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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

QUAL FOI A PRIMEIRA MÚSICA GRAVADA EM CD?

A primeira gravação em escala industrial foi feita em agosto de 1982, em Hannover, na Alemanha


Por Artur Louback Lopes



Certamente várias músicas foram gravadas durante o processo de criação do compact disc (CD), mas o primeiro CD gravado em escala industrial foi uma seleção de valsas de Chopin interpretadas pelo pianista chileno (naturalizado americano) Claudio Arrau. Isso aconteceu em 17 de agosto de 1982, em Hannover (Alemanha), onde ficava a sede da gravadora Polygram, subsidiária da Philips, que, depois de alguns anos pensando em uma nova tecnologia de gravação, uniu esforços à Sony, que também queimava os neurônios dos seus criadores com a mesma finalidade.

É curioso pensar que essa revolução tecnológica, desenvolvida ao longo de oito anos, tenha sido coroada com a gravação de um estilo musical tão pouco tecnológico. Mas mais curioso ainda é saber que o CD que conhecemos, com 12 cm de diâmetro e capacidade de 74 minutos, só ganhou esse formato em função de outra composição clássica: a “Nona Sinfonia de Beethoven”. Originalmente, a bolachinha teria 60 minutos e 11,5 cm, mas o vice-presidente da Sony, Norio Ohga, exigiu que em um CD coubesse a execução completa da famosa sinfonia de Beethoven. A Polygram tinha uma gravação da bendita sinfonia que durava 74 minutos e, por isso, esse se tornou o padrão.

Há outras versões desta história – dizem até que quem era fã de Beethoven, na verdade, era a esposa do presidente da Sony -, mas, de fato, os primeiros CDs lançados tanto pela Philips (as valsas de Chopin) quanto pela Sony (52nd Street, de Billy Joel), ambos em 1982, chegaram ao mundo com os tais 74 minutos.

sábado, 12 de maio de 2018

REPRESENTANTES DE MÚSICOS E ARTISTAS FECHAM ACORDO COM YOUTUBE PARA PAGAMENTO DE DIREITOS AUTORAIS

Medida assinala uma conquista importante numa questão que chegou a ser tratada na Justiça

Por Ana Clara Brant


(Foto: Reprodução)


O YouTube surgiu em 2005. Pouco tempo depois, já havia provocado uma inflexão nas indústrias da música e do audiovisual, ao oferecer a possibilidade de que usuários caseiros criassem canais de exibição de vídeos para o mundo inteiro. Junto a essa transição tecnológica, veio a polêmica sobre a remuneração daqueles que o YouTube chama de “criadores” e, mais especificamente, uma longa discussão em torno do pagamento de direitos autorais a artistas profissionais cujas obras são difundidas na plataforma.

No Brasil, essa discussão está menos avançada do que em outros países. Ainda assim, um passo importante foi alcançado no mês passado, na forma de um acordo. A negociação havia se intensificado em 2016, quando a plataforma começou a assinar acordos de licenciamento com editoras musicais e agregadores, como ABMI, eMotion, Nikita, ONErpm, Playax e Tratore. “Como resultado, começamos a pagar compositores brasileiros e estrangeiros pela reprodução de suas obras no YouTube deste ponto em diante e também de forma retroativa, em concordância com as leis vigentes no Brasil”, declarou na ocasião Christophe Muller, diretor global de parcerias de música do YouTube e Google Play.

Em abril, o YouTube/Google, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) e a União Brasileira de Editoras de Música (Ubem) – entidade formada pelos principais editores de música do país, responsáveis pela titularidade de um vasto repertório de obras musicais nacionais e estrangeiras – chegaram a um denominador comum. “Foi assinado um acordo entre as partes, intermediado pela Ubem, estabelecendo regras e remunerações justas para os compositores, em conformidade com os patamares aplicados internacionalmente. Os compositores representados pelas editoras filiadas à associação finalmente serão remunerados pelo uso de suas obras no YouTube, e ainda da forma mais justa e adequada”, afirma João Gonçalves Pereira, diretor-geral da editora Warner/Chappell e atual presidente da Ubem.

O diretor-executivo da União Brasileira de Compositores (UBC), Marcelo Castello Branco, diz que, na prática, essa resolução representa que, em termos de execução pública autoral, o mercado digital no país está finalmente pacificado, apesar de isso se dar com muito atraso. “Por isso temos que recuperar o tempo perdido. Com a assinatura do acordo, todas as plataformas digitais em operação no Brasil agora remuneram os autores, via Ecad. Isso significa um passo muito decisivo e positivo para a comunidade autoral do mercado da música. Mas ainda temos que seguir conversando para uma transferência de valores mais justa no mercado digital, não só para os autores, mas também para intérpretes e músicos”, argumenta Castello Branco.


BATALHA JUDICIAL

O diretor da UBC lembra que foram anos de duras discussões, inclusive com enfrentamento judicial, já que o YouTube não pagava nada em termos de direito autoral. “O Google tem um histórico difícil em relação à questão autoral no mundo inteiro, com batalhas judiciais em muitos países. Isso parece estar felizmente mudando”, avalia. Marcelo Castello Branco acrescenta que os serviços e plataformas como Spotify, Deezer e Vimeo, por exemplo, já funcionam muito bem por aqui e devem se aprimorar quando se tornarem mais populares e mais gente no Brasil aderir, assinando e escutando música legalmente. “Graças ao streaming, o mercado brasileiro voltou a crescer em dois dígitos, quase 18% no ano passado. Estamos vivendo uma recuperação importante.”

Já João Gonçalves ressalta que, para se chegar ao resultado final, foram etapas de amadurecimento e formatação de um modelo de negócio. Segundo ele, ao longo do processo judicial, as partes mantiveram o diálogo aberto e o ambiente de negociação preservado, o que possibilitou o fechamento do acordo. O executivo explica que, tendo em vista que há uma cláusula de confidencialidade pactuada entre as partes, não é possível divulgar regras, mas diz que, agora, os compositores serão adequadamente remunerados pelo uso de suas obras no YouTube.

“Os compositores não estavam sendo remunerados antes do acordo. Portanto, pode se dizer que o aumento é de 100%. Entretanto, não se trata de quanto mais os titulares de direitos autorais passarão a receber, mas do estabelecimento de um novo paradigma de remuneração, visando à pacificação do mercado digital, hoje estratégico para a música em termos de novas oportunidades de negócio”, argumenta.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o YouTube declarou que os acordos vão ajudar a plataforma a continuar desenvolvendo um ambiente no qual compositores e editores sejam devidamente remunerados, garantindo que “a plataforma continue oferecendo a usuários e criadores uma experiência completa e engajadora”. No entanto, o acordo com a maior plataforma de vídeos do planeta não encerra a luta por melhores condições de remuneração aos titulares de direitos autorais na internet, embora represente um importante avanço, como salienta o diretor da UBC.

“O mundo digital ainda precisa distribuir de forma mais justa, mais generosa para todos os agentes que fazem parte do coletivo da música. Confio em que isso vá acontecer com o tempo e com um mercado digital mais maduro, inclusivo”, ressalta Castello Branco. O executivo avalia que haverá um período para processar as informações e metadados neste ano e espera realizar a primeira distribuição até o fim de 2018.

“Depois disso, será mais fácil. A remuneração do YouTube responde à atuação e uso particular de cada obra, além de sua participação na monetização (publicidade). É um processo complexo, minucioso, que precisa ser monitorado com ferramentas e tecnologia adequadas. Tudo isso requer um aprendizado veloz por parte de todos. Ainda não é o ideal, é apenas o início de algo muito promissor”, avalia.

A youtuber mineira Anna Layza tem o canal Hi Gorgeous, com temática de unicórnios
(foto: Instragram/Reprodução)


“Ser youtuber pode ser extremamente rentável”

Alguns artistas e canais se queixam que a remuneração do YouTube não é justa. O gerente de comunicação do Google no Brasil, Cauã Taborda, informa que são geradas receitas por anúncios exibidos nos vídeos de todos os criadores de conteúdo que fazem parte do Programa de Parcerias do YouTube. A maior parte da remuneração fica com o criador do canal e a outra parte, com o Google. “Além da verba gerada pela visualização de anúncios antes dos vídeos, os produtores de conteúdo estão encontrando alternativas criativas de ganhar dinheiro com a inserção de produtos em vídeos, a participação em campanhas publicitárias e a venda de produtos que extrapolam o ambiente virtual. Ser um youtuber pode ser extremamente rentável, principalmente se os produtores (de conteúdo) souberem aproveitar as oportunidades geradas a partir da popularidade dos seus vídeos”, diz.

Para Taborda, não existe uma fórmula de sucesso, muito menos uma previsão confiável do que vai ou não estourar. “Temos criadores que conquistaram sucesso após poucos meses de existência dos seus canais, mas outros que demoraram anos para alcançar o mesmo status. Isso varia muito, mas os canais de sucesso têm alguns pontos em comum: consistência (atualizam seus canais com frequência e regularidade), dedicação (ao canal e aos fãs) e criatividade (os conteúdos mais criativos têm mais chances de gerar resultados positivos)”, afirma.

A youtuber mineira Anna Layza, do canal Hi Gorgeous, diz que o YouTube é o seu principal termômetro de popularidade. Se o canal – que tem cerca de 4 milhões de inscritos – vai bem, sua carreira também vai. Anna mora nos Estados Unidos e conta que começou a ganhar dinheiro com a plataforma quando passou a se dedicar intensamente ao canal. “Quanto mais você posta, mais você ganha. Varia muito de canal para canal, mas normalmente você recebe a cada mil visualizações um valor xis. Isso não significa que eu consiga monetizar todos os meus vídeos. A política do YouTube é bem específica em relação a direitos autorais. Tem que tomar muito cuidado para não usar nada que não seja seu. Paródias, por exemplo, não consigo monetizar. Faço por diversão mesmo”, declara.

Anna Layza diz considerar justa a remuneração que recebe, sendo que há épocas em que pagam mais e outras, menos. “Os valores são regulados de acordo com os filtros de avaliação do sistema interno do Google. Uma vez que qualquer conteúdo seja impróprio, os anunciantes podem retirar os seus anúncios. Desta forma, a plataforma revisa a monetização de forma global, em que todo mundo pode perder “, diz a youtuber que, em breve, pretende iniciar sua carreira musical e lançar um livro, além de manter as UnicornioParty(s), festas que promove para os fãs.


A força da grana

A sede do YouTube, em San Bruno, na Califórnia, foi alvo de ataque a tiros no mês passado. Três pessoas ficaram feridas e a autora do ataque, uma youtuber, morreu no local 
(Foto: JOSH EDELSON/AFP)


No dia 4 de abril, a norte-americana de origem iraniana Nasim Aghdam entrou na sede do YouTube em San Bruno, na Califórnia, e disparou aleatoriamente, ferindo três pessoas, antes de atirar em si mesma. Ela morreu no local. Nasim Aghdam mantinha no YouTube um canal dedicado a divulgar, principalmente, sua defesa do veganismo e algumas rotinas de exercício. Segundo o pai da youtuber, ela estava revoltada com a plataforma por uma mudança de critérios que a fez perder visualizações e, consequentemente, a remuneração por seus vídeos.

Nasim Aghdam acusou o YouTube de discriminá-la e de intencionalmente prejudicar seu canal, em vídeos postados num site de denúncia que ela criou. O ato extremo de Nasim Aghdam chamou a atenção para a política de remuneração de vídeos praticada – e eventualmente modificada – pelo YouTube.

Vídeos postados na plataforma podem receber dinheiro por anúncios vinculados a eles, mas o YouTube se autoriza a “desmonetizar” os canais, ou seja, cancelar a possibilidade de que os criadores sejam remunerados, por vários motivos. Não está claro se isso ocorreu com os conteúdos de Nasim Aghdam. A assessoria da plataforma não se pronunciou sobre este caso específico, mas declarou que “todos os vídeos carregados devem estar em conformidade com as nossas diretrizes”.

“Contamos com os membros da nossa comunidade para sinalizar conteúdos que violem essas diretrizes. As políticas de nossos produtos proíbem conteúdo de assédio e intimidação virtual, conteúdo prejudicial ou perigoso, conteúdo explícito ou violento, e qualquer usuário pode denunciar isso”, disse Cauã Taborda, gerente de comunicação do Google no Brasil. Ele acrescenta que a empresa analisa vídeos sinalizados 24 horas por dia, sete dias por semana para determinar se violam suas diretrizes de comunidade. Quando há alguma violação, o vídeo é removido.


DIRETRIZES

“Às vezes, um vídeo não viola nossas diretrizes, mas pode não ser adequado para todos. Esses vídeos podem ter restrição por idade. As contas são penalizadas pelas violações às diretrizes da comunidade e podem até ser encerradas, se houver reincidência ou se as violações forem graves”, explica.

O YouTube informou no mês passado que retirou do ar 8 milhões de vídeos entre outubro e dezembro de 2017. Segundo a empresa, a maior parte desse conteúdo era spam ou vídeos de conteúdo adulto. Deles, 6,7 milhões foram sinalizados como inadequados por máquinas e 75% foram removidos antes de terem uma única visualização – os dados mostram os esforços da empresa, tanto em curadoria humana como em inteligência artificial, para reduzir a publicação de conteúdo adulto, extremista ou violento em sua plataforma.

Além do aspecto social, reduzir a publicação de conteúdo que desrespeite as práticas e políticas do YouTube tem importância vital para o negócio da empresa. Nos últimos meses, companhias como Unilever, uma das maiores anunciantes globais, ameaçaram cortar seus anúncios no Google e no Facebook, depois que sua marca foi exposta junto a conteúdos problemáticos. “Notícias falsas, racismo, sexismo, terroristas espalhando mensagens de ódio, conteúdo tóxico dirigido a crianças... A Unilever, como uma empresa confiável, não quer anunciar em plataformas que não contribuem positivamente para a sociedade”, disse Keith Weed, diretor global de marketing da Unilever, em janeiro. (Com Agência Estado)

sábado, 14 de outubro de 2017

TRÊS SACADAS PARA UM BOM CROWDFUNDING, COM LETRUX

Por David Dines



Cantora, compositora, escritora e atriz, Letícia Novaes (Letrux) já trilhou o caminho do crowdfunding para seus projetos por três vezes, todas com sucesso — incluindo para seu álbum mais recente, “Letrux em Noite de Climão”. Conversamos com a artista sobre o assunto e ela nos deu três dicas de sucesso para uma campanha de financiamento coletivo.



Conhecida inicialmente pelo trabalho à frente da banda Letuce, Letícia Novaes fez sua primeira campanha de crowdfunding em 2012, para a produção de “Manja Perene”, segundo álbum do grupo. Em 2015, quando decidiu lançar seu primeiro livro, a artista recorreu novamente ao apoio direto dos fãs. Em dois meses, a campanha para a produção do livro “Zaralha: Abri minha pasta” arrecadou mais de R$ 25 mil com a colaboração de 384 pessoas, oferecendo recompensas que iam de livros e CDs assinados até uma tarde de jogos com a artista no Rio de Janeiro.

Em 2017, Letícia contou novamente com a ajuda dos fãs para produzir seu primeiro trabalho musical solo, sob o nome Letrux. O álbum “Letrux em Noite de Climão”, recém-lançado pelo selo Joia Moderna com distribuição da Tratore, foi o resultado do apoio de 434 pessoas, que contribuíram com um total de R$ 37 mil para a produção do álbum. Desta vez, as recompensas também incluíam pocket shows, horas místicas, mapas astrais e piqueniques com a artista.




Uma das inspirações de Letícia Novaes em matéria de crowdfunding é a musicista norte-americana Amanda Palmer, que conta no livro “A Arte de Pedir” a sua experiência de apoio direto e integral do público em mais de 15 anos de carreira. Perguntamos a Letícia que dicas ela daria a outros músicos para que realizem uma campanha de financiamento coletivo de sucesso. Eis as respostas:

1. Seja realista

“Não crie um projeto extremamente mirabolante e lembre sempre de colocar um valor mínimo razoável, como R$ 10. Parece pouco, mas de dez em dez você pode ir longe”, conta a artista.


2. Não seja chato ou invasivo

“Uma coisa é mandar um inbox para aquele amigo que você não vê há tempos, explicando a difícil situação da cultura brasileira hoje em dia. Outra coisa é marcar pessoas que você não dá oi há tempos num post para que colaborem na sua campanha. Não seja essa pessoa. Atenção, respeito e cuidado são fundamentais nessa hora de pedir”, recomenda Letícia.


3. Criatividade!
“Embarque em memes, faça vídeos, explique um pouco mais sobre o que é o seu projeto, conte dos bastidores. Não ache que basta postar o link e pronto. É um exercício diário, lento, cansativo, mas com cuidado, determinação e imaginação seu projeto pode ser bem sucedido”, afirma a cantora.



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

PRESIDENTE DAS PLAYLISTS?

Spotify oferece emprego a Barack Obama



O presidente Barack Obama dos Estados Unidos deixou a Casa Branca ao longo do último mês de janeiro e, se depender da plataforma de streaming Spotify, ele não ficará sem emprego.

O líder mundial do serviço de streaming anunciou, pouco antes do político deixar a Casa Branca, que tem uma vaga aberta de "Presidente das playlists" e disse que busca um candidato com "pelo menos oito anos de experiência, governando uma nação com alta autoestima".

Para não deixar qualquer dúvida sobre quem a empresa tem em mente, o Spotify esclareceu que procura alguém com "bom espírito de equipe, ética de trabalho excelente, uma atitude amistosa e acolhedora e que seja um prêmio Nobel da Paz".

A companhia disse que o "Presidente das playlists" ficará encarregado de preparar listas de música para ocasiões que vão de "fazer arremessos (de basquete) com os amigos" a preparar um discurso "sobre legislação de saúde pública que leva seu nome (Obamacare)".

O presidente da empresa sueca, Daniel Ek, anunciou a oferta de emprego, depois de Obama ter mencionado a possibilidade de uma vaga no Spotify, contou Natalia Brzezinski, mulher do ex-embaixador americano na Suécia Mark Brzezinski.

Em seu Instagram, a esposa do ex-embaixador escreveu que Obama lhe disse, em uma recepção na Casa Branca na semana passada, que sua visita de 2013 a Estocolmo foi sua "viagem favorita".

"'Ainda estou esperando meu emprego no Spotify... Porque sei que todos vocês gostaram da minha playlist'", disse Obama, segundo Natalia Brzezinski.

Durante dois verões consecutivos, Obama divulgou listas do Spotify para ouvir nas férias, revelando seu gosto pelo soul clássico e pelo jazz.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

SPOTIFY DIVULGA A LISTAS DOS ARTISTAS MAIS OUVIDOS NO BRASIL E NO MUNDO

Serviço de streaming também divulgou listas curiosas

Por Jacídio Junior




O Spotify divulgou no último dia primeiro algumas listas com os artistas mais ouvidos na plataforma em 2016.

Pelo segundo ano consecutivo, Drake é o artista mais reproduzido no Spotify. Com 4,7 bilhões de streams, ele quebra o seu próprio recorde de 2015, 1,8 bilhões. Drake é, inclusive, o artista mais reproduzido de todos os tempos na plataforma, com mais de 8,7 bilhões de streams e dono da música mais executada, "One Dance", com 970 milhões de plays. Rihanna é artista feminina com maior número de reproduções, alcançando 2,5 bilhões de plays. No Brasil o domínio dos primeiros lugares fica por conta dos principais nomes da música sertaneja.

A plataforma também divulgou informações curiosas sobre as principais músicas para jogar, músicas mais tristes, para término e de namoro e muito mais. Veja as informações abaixo.

Conheça os Top 5 artistas mais ouvidos em 2016:
01 - Drake
02 - Justin Bieber
03 - Rihanna
04 - Twenty One Pilots
05 - Kanye West


A artista feminina mais reproduzida
01 - Rihanna
02 - Ariana Grande
03 - Sia
04 - Adele
05 - Fifth Harmony


O artista masculino mais reproduzido
01 - Drake
02 - Justin Bieber
03 - Twenty One Pilots
04 - Kanye West
05 - Coldplay


Músicas mais reproduzidas
01  - "One Dance" (feat. WizKid and Kyla) - Drake
02 - "I Took A Pill in Ibiza" - Seeb Remix - Mike Posner
03 - "Don’t Let Me Down" (feat. Daya) - The Chainsmokers
04 - "Work" (feat. Drake) - Rihanna
05 - "Cheap Thrills" - Sia


Álbuns mais reproduzidos
01 - Views - Drake
02 - Purpose - Justin Bieber
03 - ANTI - Rihanna
04 - Blurryface - Twenty One Pilots
05 - Beauty Behind The Madness - The Weeknd


Curiosidades:
Top música para sexo: "Sex – Cheat Codes", Kris Kross Amsterdam
Top música triste: "Say Something" - A Great Big World
Top música para término de namoro: "One Dance" (feat. WizKid and Kyla) - Drake
Top música dançante/de festa: "Uptown Funk" - Mark Ronson, Bruno Mars
Top música para se exercitar: "'Till I Collapse" (feat. Nate Dogg) - Eminem
Top música para jogar videogame: "Fort Minor" - Remember The Name (feat. Styles of Beyond)

No Brasil o sertanejo domina o chart com os nomes mais requisitados do segmento no topo das listas.

Top 5 artistas
01 - Jorge & Mateus
02 - Henrique & Juliano
03 - Matheus & Kauan
04 - Justin Bieber
05 - Wesley Safadão

Top 5 artistas femininas
01 - Rihanna
02 - Maiara & Maraisa
03 - Marília Mendonça
04 - Anitta
05 - Ariana Grande

Top 5 artistas masculinos
01 - Jorge & Mateus
02 - Henrique & Juliano
03 - Matheus & Kauan
04 - Justin Bieber
05 - Wesley Safadão

Top 5 Músicas
01 - "Work" - Rihanna
02 - "Sorry" - Justin Bieber
03 - "One Dance" - Drake
04 - "Love Yourself" - Justin Bieber
05 - "Work from Home" - Fifth Harmony

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