiar Laureano, o Laureano (1996).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Célio de Paula Barros, o Célio Barros (1974).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor Jorge Neves Bastos, o Jorge Goulart (1926).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista, arranjador e compositor Mário Boffa Jr., o Marinho Boffa (1960).
Morre em Belo Horizonte (MG) o flautista, compositor e professor Fausto Assunção (1956).
Nasce em Santa Maria (SC) o Cantor, dançarino, violonista e executante de castanholas Edgar de Almeida Negrão de Lima, o Bob Lester (1915).
Morre em São Paulo (SP) o locutor e cantor José Franco Altenfelder Silva, o Jorge Amaral (1979).
Nasce em São Paulo (SP) a instrumentista e compositora Carmela Bonano, a Zezinha (1928).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Cármina Allegretti, a Carminha Mascarenhas (2012).

Dia 17 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, instrumentista e compositor José Bezerra da Silva, o Bezerra da Silva (2005).
Nasce em Mombaça (CE) o cantor e compositor Francisco Wanderley Martins de Moura, o Vanderley Martins (1942).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ)o escritor, cantor, instrumentista, poeta e compositor Jorge Henrique Mautner, o Jorge Mautner (1941).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor Francisco Egydio (1927).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista Erastótenes Alves Frazão, o Frazão (1901).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista e compositor Ricardo da Silva Moreira, o Ricardo Moreira (1973).
Nasce em Cornélio Procópio (PR) o compositor Antônio Ribeiro Lima (1946).
Morre em São Paulo (SP) a cantora Isolda Correa Dias, a Morgana (2000).
Morre em São Paulo (SP) o compositor, cantor, escritor, cineasta, empresário artístico e produtor de discos Cornélio Pires (1958).
Nasce em Vargem Grande do Sul (SP) o cantor e compositor João Benedito Urbano, o Tião do Carro da dupla Tião do Carro e Pagodinho (1946).
Nasce em Curitiba (PR) o instrumentista e compositor Eduardo Pimentel (1977).

Dia 18 - Morre no Rio de Janeiro, aos 88 anos, o compositor, integrante da Velha Guarda da Portela Alberto Lonato (1998).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, teatrólogo e jornalista João de Wilton (ou da Silva) Morgado, o João da Gente (1937).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora e compositora Maria da Graça Braga, a Graça Braga (1954).
Nasce em Belém (PA) o cantor e compositor César Nunes (1867).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Heleninha Costa (1924).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, compositor e cantor Alberto Lonato da Silva, o Alberto Lonato (1998).
Nasce em Caxias do Sul (RS) o cantor, compositor e escritor Nei Tejera Lisbôa, o Nei Lisboa (1959).
Morre em São Paulo o cantor e compositor Francisco Petrone, o Francisco Petrônio (2007).
Nasce em Santo Amaro da Purificação (BA) o advogado e compositor Afrânio Melo (1948).
Nasce em Piracicaba (SP) o cantor e compositor Sebastião Cézar Franco, o Cézar da dupla Cézar e Paulinho (1958).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, instrumentista e arranjador Rafael Lazoski Huet de Bacellar, o Lazza (1976).
Nasce em Cachoeiro do Itapemirim (ES) o pianista Mário de Azevedo (1905).

Dia 19 - Morre em São Paulo (SP) a cantora Elis Regina Carvalho Costa, a Elis Regina (1982).
Nasce em Vitória (ES)a cantora Nara Lofego Leão, a Nara leão (1942).
Nasce em Teresópolis (RJ) o instrumentista e compositor Marcelo Frony Morgado, o Cecelo Frony (1960).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor, jongueiro, calangueiro, improvisador, versador e mestre do partido-alto Olivério Ferreira, o Xangô da Mangueira (1923).
Nasce em Salvador (BA) o compositor Humberto Porto (1908).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor, pianista, arranjador e produtor musical Misael Alexandre Alcântara da Hora, o Misael da Hora (1968).
Nasce no Rio de Janeiro (1942) o cantor, compositor e escritor Luiz Gonzaga Kedi Ayrão, o Luiz Ayrão (1942).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor, compositor e ator Jair Alves de Souza, o Jerry Adriani (1947).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cartunista, diretor de arte, ilustrador, escritor, roteirista e compositor Miguel Paiva (1950).
Nasce em Curitiba (PR) a cantora, compositora e atriz Anna Lucia Toledo, a Anna Toledo (1970).

Dia 20 - Criada no Rio de Janeiro a Ala de Compositores da Estação Primeira de Mangueira (1939).
Realiza-se na antiga Rua Engenho de Dentro, atual Adolfo Bergamini, o primeiro concurso entre escolas de samba no Rio de Janeiro (1929).
Nasce em Juiz de Fora (MG) o músico, compositor e autor de “Cristo nasceu na Bahia”, entre outras obras Sebastião Cirino (1902).
Nasce em Salvador o compositor e professor Domingos da Rocha Viana, o Domingos Moçurunga (1807).
Nasce em Campinas (SP) o cantor e compositor Moacyr Gomes Coelho, o Moacir Gomes (1940).
Morre em Uberaba (MG) o radialista, cantor e compositor Gerson Coutinho da Silva, o Goiá (1980).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o baixista Antônio Álvaro Nascimento Neto, o Nico Assumpção (2001).
Nasce em Taipu (RN) o clarinetista, compositor, arranjador e regente Sebastião de Barros, o K-Ximbinho (1917).
Nasce em Franca (SP) o cantor, instrumentista e compositor Aparecido dos Reis Morais, o Gian da dupla Gian e Giovanni (1967).
Nasce em Bagé (RS) o cantor e compositor Luis Vagner Dutra Lopes, o Luis Vagner (1948).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a pianista Fernanda Chaves Canaud (1962).
Morre em Salvador (BA) o compositor, maestro, jurista, jornalista, poeta, letrista, cronista, cantor e Músico Carlos Coqueijo Torreão da Costa, o Carlos Coqueijo (1988).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora e instrumentista Maria Consiglia Raphaela Carrozzo Latorre, a Consiglia Latorre (1960).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor, compositor e percussionista Álvaro Aparecido Pacheco (1954).
Nasce em Recife (PE) o instrumentista e compositor Djair de Barros e Silva, o Novelli (1945).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, radialista e cantor Haroldo Guimarães Eiras, o Haroldo Eiras (1919).
Nasce em Fortaleza (CE)o produtor, pesquisador e historiador Jairo Severiano (1927).
Nasce em Belém do Pará (PA) o cantor e compositor Carlos Roberto Serrão Guimarães, o Roberto Serrão (1949).
Morre no Rio de Janeiro o ator, cantor e compositor Adão dos Santos Tiago, o Adão Dãxalebaradã (2004).
Nasce em Belo Horizonte (MG) a cantora e compositora Denise Cristina Reis (1970).

Dia 21 - Nasce em Niterói (RJ) o compositor e produtor musical Ronaldo Bastos Ribeiro, o Ronaldo Bastos (1948).
Nasce em Assu (RN) a cantora Idenilde de Araújo Alves da Costa, popularmente conhecida por Núbia Lafayette (1937).
Nasce em Rio Verde (GO) o cantor, instrumentista e compositor Lindomar Cabral, mais conhecido por Lindomar Castilho. (1940)
Nasce em Cataguazes (MG) o instrumentista e compositor Mário Mascarenhas (1929).
Nasce em Natal (RN) o cantor, compositor e produtor Fernando Luiz Tavares, o Fernando Luiz (1952).
Nasce em Salvador (BA) o compositor e multiinstrumentista Cláudio Menandro de Oliveira, o Cláudio Menandro (1956).
Nasce o instrumentista Luís Francisco Espíndola Camargo (1973).
Nasce em São Paulo (SP) o pesquisador e historiador Marcos Francisco Napolitano de Eugênio, o Marcos Napolitano (1962).
Nasce em Maceió (AL) o compositor e instrumentista José Fernandes de Paula, o Peterpan (1911).
Nasce em Bariri (SP) o cantor Edson de Menezes, o Piauy da dupla Piauy e Pirajá (1954).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora, atriz e vedete Dora Teixeira, a Dorinha Duval (1929).
Nasce em Sete Lagoas (MG) o pesquisador e colecionador Alfredo Alisson E. Valadares, o Alfredo Valadares (1945).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Osvaldo Vitalino de Oliveira, o Padeirinho (1987).

Dia 22 - Morre no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Maysa Figueira Monjardim Matarazzo Maysa Matarazzo, a Maysa (1977).
Nasce em Salvador (BA) Roberto Pereira dos Santos, o Beto Jamaica do grupo É o than (1965).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o letrista Mauro de Almeida (1882).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Karla de Jesus do Nascimento Saba, a Karla Sabah (1962).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o musicólogo Vasco Mariz (1921).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor e intrumentista João Cavalcanti de Albuquerque Pimentel (1980).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) a pastora e personalidade pública da Mangueira e do Rio de Janeiro Eusébia Silva de Oliveira (2003).
Morre em São Paulo (SP) o regente, pianista, compositor e arranjador Sílvio Mazzuca (2003).
Nasce em Manhuaçu (MG) o cantor e compositor Ronald Cordovil, o Ronnie Cord (1943).
Nasce em Curitiba (PR) a poeta,letrista, publicitária e tradutora Alice Ruiz (1946).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a bailarina, cantora, atriz e diretora Marília Pêra de Graça Mello, a Marília Pêra (1943).
Nasce em Floriano (PI) o cantor e compositor Giovanni Borges Bezerra, o Mano Borges (1967).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, jornalista, radialista e poeta Miguel Gustavo Werneck de Sousa Martins, o Miguel Gustavo (1972).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o instrumentista, cantor e compositor Marcelo Wilson Fragoso Borges, o Telo Borges (1958).
Nasce em Goiânia (GO) o cantor, compositor e instrumentista Orlando de Morais Filho, o Orlando Morais (1962).
Morre em São Paulo (SP) o compositor, instrumentista e regente José Gomes de Abreu, o Zequinha de Abreu (1935).

Dia 23 - Nasce em Taperoá (PB) o cantor e compositor Vital Farias (1943).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Othon Fortes Russo (1925).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, arranjador, cantor, instrumentista e produtor musical Flávio Souza da Fonseca, o Flávio Fonseca (1963).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Waldomiro José da Rocha, o Babaú da Mangueira (1914).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e poeta Cândido José de Araújo Viana, o Marquês de Sapucaí (1875).
Nasce em São Paulo (SP) os cantores Carlos Denis de Arruda Felaman, o Denis e Luiz Demian de Arruda Felaman, o Demian, da dupla Denis e Demian (1956).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o pesquisador de MPB e escritor Suetônio Soares Valença, o Suetônio Valença (1944).
Nasce em Washington DC (Virginia, EUA) o cantor Nathan Armand Pacheco (1980).

Dia 24 - Nasce em Ponte do Itabapuana (ES) o compositor, cantor, produtor e jornalista Rossini Pinto (1937).
Nasce em Passo Fundo (RS) o violonista Yamandú Costa (1980).
Nasce em Pesqueira (PE) o cantor e compositor Paulo Lira de Oliveira, o Paulo Diniz (1940).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Francisco Malfitano (2011).
Nasce em São Paulo (SP) o instrumentista José Luiz Barroso Staneck, o José Staneck (1962).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e cantor Marco Antônio Costa Santos, o Marquinho Sathan (1956).
Morre em São Paulo (SP) o rapper Mauro Mateus dos Santos, o Sabotage (2003).
Nasce em Limoeiro (PE) o locutor e apresentador Wellington José de Lacerda, o Wellington Lacerda(1953).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Walter Rosa (2002).

Dia 25 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, músico e compositor e arranjador Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, o Tom Jobim (1927).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o teatrólogo, escritor, jornalista e compositor Geysa Gonzaga de Bôscoli (1907).
Nasce em São Paulo (SP) o jornalista, radialista, crítico musical, pesquisador e produtor de eventos Antonio Helcio Spessoto, o Toninho Spessoto (1958).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o musicólogo e folclorista Renato Almeida (1981).
Nasce em Campo Grande (CE) o musicólogo, professor, historiador e violonista José Mozart de Araújo, o Mozart de Araújo (1904).
Nasce em Goiânia (GO) o cantor Tiago Gonçalves Costa, o Tiago da dupla Pedro e Tiago (1985).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora Leny de Andrade Lima, a Leny Andrade (1943).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora, compositora e atriz Elizabeth Miessa, a Beth Goulart (1961).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Norival Carlos Teixeira, o Valzinho (1980).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, luthier e professor Ricardo Luiz Serpa Maia, o Ricardo Serpa (1960).
Nasce em Porto Alegre (RS) o compositor e maestro Pedro de Sá Pereira (1892).
Nasce em Anhembi (SP) o cantor e compositor Manuel Rodrigues Lourenço, o Mandi da dupla Mandi e Sorocabinha (1901).
Nasce em Fazenda São Carlos (BA) o escritor, poeta e letrista Ildásio Marques Tavares, o Ildásio Tavares (1940).
Nasce em Petropólis (RJ) o instrumentista, arranjador, maestro, compositor e produtor Vítor Sebastião Silva Santos, o Vittor Santos (1965).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Milton de Oliveira (1916).
Morre em São José dos Campos (SP) o compositor, professor, regente, multiinstrumentista João Evangelista (1970).

Dia 26 - Nasce em Catolé do Rocha (PB) o cantor e compositor Francisco César Gonçalves, o Chico César (1964).
Nasce em Franca (SP) o radialista, ator, compositor, e jornalista Vicente Fiderice Leporace, o Vicente Leporace (1912).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, regente e instrumentista Francisco de Sá Noronha (1881).
Nasce em Parelhas (RN) o instrumentista, cantor e compositor Arabutãn Pereira Sátiro, o Papel Gomes (1962).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o escritor, pesquisador e carnavalesco Amaury Jório (1980).
Nasce em Santos (SP) o jornalista e crítico de música e cinema Celso Masson (1967).
Nasce em Visçosa (AL) o folclorista e professor Teotônio Vilela Brandão, o Téo Brandão (1907).
Nasce em Pelotas (RS) a cantora Risoleta de la Maza Simões Neto, a Zola Amaro (1891).
Morre em Niterói (RJ) o instrumentista e compositor Clodoaldo Brito, o Codó (1984).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, cantor e violonista Ricardo Gratidiano Dorileo, o Riko Dorileo (1953).
Nasce em São Paulo (SP) a compositora e pianista Magdalena Pesce Vitale, a Lina Pesce (1926).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, instrumentista, arranjador e produtor musical Durval Inácio Ferreira, o Durval Ferreira (1935).
Nasce em Belo Horizonte (MG) o cantor, compositor e instrumentista Luis Otávio de Melo Carvalho, o Tavito (1948).
Nasce em São Paulo (SP) o compositor e poeta Paulo Emílio da Costa Leite, o Paulo Emílio (1941).
Morre no Rio de Janeiro (RJ), o compositor Osvaldo Vitalino de Oliveira, o Padeirinho (1987).

Dia 27 - Nasce em Maceió (AL), o cantor e compositor Djavan Caetano Viana, o Djavan (1949).
Nasce em Porto Alegre (RS) o pianista, regente, compositor e arranjador Radamés Gnattali (1906).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Julia de Castro Mucci, a Júlia Bosco (1980).

Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista Waldir Azevedo (1923).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o poeta, publicitário, compositor e jornalista José Guilherme de Araújo Jorge, o J. G. de Araújo Jorge (1987).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Álvaro Nunes, o J. Cascata (1961).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor José Pereira da Silveira, o Silveira (1889).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o musicólogo, historiador, jornalista, cronista, pesquisador João Ferreira Gomes, o Jota Efegê (1902).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, técnico de gravação e produtor musical e Daniel Negrão de Carvalho, o Daniel Carvalho (1979).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Maria de Fátima Gomes Nogueira, a Joanna (1957).

Dia 28 - Criação do Dia do Rancho.
Nasce em Ivaiporã (PR) o cantor José Claudio Gomes, o Paraná da dupla Chico Rey e Paraná (1956).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Gastão Marques Lamounier, o Gastão Lamounier (1984).
Nasce em Manaus (AM) o músico e arranjador Sebastião Lucas de Freitas, o Tito Freitas (1962).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e engenheiro Ronaldo Pires Monteiro de Souza (1945).
Nasce em Fortaleza (CE) o cantor e compositor Rodger Franco de Rogério, o Rodger (1944).
Morre no Japão o instrumentista e compositor Luiz de Oliveira da Costa Maia, o Luisão Maia (2005).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Marino do Espírito Santo Pinto, o Marino Pinto (1965).
Nasce em Cataguases (MG) o instrumentista, cantor e compositor Lúcio Ciribelli Alves, o Lúcio Alves (1927).
Nasce em Campinas (SP) a cantora e compositora Sandy Leah Lima, a Sandy (1983).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, teatrólogo, cineasta e produtor Eduardo Chianca de Garcia, o Chianca de Garcia (1983).
Nasce no Recife (PE) o instrumentista Mário Moraes Rêgo (1932).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista, arranjador e compositor Helvius Vilela Borges, o Helvius Vilela (2010).

Dia 29 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor Roberto Martins (1909).
Nasce em Porto Alegre (RS) o compositor Péricles Simões Pires, o Mutt (1912).
Nasce em Niterói (RJ) o cantor, compositor, instrumentista e arranjador Leandro da Costa Saramago Pinheiro, o Leandro Saramago (1975).
Nasce em São Paulo (SP) o cantor e compositor Arnaldo Pescuma (1903).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e percussionista Antônio Cardoso Martins, o Russo do Pandeiro (1913).
Nasce em São José dos Campos (SP) o compositor, jornalista e escritor Carlos Rennó (1956).
Nasce em São Paulo (SP) a cantora Maria de Souza Pereira, A Esterzinha de Souza (1930).
Nasce em Recife (PE) a cantora e compositora Stefana de Moura Macedo, a Stefana de Macedo (1903).

Dia 30 - Nasce em Engenheiro Paulo de Frontin (RJ) o cantor e compositor Herivelto de Oliveira Martins, o Herivelto Martins (1912).
Morre em sua residência, à Rua Carolina Machado, 950 - Oswaldo Cruz (RJ), aos 43 anos, vítima de ataque cardíaco, o compositor Paulo Benjamim de Oliveira - Paulo da Portela. (1949)
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Cândido Pereira da Silva, o Candinho Trombone (1879).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor, teatrólogo, poeta satírico, caricaturista e professor Nestor Tambourindeguy Tangerini, Nestor Tangerini (1966).
Nasce en Rio Novo (MG) o pianista e compositor Valdir Calmon Gomes, o Waldir Calmon (1919).
Nasce em Campos dos Goytacazes (RJ) o cantor, compositor, músico, escritor e jornalista Paulo César Ribeiro, o Pecê Ribeiro (1949).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Paulo Benjamin de Oliveira, o Paulo da Portela (1949).
Nasce em Manaus (AM) o pesquisador, crítico musical e médico José Ribamar Neves Filho, o José Ribamar (1944).
Nasce em São Luiz Gonzaga (RS) o poeta, compositor e radialista Jaime Caetano Braum (1924).
Nasce em Barra Mansa (RJ) a pesquisadora Paula Silva Leijoto Guimarães, a Paula Guimarães (1986).
Morre em São José do Campestre (RN) o cantor e compositor Pedro Soares Bezerra, o Carlos Alexandre (1989).

Dia 31 - Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e instrumentista Milton Santos de Almeida, o Miltinho (1928).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) a cantora e compositora Joyce Silveira Moreno, a Joyce (1948).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o cantor, compositor, arranjador e instrumentista Ismael de Araújo Silva Netto, o Ismael Netto (1956).
Morre no Rio de Janeiro (RJ) o compositor e instrumentista Getúlio Marinho da Silva, o Amor (1964).
Nasce em Santa Luzia do Norte (AL) o compositor, saxofonista e maestro Otaviano Romero Monteiro, o Fon-Fon (1908).
Morre em Três Rios (RJ) o cantor e compositor Evaldo Braga (1973).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o cantor e compositor Ernesto Pires de Lima Neto, o Ernesto Pires (1957).
Nasce em Juiz e Fora (MG) o compositor e instrumentista Joaquim Augusto de Assis R. de Oliveira, o Kim Ribeiro (1949).
Nasce em Laranjeiras (SE) o poeta, violonista e cantor Francisco Leite de Bittencourt Sampaio, o Bittencourt Sampaio (1834).
Nasce em Angra dos Reis (RJ) o cantor, instrumentista, compositor, arranjador e professor de flauta Paulo César Castilho, o PC Castilho (1968).
Nasce no Rio de Janeiro (RJ) o instrumentista e compositor Ronaldo Diamante (1958).
Nasce em Xapuri (AC) o letrista e poeta Célio Khouri (1941).
Morre em São Luís (MA) o flautista, compositor, regente, professor e crítico musical Adelman Brasil Correia (1947).
Nasce em Porto (Portugal) o compositor e pianista Alfredo Napoleão (1852).

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